sábado, 28 de julho de 2012

MARIA E OS DÓGMAS MARIANOS

Tudo na vida de Maria gira em torno da pessoa de Jesus Cristo. Ela é sem nenhuma dúvida, uma pessoa de vida cristocêntrica. Tudo em Maria nos leva ao seu Filho e à salvação. Maria não faz nada por si mesma, porque sabe que todo poder vem do amor do seu filho Jesus por toda humanidade. 

Maria sabe qual é o seu lugar e o seu papel na história da salvação. Mas sabe que, por ser Jesus o centro de sua existência, ela tudo pode em nosso favor. Por isso que a insistência de rezar sempre a oração do Santo Rosário Maria nos alcançará muitas graças de Jesus por todos nós. 
Você está com problemas? Dificuldades? Desempregado, endividado? Está longe de Deus em pecado e levando uma vida vazia? Precisa de um sentido para sua vida? Então peça à Nossa Senhora que o Filho atende!
Não foi à toa que a Igreja proclamou os dógmas marianos: Maternidade Divina, (em 431 d.C.); Imaculada Conceição, (em 1854 d.C.); e Assunção (em 1950 d.C.).
O dógma da Imaculada Conceição, que significa que Maria nasceu sem nenhuma mancha do pecado orginal, foi confirmado por ela mesma, quando apareceu à santa Bernadette Soubirous, em Lourdes na França em 1858, quatro anos após a proclamação do dógma, Maria disse à santa Bernadette: "Eu sou a Imaculada Conceição!"
Como não pedir a ajuda da Mãe de Jesus e nossa Mãe?
Nós temos uma mãe no céu e podemos contar com ela em nossa caminhada terrena. E uma maneira profunda de falar com ela é rezar o Terço ou o Rosário. Que nada mais é do que a meditação dos mistérios da vida de seu filho Jesus
Tudo em Maria nos fala de Jesus. Tudo em Maria nos leva a Jesus. Maria ao aceitar ser a Mãe do Redentor trouxe-nos a salvação. O Papa Bento XVI afirma: "a Virgem oferece o Filho e pode dizer que, com Cristo ela resgata o gênero humano".
Maria é, sim, caminho de salvação. Ela nos aponta e nos guia para o Redentor, seu filho, Nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, levar uma vida cristocêntrica é viver segundo o Evangelho, é buscar e aceitar a salvação que Cristo já nos garantiu, é querer levar o Salvador a todas as pessoas que amamos, ou não. Dessa forma, nosso mundo será muito melhor, mais santo e mais humano. 

Falar em dogmas, (= DECRETO de uma confirmação de uma verdade de fé já existente); parece estranho hoje, onde cada um parece fazer sua verdade. No entanto o dogma faz parte da vida e existe em todas as religiões e até mesmo fora das religiões.

O que significa a palavra DOGMA

É uma palavra que vem da língua grega e significa DECISÃO, NORMA, DECRETO, algo que ficou decidido pra valer.
No livro dos Atos dos Apóstolos aparece esta palavra com este sentido. (At15, 18); Os Apóstolos reuniram e tomaram uma decisão, enviaram pessoas para comunicarem as normas que haviam fixado. Aí está o primeiro sentido  de dogma: aquilo que fica decidido e esclarecido a respeito de um procedimento ou assunto de fé
Na Igreja existem vários dogmas que foram decididos em concílios ou decretados pelos papas, após consultar os bispos, padres, enfim todo o povo de Deus, através de seus líderes. Portanto, o dogma não é uma decisão particular, mas uma decisão de toda Comunidade Igreja à respeito de certas verdades de fé. O dogma deve expressar o que toda a Igreja, e não somente os padres pensam.  Os dogmas ajudam o povo de Deus a compreender melhor sua fé. São como corrimãos que são colocados para ajudar a subir uma etapa. 
Quando a Igreja decreta um dogma, é porque essa verdade que vai se expressar já está sendo vivida e experimentada pelo povo. Já nos primórdios do cristianismo havia fortes indícios que Nossa Senhora realmente foi assunta (levada) ao Céu. E a sua Imaculada Conceição está impregnada no início do Evangelho de São Lucas, onde, pelo Anjo Gabriel ela foi chamada de a "cheia de graça".   
Existem na Igreja, quatro dogmas Marianos. Eles nos ajudam a compreender o papel de Maria na história da Salvação e no seu relacionamento com seu filho Jesus. 
O primeiro dogma foi proclamado no Concílio de Éfeso no ano de 431, d.C. onde afirma que Maria é Mãe de Deus, enquanto Deus se fez homem em Jesus de Nazaré. Ela não é mãe somente do corpo, mas de toda a pessoa de seu filho que é humano e divino. Logo, ela é mãe do Verbo Encarnado. 
Outro dogma diz que Maria é Virgem, proclamado no Concílio de Latrão no ano de 649 d.C. O que quer dizer isso?

 - Quer dizer que a iniciativa de fazer nascer um salvador vem diretamente da vontade de Deus e não da vontade do homem. Deus agiu na pobreza de maria, sendo virgem, não podia conceber a não ser na força do Espírito Santo, ou seja pela força misteriosa de Deus. (Maria foi desde o início e desde ventre de sua mãe escolhida e preparada, predestinada para esta missão, Jesus não nasceu de uma pecadora qualquer, mas o Santo dos santos deveria nascer de uma escolhida santa e pura mulher).  
Outro dogma afirma que Maria é imaculada, foi proclamado pelo Papa Pio IX em 1954. Diz que ela não participou do pecado porque Deus a preservou de pecar em vista de sua missão; ser mãe daquele que tira os pecados do mundo. A redenção que Jesus nos alcançou foi aplicada à Maria de forma antecipada. coisas que somente Deus pode fazer, pois para Ele nada é impossível.


E por fim, o dogma da Assunção de Maria. Afirma que ela foi elevada ao Céu de corpo e alma.

Foi proclamado pelo Papa Pio XII em 1950. Ela se humilhou, se fez a serva do Senhor, como ela mesma disse ao Anjo em Lc1,1a. Por isso Deus mesmo a exaltou. Como ela mesma canta: "Doravante todas as gerações me chamarão Bem-Aveturada, porque o Senhor fez em mim maravilhas!" (Lc1, 48); Ela já está plenamente glorificada, unida ao seu Filho na sua glória!
Assim como participou plenamente do sofrimento de seu Filho, ela já participa plenamente da sua glória: "quem com Cristo sofre, com ele será glorificado!"
Todos esses dogmas marianos são retomados e confirmados pelo Concílio Vaticano II em 1962 e 1965, no capítulo VIII do Documento Pontifício "Lumen Gentiun", documento que trata da Igreja, e que termina falando de Maria, que é modelo da Igreja, discípula fiel e perfeita de seu filho Jesus, como deve ser toda a Igreja.
Os dogmas nos ajudam a compreender e viver a fé. Não engessam, mas são corrimãos que nos dão segurança para praticá-la. 

(tirado do texto de Pe. Eduardo Doughety,sj e Ms. Dr. Pedro C. Cipolini - Revista Brasil Cristão, edição set /2010). 


Aceitar, pois, a intercessão de Maria, também é aceitar a mediação de Jesus. Todos os dogmas referentes à Nossa Senhora foram cuidadosamente estudados e confirmados pela Sagrada Escritura. E foram testemunhados, desde o princípio da Igreja pelos Apóstolos e pelos santos padres. Nossa Senhora foi convidada por Deus a participar do seu plano de salvação da humanidade, aceitado no seu "sim" generoso, Deus a colocou no centro da história humana como aquela Cheia de  Graça que tendo concebido Jesus em seu puríssimo ventre, participou com ele de toda a história da salvação até sua entrega total na Cruz, sua Ressurreição e Ascensão, ainda participou do início da caminhada da Igreja. Estando presente em Pentecostes agora não só estava ali a Mãe do Senhor, mas estava ali Maria a Mãe da Igreja. Por isso ela, mais do que ninguém além de Mãe é Apóstola e discípula de Jesus em primeiro lugar.
     
Portanto, é derrubada a afirmação dos protestantes e evangélicos que querem denegrir a pessoa de nossa Senhora afirmando levianamente que ela foi uma mulher como outra qualquer. Não! Ela desde o início foi escolhida, preparada como a "Arca da Aliança" para que pudesse conceber o Verbo de Deus.
Deus desde o início da história humana exigiu para si só coisas boas, santas e puras, como afirma todo o Antigo Testamento, jamais escolheria uma pecadora, suja e impura para seu filho Jesus vir a nascer em seu ventre. Claro que não!
Deus exige só o que é bom, e portanto Nossa Senhora é tudo de bom, depois de Jesus, que a humanidade já conseguiu. Com ela podemos contar sempre, como nossa Mãe, Mestra e intercessora. Quem aceita Maria aceita Jesus, quem renega à Maria também renega Jesus, guarde bem isso!

 Pois Jesus tanto nos amou que nos deu ela como nossa Mãezinha do Céu!

terça-feira, 3 de julho de 2012

AS DESGRAÇAS NEM SEMPRE SÃO CASTIGOS

Você já deparou com alguém que vive achando que tudo de ruim que acontece a culpa é de Deus, ou mandado por Deus como castigo, por este ou aquele pecado? - Pois é, quanta gente ainda pensa assim, não é mesmo? - talvez eu e você... Mas será que é isto mesmo?

Bem, ... segundo a Bíblia não é bem assim. São Lucas descreve no seu Evangelho o que Jesus tratava desse assunto que, já a tanto tempo também incomodava algumas pessoas da sua época:

(Cf. Lc13, 1-8) - As pessoas não entendiam porque tanto culpados como inocentes eram mortos da mesma maneira. Isto é, no tempo de Jesus os criminosos sofriam as piores mortes. A cruz era destinada aos ladrões, presos políticos e assassinos. Os outros morriam de penas não menos piores. Mas ali se misturavam tanto os puros, como costumavam chamar os judeus crentes, como os impuros, ou seja, aqueles que não observavam as leis de Deus. 
E achavam porém que aquilo era um absurdo, ou um castigo de Deus. Mas Jesus então explica que não. O que traz a desgraça e o sofrimento, não a vontade de Deus, mas, é obra humana. A violência, a morte, a vingança, a fome, a miséria, as doenças e tantos outros tipos de desgraças, não são castigos de Deus. A culpa é do ser humano que se esquece e desvia do caminho. É  homem que mata o próprio homem. Deus ama a todos, para Deus não há distinção entre rico ou pobre, entre puro e impuro, todos são seus filhos. Mas cabe ao homem saber se arrepender e buscar o amor de Deus. Há muita gente que vê castigo em tudo, são pessimistas até consigo mesmos.

Jesus quer que prestemos atenção no que está a nossa volta. Quer que percebamos as diversas situações que nos levam a afastar-se de Deus e quer que procuremos viver de acordo com sua vontade. Ou do contrário iremos pro mesmo caminho daqueles que pereceram, não por causa de Deus, mas por causa do pecado. Hoje não é diferente, há vários tipos de mortes, sejam elas físicas ou espirituais, mortes e sofrimentos aos quais muitas vezes não são mandadas por Deus, mas sim, conseqüências de nossos próprios erros, quando escolhemos o errado ao invés do certo. Quando damos menos importância à Palavra de Deus e da Igreja, quando optamos por fazer o mal e não o bem.
Então ou sofremos os piores castigos, ou os piores tipos de mortes por arcar com as conseqüências de nossos erros e de nossa vida de futilidades.

São Paulo nos diz que o salário do pecado é a morte. Recebemos como conseqüência de uma vida desregrada, de pecados e vícios a morte como salário. Morte tanto do corpo, como da alma. Por outro lado quem opta por seguir e fazer o que Jesus quer possui vida em abundância, isso inclui a vida eterna.
Então não é Deus quem nos castiga, nós mesmos nos castigamos com nossos erros. Somos livres para escolher seguir o certo ou o errado, e as conseqüências dessa escolha depende única e exclusivamente de nós.

Segundo São Lucas, após este episódio, Jesus conta a parábola da figueira estéril. (Vs.6-9):
Um homem tinha plantado uma figueira, na sua vinha,  e, indo buscar o fruto não achou. Então disse o seu empregado: - Há três anos que venho procurando frutos nesta figueira e não encontro. Corte-a para que não ocupe inutilmente o terreno. Mas o empregado respondeu: - Meu senhor, deixa ainda este ano, eu lhe cavarei, porei adubo. Talvez dê frutos. Do contrário, corta-lha-ei.

Esta figueira de que Jesus fala, somos todos nós. Deus nos criou para que possamos dar bons frutos. Tem gente vive neste mundo e não faz nada, não trabalha, não estuda, não quer nada da vida e só vive fazendo o que não presta. Deus quer que sejamos frutuosos, isto é, que vivamos de acordo com sua  Palavra. Ele quer que os bons frutos cresçam em nós a amadureça. E isso só acontece se o nosso coração, se nossa vida for regada e adubada com seu amor. Para isso ele nos oferece meios para os quais temos condições de ser boas "plantas". Um desses meios é a Sagrada Escritura, o segundo a Igreja, o terceiro os Sacramentos. Pelos quais todos nós somos constantemente adubados com o amor de Deus. 

Deus é o dono da vinha e da figueira. Jesus é o viticultor que cuida desta vinha. A vinha é o Reino de Deus que começa já neste mundo. O terreno desta vinha é o nosso coração.
Jesus sempre está do nosso lado. Mesmo quando não somos capazes de produzir os frutos. Ele vem colocar seu "adubo" em nossas vidas. Como todo adubo é um composto de substâncias, o "adubo" que Jesus usa para nos fazer crescer e dar frutos é composto: Evangelho+Eucaristia+vivência dos Sacramentos+presença do Espírito Santo. Esta é a fórmula que nos torna capazes de produzir bons frutos. Sem eles o que que resta é a poda, da poda à lenha, da lenha à fogueira. 

Mas Jesus é esse viticultor, cheio de paciência, que luta até no último momento para que possamos nos converter e ser melhores. Jesus não quer cortar-nos de seu reino, Ele prefere esperar que possamos dar pelo menos um fruto, mas que esse fruto seja bom e agradável ao "dono da vinha", ou seja, Deus Pai.

E é por causa de nossa falta de fé, de esperança, de amor. É por causa do pecado que não somos boas "figueiras" . E quando vem as tribulações, quando sofremos os impactos da vida, quando sobrevêm a morte, aí achamos que Deus está nos castigando. Mas pelo contrário, somos nós que atraímos o castigo e a desgraças, são as nossas más condutas, nossos pecados e nossa vida totalmente ausente de Deus que nos leva ao vazio extremo, nos tornamos incapazes de ser felizes.

Mas você deve estar se perguntando...
Se Deus nos ama, porque então sofremos, ou melhor passamos pelo sofrimento?
Porque não encontramos respostas de Deus nas horas em que mais precisamos?
Bem... não é fácil responder esta pergunta sem um conhecimento interior. O fato é que quem passa pela experiência do amor de Deus sabe as respostas certas na hora certa e sabe vencer os sofrimentos da melhor maneira possível, porque tem fé. Isto é, acredita, confia e abandona no amor de Deus. Quem mais experimentou esse amor de Deus, quem mais pode provar este amor foi São Paulo, ele mesmo nos diz:     Que nos separará do amor de Deus? a dor?, a espada?, a nudez?, a fome?, a perseguição?, perigo? a espada? a morte? - mais adiante ele vai afirmar: se Deus é por nós quem será contra nós?
Por incrível que pareça Deus sempre está atento às nossas dificuldades. É por isso que para nos educar espiritualmente é necessário que passamos pela dor e pelo sofrimento, natural de todo ser humano. Deus sabe disso e é por isso que ele não poupou nem mesmo seu Filho que, enquanto homem também se fez um de nós, se encarnou, se igualou a nós em tudo menos no pecado. Aliás seu sofrimento na Cruz revela o quanto Deus quis se igualar a nós sofrendo como todo ser humano. Mas não ficou só na Cruz, se ficasse seria Deus um derrotado. Mas não! Ele passou pela morte e a venceu ressuscitando para nos provar que todo sofrimento tem começo meio e fim.
Assim conosco não seria diferente imaginar uma vida só de prazeres, de facilidades, de alegrias sem nada à conquistar no futuro. Ora! se Deus reserva o melhor para nós, e se sofrer faz parte de um plano superior é claro que Deus não deixará que o sofrimento nos vença. Pelo contrário, devemos vencer o sofrimento com Ele.

Assim como uma doença para ser tratada precisa de um bom médico e um bom diagnóstico. Muitas vezes o sofrimento precisa de um diagnóstico da alma, onde cada um deve se examinar espiritualmente. Quais os motivos que estão me levando a sofrer. Muitas vezes passamos pelo sofrimento físico, porque não há cura interior. Deus não interfere em nosso livre arbítrio, mas Ele nos mostra que muitas vezes o sofrimento, natural de todo homem, também é causado por chagas espirituais. Exige de nós uma libertação interior da alma. Por isso também o sacramento da Confissão é muito importante.
Mas se quisermos um exemplo de como vencer os sofrimentos devemos nos espelhar  em São Paulo. Ele mortificou em si o pecado, passou a viver para Cristo.
São Paulo se espelhou em um atleta de corrida. Para isso estabeleceu metas, estratégias. Ora, todos sabemos que o atleta para vencer precisa de esforço, precisa passar pelos sofrimentos, mas, sobretudo, precisa de uma boa estratégia e uma boa dieta se quiser vencer. Assim São Paulo tinha a sua meta:

 a) Permanecer sempre no amor de Deus, nunca perder a direção espiritual.
 b) Tinha uma relação íntima com Deus. Depois de sua conversão nunca se deixou enganar. Vivia para Cristo.
c) Sua estratégia era se afastar de tudo aquilo que o impedia de amar e servir a Jesus  Cristo.
d) Sua dieta era a riqueza da fé, a doçura da esperança e o brilho da caridade. Ele destacava que sem amor é impossível vencer os sofrimentos. Ele que experimentou esse amor de Deus nunca se deixou abater. A ponto de dizer: Quem nos separará do amor de Cristo? (...) "Ainda que eu tenha tudo, mesmo que eu fale a língua dos anjos, mesmo que tenha vigor de profeta, sem amor, eu nada seria!"
e) No sofrimento ele provou este amor, por isso não menosprezava o sofrimento, mas mortificando-os em Cristo, e pode afirmar: "Para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro!"
f) E para confirmar a vitória, depois de passar e vencer os sofrimentos, com amor imenso ele diz: "Terminei minha carreira, (venci a corrida) guardei a minha fé!"
g) E para aqueles que, assim como hoje, se acham derrotados pelo sofrimento ele diz: "Agora só me resta esperar a Coroa como prêmio que o Justo Juiz (Jesus) me dará!"

No entanto, podemos perceber que: para São Paulo a chave para vencer o sofrimento, é preciso estabelecer uma relação de amor para com Deus. Muitas vezes falta-nos experimentar esse amor, pois, quando estamos com Deus o sofrimento apenas é uma questão de tempo.