terça-feira, 31 de março de 2015

SOMOS CHAMADOS POR CRISTO AO DISCIPULADO - Chamados Para Anunciar o Reino de Deus!








Discípulo é aquele que segue alguém, tem que ser legal em suas ideias, atitudes, posições ideológicas e determinações existenciais. Resumindo, discípulo é aquele faz tudo o que seu mestre diz e tem o desejo de ser igual a ele. Procurando imitá-lo com fidelidade os seus ensinamentos.

Esta palavra aparece várias vezes no Novo Testamento e se refere aos seguidores de Jesus Cristo. Hoje todos nós pelo Batismo que recebemos somos seguidores de Jesus. Quanto aos Apóstolos esses antes foram discípulos de Jesus e depois se tornaram cooperadores na tarefa de organizar e conduzir a Igreja de Jesus Cristo.
Assim como o profeta tinha a autoridade de Deus para escrever e falar ao povo em nome de Deus, o Apóstolo no novo testamento, Jesus transfere esta mesma autoridade; ver 1 Tessalonicenses 2:13 e II Pedro 1:1, o apóstolo ; ver Efésios 1:1 e I Pedro 1:1. O Apóstolo é servo de Cristo, cooperador de sua palavra Palavra. Ele é o encarregado de partilhar a Fé em Jesus e o seu conhecimento nas Escrituras. Ele tem autoridade de Jesus para conduzir a sua Igreja, isto é o seu povo, pois faz parte do sacerdócio ministerial de Cristo e oferece para si e para os seus um sacrifício de amor e reconciliação.  
A Palavra que recebemos não vem dos homens mas do próprio Deus em Jesus Cristo e por isso somos chamados a sermos seus imitadores. Somos concidadãos do reino de Deus e em Jesus Cristo somos um só povo.
O discipulado noa chama a uma vida apostólica, em comunhão com Cristo que nos deu a graça da condição de filhos de Deus, fomos escolhidos desde antes da criação para sermos santos e irrepreensíveis, isto é nada pode nos repreender diante dos olhos de Deus. Ele nos deu sabedoria e nos revelou seu Filho a nós para que com Ele possamos reunir todas as coisas e fazer de todos um povo santo diante de Deus. 
Portanto, cabe a nós servimos em graça e santidade pois somos selados pelo Espírito Santo e Deus para anunciar em todo mundo a verdade evangélica.
Nossa herança é Cristo, nossa fé é Cristo e é por ele e nele que somos libertos do pecado e entramos na graça de Deus. Portanto, somos escolhidos, enviados a levar esta mesma graças a todos quantos queiram recebê-la.
Somos o Corpo de Cristo a sua Igreja é através de cada um de nós que passa o anúncio e o mistério da Redenção para tantos quantos que crerem sejam salvos.      

O discípulo é alguém que acompanha os passos do Mestre aprende com ele e para ele desempenha uma Missão. Isto é, propagar a fé e anunciar o Reino de Deus. Por isso sua tarefa não é uma profissão mas uma vocação, um discipulado. Na sua vocação de discipulado ele colabora com o Apóstolo a fim de nunciar o reino de Deus, reino de amor, justiça e paz.
Qual é a missão dada por Jesus aos seus discípulos? 
[Lc 10, 1-12.16 ss]



a) ORAÇÃO - vida de oração. Orar para que o reino de Deus chegue a todos sem distinção. Para que o Pai mande mais colaboradores para sua Messe.
b) ANUNCIADORES DA PAZ - Antes de tudo o discípulo é portador da Paz espiritual de Deus Pai. A paz não deve ser algo forçado, ela deve ser oferecida e cabe a cada um querê-la ou não. Porém as consequências de uma vida sem paz são muitas, disse Jesus. A paz deve ser acolhida as pessoas para aceitarem e viverem o reino de Deus devem estar em paz com Ele. Por isso Jesus pede que os seus discípulos sejam portadores da paz e lha ofereçam. Rejeitar a paz de Deus é sofrer as consequências daqueles que não aceitam Jesus. Pois junto com a paz também está o Espírito Santo.
c)  CURAR OS ENFERMOS - curar é um significado muito grande, mais do que isso é estar do lado dos oprimidos, dos sofredores é ajudá-los a superar suas dificuldades. Oferecendo-lhes a oportunidade de serem libertos não somente do corpo mas também da alma. Como Jesus devemos ter compaixão das pessoas, mas, mais do que isso ser solidário e interceder pelo que sofre para que seja liberto de suas enfermidades sejam elas físicas ou espirituais.
d) ANUNCIAR O REINO DE DEUS - importante lembrar que Jesus não pede que os discípulos falem dele logo de cara. Mas que anunciem uma nova proposta de vida, o seu Reino. O Reino de Deus está próximo. Muitos estudiosos enxergam aqui o anúncio da Parusia ( segunda vinda de Cristo), pode ser também. Mas anunciar que o reino de Deus está próximo é mostrar que Jesus já entrou na vida de quem você está evangelizando. E que cabe a cada um conhecer e fazer parte deste reino, aceitando o Senhor Jesus  participando da vida da Igreja. De forma que o reino de Deus começa a existir a partir do momento em que a pessoa  começa a conhecer Jesus e a fazer dele o essencial para sua vida. Asim realmente o reino de Deus já está próximo de cada um de nós basta aceitar e viver este reino já neste mundo passando-o a viver sua continuação definitivamente no Céu. Isso acontece quando depois de batizados e introduzidos na vida da Igreja, na observância  da Lei de Cristo e sua Igreja. Vivendo então os valores do Evangelho e passando por uma sincera conversão. Deixando o pecado e vivendo uma vida reta e santa. É tarefa do discípulo oferecer o reino de Deus e é feliz quem o aceita.

O discípulo é propagador do reino de Deus. Ele não tem salário, nem casa. É enviado a ser missionário do reino de Deus a todo mundo. Sua missão é colaborar para que o reino de Deus chegue a todos os lugares, todas as famílias.
Nós cristãos temos que tomar cuidado com pessoas que ainda que se dizem serem cristãs mas cobram pelos serviços religiosos prestados. Você já deve ter visto em muitas denominações cristãs a lei do "pagar para se obter uma graça". "Pagar para obter um serviço religioso" - Mas somente quem não fala em nome Jesus , mas em nome de seus interesses particulares podem tirar vantagem do anúncio do evangelho. O verdadeiro discípulo nunca deve exigir nada, cobrar nada pelo bem que faz, nem pelo anúncio do evangelho.
O que acontece com as igrejas cristãs hoje é uma verdadeira "torre de babel" onde cada qual quer aparecer mais, ganhar mais, lucrar mais e não importa o conteúdo se é verdadeiro ou falso, não importa as obras se são boas ou más, mas para estas o que importa é o lucro é a venda da fé e o monopólio não do evangelho gratuito, da salvação, mas, o evangelho das propostas de vida fácil em nome de um Jesus cada vez mais milagreiro que resolve tudo. Esse "Jesus" que está a mercê de nossos interesses, dos lucros das suas igrejas, não é aquele Jesus que a mais de dois mil anos disse que o verdadeiro discípulo é aquele que vive daquilo que lhe darem, não tem pão, sacola, alforge e o que ganha de graça deverá dar de graça. Não é aquele Jesus que quando interrogado onde morava ele mostrou o mundo. Se o mundo é a casa do Filho de Deus, porque construímos casas de barro e pedra que chamamos de "igrejas" para explorar os fiéis, para cobrar caro nossos dízimos, para lucrar em cima da fé das pessoas?

O mandado de Cristo, "Ide fazei discípulos todos os povos!" não significa por nas mãos de alguns o monopólio sobre Jesus, mas significa levar aos homens a proposta de um mundo novo com liberdade de expressão sem o escravismo judaico que antigamente obrigava as pessoas a uma fé radical, uma observância cega e hipócrita das Escrituras, matando a palavra de Deus e jogando fardos pesados da lei nos ombros dos mais pobres. 
A nova Lei de Jesus que o discípulo deve levar consigo e anunciar é a lei do amor, nada além do amor. Esse amor que levou Jesus ao extremo da morte de cruz e que deve chegar a todos os povos para que todos sejam congregados nele ao Salvador. 

Ah, mas você diria:
Então porque existe a Igreja enquanto instituição?

Ela existe a partir da necessidade que Jesus teve organizar o seu povo. Mas necessariamente precisamos dela para pregar o evangelho. Se ela existe é para nos auxiliar a viver a fé. Ela é muito importante, tão importante que São Paulo a compara com um corpo vivo, cuja cabeça é o próprio Cristo. Ora, você já viu um corpo sobreviver sem a cabeça? A Igreja é assim, nós somos o corpo de Cristo ele é a cabeça que guia esse corpo. Como em todo corpo existem órgãos especiais que ajudam a cabeça a dar vida a esse corpo de modo que ele sobreviva bem. Na Igreja de Jesus o mesmo acontece, esses órgãos especiais são os pastores, ou seja, os bispos que organizam e tem autoridade de Jesus para guiar esse "corpo místico" que é a Igreja isto é cada um de nós.
Pode um corpo sobreviver sem se alimentar, sem absorver os nutrientes necessários para a vida? Claro que não! Assim acontece na Igreja, o "corpo místico" de Cristo precisa se alimentar, esse alimento nos é dado, a Eucaristia, ela é o Pão Vivo que sustenta a Igreja. Por isso mesmo que Jesus se dá em alimento para dar força e vida a esse seu "corpo". Os nutrientes são os sacramentos que através do Espírito Santo santifica e Igreja. Ele é a alma desse Corpo Místico, é ele quem rege a Igreja. 
O Cristão dificilmente se salva se não for através da Igreja, pois é através dela, por intermédio dos Sacramentos que o Espírito Santo nos santifica. Eles são canais da graça de Deus. 
Por isso é muito importante que cada um depois de evangelizado conheça e procure viver a sua fé, procure buscar na sua Comunidade Igreja a melhor forma de servir a Deus. É na Comunidade-Igreja que através da qual somos convidados a meditar, celebrar e evangelizar. E é nela também que podemos exercitar nossa fé e nosso serviço aos irmãos. Por isso que precisamos dela. Nenhum cristão de verdade pode estar sozinho e isolado neste mundo. Todo cristão e verdade após o batismo torna-se membro de uma Comunidade Cristã, isto é, a Igreja e nela chamado a viver os valores do evangelho: Amor, Caridade e Serviço.           
Se lermos o Livro dos Atos dos Apóstolos vamos ter o exemplo clássico do que é uma Comunidade Cristã e que a primeira ideia de igreja surge quando os irmãos reuniam em grupos de para fazerem orações, partir o pão (celebrar a Eucaristia) e dar assistência aos necessitados. At2, 42.45.46-47. Essa é a primeira ideia de Igreja. Ela vem antes do templo construído de pedra e tijolos. E é nessa Igreja que estão os discípulos de Jesus que segundo o mesmo texto oravam, meditavam a Palavra de Deus, faziam caridade e não possuíam bens. Mais tarde vamos perceber que a palavra "igreja" aparece no livro do Apocalipse e dá  a ideia de um novo povo, um grupo maior de pessoas que vivem a mesma fé em Cristo. E a esse caberia a João levar a mensagem com que Cristo de revelou através das muitas visões.
Naquela época ainda não existia um culto divino católico como existe hoje e que chamamos de Santa Missa, mas já existia uma enorme união em torno da mesa da palavra e da Eucaristia. E só pelo fato de terem em seu meio Jesus Eucarístico essa Igreja pode crescer e vencer todos os obstáculos e até as perseguições. Os cristãos do primeiro século eram unidos numa fé inabalável no Senhor Ressuscitado.    

A palavra Igreja ou Eclésia ou Igreja define portanto dois significados, no entanto se remete a um só: cada um de nós, Igreja de Cristo, morada do Espírito Santo.
Neste sentido Cristo nos congrega num só povo sem distinção, nos faz membros de um corpo vivo com uma cabeça viva que nos guia, que é Jesus Ressuscitado com uma alma que é o próprio Espírito Santo
  
Com o passar dos séculos muita gente se distanciou deste mandado de Jesus e com isso a Igreja, o discipulado perdeu sua essência. Claro que com a Organização social da Igreja em todo mundo, alguns homens e mulheres procuraram organizar grupos, (como os Franciscanos, por exemplo) que vivessem essa espiritualidade, isto é, a pobreza, a abnegação das riquezas e o anúncio do Evangelho de Cristo de um jeito mais humano e autêntico de modo a transmitir aquele Cristo humano semelhante aos homens que ora escolheu 72 homens para anunciar a Boa-Nova, para serem portadores da sua Paz.          
  
Jesus fundou a Igreja como suporte para a nossa fé.
Escolheu os Apóstolos e os fez governantes de seu povo a esses deu o poder de zelar pelo povo de modo a conduzi-lo na fé, cuidasse da Tradição e organizasse o povo cristão de modo a oferecer o santo sacrifício em seu nome até que ele venha. Escolheu a Pedro, André, Tiago, João, Judas Tadeu, Tiago, Bartolomeu, Simão, Judas Iscariotes (mais tarde substituído por Mathias), e Mateus. Os fez sacerdotes ministros da Palavra. Essa Igreja continua sua missão. 
  
O  discípulo é aquele que está à frente da igreja para anunciar a verdade do reino de Deus. Como João Batista, ele é o precursor de algo novo, propagador do Evangelho de Jesus, e portanto, do amor de Deus

Ao mesmo tempo o que faz de cada um de nós templos (Igrejas) vivas do Espírito Santo. É Ele quem nove a Igreja.
Nós não estamos sozinhos, Jesus prometeu estar conosco. Jesus assiste sua igreja. É através do Espírito santo que somos enviados e por isso mesmo, o verdadeiro é aquele que separado pelo Espírito Santo é diferente de qualquer outro "falso anunciador" da Palavra.

Quando vemos diversos homens e mulheres cobrando favores religiosos de seus fiéis, explorando a fé do povo vendendo milagres, curas e bênçãos. Essas pessoas não são discípulos de Cristo, são mercenários, ladrões e saqueadores frutos de uma mente diabólica, não estão do lado de Cristo, embora pregue que estão. Seus objetivos são exploração e busca de vida fácil e conforto em cima da exploração da fé fazem da "casa de Deus" que um antro de perdição e comércio. Vendem de tudo, mas não oferecem nada. Jesus lhes dá a salvação de graça por amor. Eles cobram por ela com juros altos, com dízimos altos. Obrigam o pobre a ficar miserável, para construir uma fé rica, seus templos ricos, sua família rica. Esses não são os verdadeiros discípulos de Jesus, são mercenários, ladrões e saqueadores da fé do povo. 

Pelo contrário a verdadeira Fé parte da identidade do Cristo que abnegado de si mesmo sujeitou-se a pobreza e à humilhação por amor aos homens.
O filho de Deus negando-se a si mesmo, exaltou a humanidade vencendo o pecado e a morte. Ele nada exigiu senão anunciar a Boa-Nova do reino de Deus. Plantar a justiça, anunciar a paz, curar os enfermos, expulsar os espíritos impuros, fazer discípulos, batizar... 
O verdadeiro discípulo é aquele que tendo por este mandado também é aquele que não vivendo para o mundo está no mundo para ser sinal da presença da graça salvadora de Deus. 
Por isso mesmo que a Igreja diz que o cristão batizado sendo chamado a ser discípulo de Jesus pelo sacramento da Crisma, é colocado, impregnado nele a face salvadora de Jesus. Para que seja um outro cristo neste mundo. Sendo assim cabe ao cristão agir como Cristo fez. 
Se quisermos espelhar nisso, recorremos a vida de muitos santos como São Francisco de Assis, São João Bosco, São José de Anchieta, Santa Paulina, Santo Afonso de Liguori,  etc. Que nos dão verdadeiros exemplos de missionários. Esses santos nos ensinam cada um a seu modo e ao seu tempo como é ser verdadeiro discípulo de Cristo.                             



A MISSÃO
Jesus escolhe a princípio 72 discípulos estes por sua vez deveriam conviadar a outros, mais e mais. Os manda de dois a dois, para que um confirme o outro na fé e os dois se ajudem sem desanimar. A tarefa de evangelizar pode ser bela mas exige de cada certos esforços, por isso, é necessário que estejam em par, um ajudando o outro com a mesma autoridade.
Jesus continua chamando seus discípulos, homens e mulheres. Somos chamados pelo batismo a ser discípulos de Jesus e a Crisma nos confirma esse discipulado.
Esse é o ministério de todo verdadeiro crente. É tarefa nossa! Nós cristãos pertencentes a única verdadeira Igreja de Cristo, a Igreja Católica. Jesus nos dá esse ministério que muitas vezes deixa-nos para os outros cristãos. Mas é tarefa nossa anunciar o reino de Deus. 
É interessante observar que já no tempo de Jesus existia os discípulos que Jesus escolheu diretamente e os que Jesus não tinha escolhido, poderemos chamar aqueles outros de "simpatizantes", Jesus não os repreendeu, pois eles também acreditavam em Jesus e ajudavam a pregar o Evangelho. 
Por isso, não vamos pensar que só nós católicos temos monopólio do Evangelho mas todos os cristãos batizados são discípulos de Jesus, sejam católicos ou protestantes, ou evangélicos. 
Jesus chamou os discípulos antes de formar o grupo dos 12 Apóstolos, não foi ao acaso. Mas  porque eles deveriam preparar o terreno para que mais tarde a Igreja se formasse. São os discípulos os responsáveis pela propagação do reino de Deus. Mais tarde os Apóstolos ajuntariam esse rebanho para organizar as igrejas, as comunidades dos crentes.

Os evangelistas colocam esse chamado em destaque porque toda missão da Igreja passa antes pelo discipulado. Esse é o método de Jesus e o método da Igreja. Uma comunidade cristã sem discipulado não dura muito tempo, pois, o discipulado é a base para formação da comunidade cristã.

Como você apresenta uma pessoa importante para alguém?
Você apresenta logo de cara ou prepara a outra pessoa para recebê-la?
Quando apresentamos uma pessoa importante, antes, temos que preparar um ambiente de acolhida não é assim? Quando anunciamos a palavra de Jesus,  as pessoas que vão conhecer  devem estar preparadas em paz e de coração abertos. Vou contar uma estorinha para você caro leitor entender:

Um dia numa grande empresa multinacional, os funcionários recebem a notícia que um sócio internacional muito rico e importante iria visita-la pela primeira vez para conhecer bem seu trabalho e a sua produção no País.
O gerente geral, foi instruído pelos diretores para que preparassem os seus funcionários a fim de que quando chegasse a visita ilustre tudo corresse bem.
Todos deveriam estar limpos, com uniformes novos. O ambiente deveria estar limpo e bem cuidado. Deveriam se preciso corresponder aos gestos de cordialidade dado pelo ilustre visitante. Pois, disso dependeria o sucesso dos negócios, bem como o aumento de produção e a manutenção dos empregados. E assim foi feito. Quando chegou o ilustre visitante ele ficou impressionado e quis conhecer de perto quem eram os responsáveis pelo bom andamento da fábrica.

Todos nós somos chamados por Deus a dar nossa parcela de contribuição para que cresça o reino de Deus no mundo. Nosso coração deve estar sempre preparado para conhecer e receber Jesus e o Espírito Santo é aquele que visitando nosso coração quer morar nele. Por isso nosso coração sempre estar bem limpos de modo que Jesus possa se achegar e encontrar em nós realmente pessoas de fé e cheia de compromisso com seu reino.  Não só nós, mas também devemos ajudar as pessoas a conhecer, amar e aceitar nosso Senhor Jesus.    

O DISCÍPULO É AQUELE QUE CONHECE JESUS E FAZ A EXPERIÊNCIA DO REINO DE DEUS

Como anunciar Jesus e o reino de Deus às pessoas se não fizermos experiência dele? Como ser promotores da paz de Jesus se não formos pessoas comprometidas com a paz?
Como falar de Jesus às pessoas se não o conheço de fato?

O processo para se tornar um verdadeiro discípulo de Jesus é passar primeiro pela conversão. É preciso mudar nossas atitudes procurando imitar ao máximo o Mestre.
Zaqueu era um rico desonesto, quando aceitou Jesus na sua vida e de fato o conheceu deixou sua vida mundana, procurou agir com justiça com aqueles que tinha prejudicado e seguiu o Mestre.
Mateus era um cobrador de impostos, desonesto, e foi tocado pelo chamado de Jesus e se tornou um verdadeiro Apóstolo.

Temos que aprender ser verdadeiros cristãos. Em Efésios 2, 1-8.12-20 - São Paulo nos orienta e nos ensina:
 "E vós outros estáveis mortos por vossas faltas, pelos pecados. Mas Deus que é rico em misericórdia impulsionado pelo seu grande amor com que nos amou, quando estávamos mortos em consequência de nossos pecados, deu-nos a vida juntamente com Cristo - é pela graça que fomos salvos. Juntamente com ele nos ressuscitou e nos fez assentar nos céus, com Cristo Jesus. Ele demonstrou assim pelos séculos futuros a imensidão das riquezas de sua graça, pela bondade que tem para conosco em Jesus Cristo. Porque é por gratuidade que fomos salvos, não por nossos méritos, mas por puro dom de Deus" (...) "Lembrai-vos pois, que outrora vós gentios por nascimento, que sois chamados incircuncisos por aqueles que se dizem circuncidados, os que levam na carne a circuncisão feitas por mãos humanas. Lembrai-vos de que naquele tempo estáveis sem Cristo, sem direito à cidadania de Israel, alheios às alianças,sem esperança na promessa se sem Deus neste mundo. Agora porém graças a Jesus Cristo, vós que estáveis longe, vos tornastes presentes pelo sangue de Cristo. Porque é ele nossa paz, ele que dois povos fez um só, destruindo o muro da inimizade que nos separava, abolindo na própria carne a lei, os preceitos e as prescrições. Desse modo ele quis unir em si mesmo dois povos em uma única humanidade nova pelo restabelecimento da paz, reconciliá-los ambos com Deus, reunidos em um só corpo pela virtude da Cruz, aniquilando nela a inimizade. Veio para anunciar a paz, vós que estáveis longe da paz, e a paz aqueles que estavam por perto; porquanto é por ele que ambos temos acesso junto ao Pai num mesmo espírito. Consequentemente, já não sois hóspedes nem peregrinos, mas sois concidadãos dos santos e membros da família de Deus, edificado sobre o fundamento dos Apóstolos e profetas, tendo por pedra angular o próprio Jesus Cristo."





São Paulo está a nos dizer que se o pecado tinha nos condenado e nos destinado à morte eterna, Deus nos amou tanto a ponto de nos oferecer gratuitamente a salvação. Não porque merecemos, mas porque ele nos ama.
Esta é a grande diferença de sermos cristãos. Porque Deus nos libertou não só dos pecados, mas das leis que nos separavam. Isto é, pela lei de Moisés, os povos pagãos (os de fora de Israel) não podia se aproximar de Deus se não fosse circuncidado na carne. Eram então tidos como pecadores, impuros. Mas o que fez Jesus? Ele estabeleceu uma Nova Aliança quebrando as leis antigas, congregando todos os povos judeus ou não em um só povo. Essa aliança firmada no seu Sangue anula a antiga lei para uma só Lei. Jesus então se torna a própria lei, e estabelece uma só Igreja, um só povo congregado em seu amor. Foi para isso que ele nos salvou morrendo na Cruz. Jesus é a pedra angular. Isto é ele é o nosso Senhor e Deus. E é a sua lei que devemos seguir. Em Jesus todos temos acesso pelo batismo à Salvação. Somos um só povo, o povo cristão  não pela circuncisão, mas pela graça do batismo e quem nos congrega é o Espírito Santo.
Jesus não aboliu a lei dos profetas, mas ele aperfeiçoou estas leis, onde faltava amor Jesus veio nos mostrar que se quisermos ser verdadeiros filhos de Deus e verdadeiros cristãos devemos amar acima de qualquer lei. Onde faltava paz, Jesus veio nos dar a paz a todos judeus e não judeus. E nos devolver o direito a sermos santos. E por fim, São Paulo deixa claro que nossa Lei é sustentada no fundamento dos Apóstolos e não mais de Moisés.
Por isso que nós católicos não seguimos certos preceitos do Antigo Testamento, como guardar o sábado por exemplo. Porque Jesus veio nos dar uma nova Lei.
Também Para São Paulo não é marcando o corpo (a carne) que seremos congregados na família de Deus, mas devemos ser congregados no Espírito Santo pelo batismo é que fazemos parte da família de Deus e nos tornamos discípulos de Jesus.
O que nos salva é a Fé, mas a fé em Jesus. Pois é através de Jesus que fomos salvos. Somos agora cidadãos do Céu. Isto é, Jesus Cristo nos devolveu pela sua morte na Cruz o direito de viver com ele no seu reino.

Somos convidados a conhecer nosso Senhor Jesus Cristo e chamados ao seu discipulado. Mediante a doutrina dos Apóstolos somos edificados numa só fé, numa só Igreja, numa só doutrina.
Formamos o corpo de Cristo templos de Deus. (Ef 2, 22)
Devemos guardar a unidade e a santidade onde haja um só Senhor e um só batismo. Nosso discipulado parte do princípio que a Igreja é uma só, a congregação dos batizados, o Corpo Místico de Cristo. Não há "Igrejas" e sim a "Igreja" de jesus Cristo. Essa Igreja confirmada nos Apóstolos como disse São Paulo é a Igreja Católica. É nela que somos chamados a viver o verdadeiro discipulado. Não podemos ser discípulos autônomos, nem achar que somos autorizados para criar igrejas, porque Jesus criou uma só Igreja. É nela que está a pedra angular que é Jesus, e a rocha a qual ela foi solidificada que é Pedro.
(Cf. Mt 16, 17) (Jo 21, 15-17).

O DISCÍPULO DE JESUS É AQUELE QUE:

a) Busca conhecer Jesus e o aceita em sua vida.
b) É batizado e introduzido no seio da Igreja.
c) Vive os valores do Reino de Deus.
d) Participa dos Sacramentos.
e) Trabalha em prol do reino de Deus.
f) Coopera com sua Igreja.
g) Anuncia a Boa Nova do Evangelho com gestos, palavras e ações.
h) Vive a unidade da fé que recebeu no batismo.

Faz parte do discipulado conhecer  a salvação. Ela é tudo que o ser humano pode requer como prêmio por servir e seguir Jesus Cristo. Aceitar de verdade Jesus Cristo através de um processo radical de conversão. Sem volta, pois aquele que diz seguir Jesus, mas se arrepende este não é digno do Reino de Deus. A conversão é um ato soberano de Deus (1Cr 5, 18-19); mas é nosso dever zelar por ela. Não podemos nos afastar da conversão, isto deve ser feito dia a dia. É um processo contínuo. Embora a salvação seja um ato de misericórdia de Deus, devemos mediante recebê-la mediante a fé e as boas obras.
É importante lembrar que a Bíblia diz:
Sem Jesus não poderíamos nos salvar. Pois a salvação depende exclusivamente de Jesus.
Esta salvação custou muito caro. Custou a vida de Jesus. Foi Jesus que morreu livremente na Cruz para nos salvar. (Jo1, 29) Ela não é mérito humano mas dom de Deus que nos amou em primeiro lugar (Ef 2, 8-9).
Todos precisamos da salvação.
O pecado de nossos primeiros pais nos tirou essa graça,mas Jesus nos devolveu na Cruz do Calvário.


Quais as consequências do pecado para a humanidade? Gên 3, 1-24
O pecado entrou no mundo através de nossos primeiros pais, Adão e Eva. Tendo satanás investido contra o homem e o seduzido a pecar. Desobedeceram a Deus e por consequência sofreram com a expulsão do Paraíso tendo que responder pelos seus atos passando a conhecer as dores e o sofrimento. Desde então a humanidade sofre como em dores de parto. Não havia salvação para o homem de tal maneira que a humanidade entrou em decadência. Deus então precisou intervir, pois amava o que ele criou. Foi prometido um Salvador que em tempo oportuno nasceu de uma mulher. Um varão santo e justo seu Filho se encarnou no seio da Virgem Maria. Jesus veio trazer a salvação já que o homem estava perdido e por si só não podia se salvar. Deus cumpriu sua promessa. Jesus é a revelação do Pai e através dele ganhamos o direito de sermos filhos de Deus pela graça. (Jo1,12.14.16-17)

Porque é importante a salvação trazida por Jesus?

A Salvação trazida por Jesus é importante porque ela não só nos dá o direito de entrar novamente no Céu, como nos reconcilia os homens com Deus Pai. Jesus pagou por nossos pecados na Cruz, portanto não temos mais que ser acusados por satanás. Ele é a Luz do mundo. Isto é, nós que antes estávamos nas trevas do pecado agora recebemos a luz que é Jesus Cristo. (Jo1, 3)
Pela salvação somos justificados. Isto é Deus absolve o homem dos seus pecados, declarando-o justo, justificado. Desta forma Deus reconcilia conosco através de Jesus.
O que o homem não pôde fazer, Deus através da justiça de Cristo, verdadeiro Homem e verdadeiro Deus concede ao ser humano a graça. Rm 5, 17-19.
Um outro aspecto importante é a regeneração. Antes da Salvação o homem era inimigo de Deus. Pelos méritos de Cristo, pela sua Paixão, Morte e Ressurreição a salvação foi dada e o homem muda sua condição, ele se torna filho de Deus, membro de sua família e parte viva da Igreja. (Jo1, 12) O homem morto pelo pecado renasce pelo Espírito Santo para uma nova vida, a vida eterna.  Mediante ao arrependimento pela justiça de Cristo o homem é adotado como Filho de Deus.
Morto pelo pecado é renascido em seu interior; mediante o arrependimento ele é restaurado e introduzido no seio do Pai. Isso só foi possível graças ao Sacrifício Salvífico de Cristo na Cruz. (Jo3,3-8)
E por fim o mais importante pela Salvação somos chamados a Santidade. Em comunhão com Deus e os irmãos, abandonando as práticas do pecado, abrimos nosso coração e o Espírito Santo entra em nosso ser para nos fazer santos. A santificação é refletida no interior e no exterior do cristão. (2Cr5,17)
Vamos assistir esse vídeo onde Padre Fábio de Melo nos explica sobre a Salvação.   




 

Porque precisamos dela?

Precisamos dela porque embora Jesus tenha morrido por nós, a Salvação é dom de Deus, mas deve ser conquistada. É vivendo os valores do Evangelho, vivenciando e praticando a fé que seremos salvos. O preço Jesus já pagou mas cabe a cada um de nós fazer o esforço necessário para merecer tomar posse dela, cumprindo o que Jesus ordenou. A Salvação depende da nossa fé, aceitar o Senhor Jesus é aceitar a própria salvação. Enquanto caminhamos neste mundo até o Paraíso somos pecadores chamados a viver a santidade. Por isso a Salvação é algo a se buscar dia a dia. Ela requer de nós um compromisso ainda maior com Deus e com os irmãos.
Vamos assistir o vídeo onde Padre Fábio de Melo nos ensina sobre o Sacrifício de Jesus na Cruz:







O DISCÍPULO  E A MISSÃO

Todo cristão é chamado a trabalhar em prol do reino de Deus de forma que cada um exerça seu ministério na Igreja cada um ao seu modo com seus dons e carismas. Enquanto discípulos pertencemos a mesma Fé da Igreja e a mesma Constituição Apostólica a Igreja Católica. Fé que deve ser demonstrada com nossos trabalhos. Somos a Igreja viva de Cristo seu Corpo Místico. Essa é uma das graças que Cristo nos oferece. É na Igreja que somos a chamados a viver. Como verdadeiros filhos de Deus e irmãos de Jesus.
A Igreja possui uma organização eclesiástica, a nossa missão é a de ser discípulos, isto é anunciadores do reino de Deus. Os bispos são nossos pastores e sucessores dos Apóstolos aos  quais Jesus confiou a sua Igreja enquanto Instituição religiosa; e o Papa é o chefe, o vigário de Cristo na terra e sucessor de Pedro.
A Igreja de Jesus é formado por diversos Ministérios, mas todos fazem parte de um só discipulado.
Existem os ministérios ordenados - que  cabem aos sacerdotes e aos bispos.
E os ministérios não ordenados - que cabem aos leigos - nesse ministério estão o discipulado que podem ser exercidos nos diversos serviços pastorais de nossa Igreja.
Jesus Ressuscitado,  dá uma ordem aos seus discípulos com autoridade: (Mt 28, 18-19)
"Ide por todo mundo, pregai o Evangelho, batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai a observar tudo quanto vos prescrevi..."

O QUE É E QUAL O OBJETIVO DA IGREJA?


Conduzir o povo de Deus no caminho da salvação. Igreja vem do latim que quer dizer Eclésia. Grupos de pessoas que saíram do mundo (espiritual) para seguir a Jesus Cristo. Os que fazem parte da Igreja são os cristãos eleitos, os santos,  todos os batizados são chamados a pertencer a Igreja de Cristo em uma só unidade, um só Senhor,  um só culto e uma só doutrina. Não existe "igrejas" e sim a Igreja de Jesus Cristo. A esta Jesus a firmou sobre o governo de Pedro e deu a ela o poder de instruir o povo de Deus e celebrar a Eucaristia. Cristo é o chefe e o Papa seu legítimo representante, os bispos são sucessores diretos dos Apóstolos, portanto são nossos pastores. É na Igreja que reunimos para celebrar a Eucaristia e nos bastecer da Palavra de Deus. A missão da Igreja é contribuir para o bem comum de todos os cristãos, fortalecer-nos na fé e confirmar-nos no amor de Deus através dos Sacramentos ela nos proporciona meios para viver uma vida reta e santa.
Na Igreja vamos também para orar: Adorar, Louvar, bendizer, agradecer  e pedir as garças necessárias a Deus e a Jesus para  nossa vida física e espiritual. A Igreja também  é o Corpo Místico de Cristo, e o Espírito Santo caminha conosco até os fins dos tempos. (Mt 28,19). Somos templos vivos do Espírito Santo. O Espírito Santo é a alma da Igreja e é quem a santifica e a mantém unida. É Ele quem inspira, conduz e move a Igreja de Cristo. É Ele também que nos abre as mentes e os corações para fazer a obra de Jesus acontecer. Ele caminha conosco desde a eternidade e foi enviado por Jesus para assistir a Igreja até a sua volta. 
A Igreja é chamada em 2Cr11, 2. Como uma noiva virgem a espera do esposo, que é Cristo. Nela acontece a festa da Ressurreição, pois Jesus se faz presente na Eucaristia. Cristo amou a Igreja e se entregou por ela, ou seja por amor a nós, Cristo se entregou e se dá em alimento. Nenhum cristão católico pode dizer que é cristão se não participa da Igreja. Ef5, 25.
A Igreja foi criada por Jesus para que nela possamos cultuar a Deus, para aprender a plavra de Deus e para levar a salvação a todos. Ela existe para completar a missão de Jesus na terra até que ele venha celebrar um culto perpétuo a Santa Missa.
Na Igreja também aprendemos a ser fiéis e obedientes a Deus. Ela nos ajuda a caminhar na santidade rumo à Pátria definitiva,isto é, o Céu.
Jesus criou a Igreja e nela estabeleceu seus pastores que nos orientam, nos animam e nos  confortam na fé que receberam dos Santos Apóstolos.
Por isso ela é única. Pode haver várias comunidades cristãs , mas, a Igreja de Cristo (enquanto instituição) é uma só! 

IMPORTANTE SABER:
Igreja escrita com "i"  minúsculo (igreja) se refere ao templo, a casa onde reunimos para fazer as orações, celebrar a palavra de Deus e realizar o santo culto ou seja a Celebração da santa Missa.
Igreja com "I" maiúsculo (Igreja) significa o templo vivo de Deus, ou seja todos nós batizados. E também se refere a Constituição Apostólica, os bispos, o clero (padres)e os religiosos

A Igreja de Jesus nasceu em Pentecostes. A tarefa da Igreja é evangelizar. Foi essa a ordem de Jesus quando chamou seus discípulos e depois da ressurreição instruiu mais uma vez: "Ide e evangelizai!"
Há uma falsa ideia quando pensamos que as pessoas devem vir à igreja para se converterem e se tornarem cristãos. Não é assim. É missão da Igreja levar o evangelho a todos os povos, todos os lugares devem conhecer Jesus e seu Evangelho. Não é tarefa do discípulo ficar de braços cruzados esperando que as pessoas busquem conhecer a Cristo e a sua Igreja.
Muitos templos estão vazios porque possui muitos discípulos acomodados por aí sem trabalhar. Hoje através dos meios de comunicação podemos formar um rebanho ainda maior para o Senhor Jesus. A internet, o rádio, a TV ... hoje você está sendo evangelizado porque a internet propicia isto para você. Mas é necessário ainda estabelecer um contato corpo a corpo, testemunhar com nossos atos e nossa boca as maravilhas de Deus.
Porque é importante trazer as pessoas para a igreja? É importante trazê-las para a igreja porque é na igreja que elas terão a oportunidade de conhecer melhor a Palavra de Deus. É na igreja que elas terão acesso aos bens necessários para a conversão e a prática da Fé. Por isso é necessário que se sintam amadas e acolhidas.
Não é tarefa dos pastores somente levar Jesus às pessoas. É tarefa de todos nós batizados. Todos nós crentes em Jesus devemos usar de nossa autoridade dada por Jesus para levar Jesus as pessoas.
Uma vez batizados somos compromissados  com Cristo nessa tarefa. Deus quer que todos seus filhos se reúnem em torno de sua mesa para comungar do mesmo Corpo.
Não é a Igreja que salva, a salvação é dada diretamente por Jesus. Mas a Igreja existe, e foi criada por Jesus, para nos garantir esse direito, para que em nossa caminhada não desviemos do caminho da salvação, afinal ela começa aqui e se perpetua na eternidade. 

IGREJA (povo de Deus) A SERVIÇO DE TODOS OS SERES HUMANOS

(de: Ms. Tarcísio Justino Loro) 


A Constituição Pastoral Gaudium et Spes forma um todo com a Lumem Geuntium. Materialmente é um documento mais longo do Vaticano II. Com ele o Concílio quis mostrar claramente que o caminho da Igreja passa pelo ser humano.

A Gaudium et Spes apresenta, por assim dizer, a base antropológica da eclesiologia conciliar. A Igreja do Verbo Encarnado. E, em certo sentido a continuação da encarnação. Pela encarnação, o Filho de Deus, afirma a constituição pastoral, se uniu a cada ser humano. Assim, a revelação de Deus é, ao mesmo tempo, revelação do homem.

Cristo revela, antes de tudo, a dignidade sagrada do ser humano. Ele possui uma vocação divina. Encontra-se numa relação única com Deus. É seu filho não só no sentido de que Deus é criador de tudo que existe. O ser humano é filho no Filho de Deus que se encarnou. Com seu mistério pascal, Jesus demonstrou ainda que nossa condição definitiva não é a morte. É a ressurreição.

Ao entrar na comunidade humana, o Filho de Deus tornou-se solidário a nós. Santificou nossas relações humanas. Usou as categorias humanas para falar do amor do Pai, para anunciar o seu projeto de justiça, de fraternidade e de paz.
Com a Gaudium et Spes  a Igreja dá mais um passo qualitativo na compreensão de sua missão. Ela está a serviço não só dos seus membros, mas de todos os seres humanos, independente de raça, de religião, de regime político.     

Apresentamos agora, alguns princípios eclesiais:


a) A pessoa de Jesus deve ser a medida da dignidade da pessoa humana e o fundamento de sua promoção.  
Se, pela encarnação, ele se uniu a cada ser humano, a sua dignidade, a dor ser humano, não significa apenas que ele possa ser tratado apenas como meio, não possa ser manipulado como se fosse uma coisa. Significa que possui uma dignidade sagrada, que envolve nossa relação com Deus. A promoção humana, por sua vez, não deve restringir-se apenas ao econômico, ao político e ao cultural. Deve envolver-se também a dimensão transcendental e religiosa do ser humano.

b) Vinculação íntima entre evangelização e promoção humana. Trata-se segundo a Evangelli Nuntiandi, daquelas razões de ordem antropológica, teológica e evangélica. No plano antropológico, se recorda que o homem e a mulher a serem evangelizados não são seres abstratos, mas inseridos na realidade social e econômica. No plano teológico, não podemos dissociar a ordem da criação da ordem da redenção. No plano evangélico, podemos citar a caridade. Ela envolve a relação não só entre indivíduos, mas também entre grupos sociais entre os povos. A caridade tem uma dimensão política, econômica, pedagógica e, até mesmo, ecológica.
A caridade pode ser expressa também pelo vocábulo solidariedade. Esta não é mero serviço ao próximo, mas comunhão com ele, com seu sofrimento, som seu anseio de libertação. É fidelidade a Jesus Cristo, que repartiu o pão multiplicando a multidão, curou os enfermos, passou fazendo o bem na expressão do livro dos Atos (Cf. At10, 38), ele o Bom Samaritano, que nos julgará, tomando como critério o amor para com os pequeninos da terra. Esta passagem do evangelho mostra claramente que a caridade, a solidariedade, tem uma dimensão soteriológica.
A introdução do pecado na história rompeu com a solidariedade, atingiu negativamente a harmonia ecológica, provocando tantos males individuais e coletivos. Restaurar, pela caridade, a harmonia do mundo criado, em sua dimensão social e ecológica, é, pois, uma questão de fidelidade a Deus.

c) A opção preferencial pelos pobres, não exclusiva nem excludente, deve iluminar nossa ação evangelizadora, como iluminou s de Jesus. Trata-se de uma exigência, até mesmo espiritual. Na carta apostólica Novo Millenio Innuente, a contemplação do rosto de Cristo deve ser o primeiro pilar da espiritualidade do evangelizador. No mesmo ano da publicação desta carta apostólica, por ocasião da mensagem do dia mundial das missões, o Papa afirmou que a contemplação do rosto de Cristo deve  levar-nos a contemplação do rosto dos irmãos, principalmente do rosto dos pobres sofredores. Por causa do mistério da encarnação, nos seus rostos sofredores se refletem os traços do rosto sofredor do Verbo Encarnado. Rostos desfigurados pela fome, em consequência da injustiça social; rostos desiludidos pelas promessas políticas não cumpridas; rostos humilhados pelos preconceitos e desrespeito à cultura; rostos cheios de pavor por causa da violência diária; rostos angustiados dos menores abandonados, que caminham pelas ruas e dormem nas calçadas e debaixo de pontes; rostos de tantas mulheres marginalizadas; rostos de envelhecidos precocemente por trabalhos realizados em condições desumanas; rostos cansados de migrantes que não encontram acolhida e trabalho.

A Igreja tem como características fundamentais a missionaridade e o serviço aos irmãos. Caberia então nos perguntar, de que maneira somos missionários (discípulos de Cristo) nos dias de hoje e como estamos servindo nossos irmãos.



   
                  
               

                         

   
   
    

   

quarta-feira, 11 de março de 2015

A FALSA E A VERDADEIRA DEVOÇÃO, - Como viver Fé católica de maneira consciente?

Antes de iniciar esta reflexão precisamos procurar entender o que significa falsa devoção.
A palavra devoção significa algo que deve estar sempre intenso dentro de nós, um fervor religioso que nos leva a atos e gestos de consagração a Deus. 

A verdadeira devoção nos leva a uma melhor aproximação do amor de Deus e nos põe mais perto da santidade, da pureza espiritual que todo cristão deve ter. Uma pessoa devota é aquela que coloca sua vida e suas ações ao serviço de Deus e ao próximo em primeiro lugar; seu coração está sempre em sintonia com o sagrado. O devoto é aquele que tem a sua vida consagrada às coisas de Deus. É uma pessoa orante e atenta as atitudes que  leva a viver de forma simples, mas de uma enorme profundidade, o Evangelho.

Por isso é comum no verdadeiro devoto a imitação não só de Jesus, mas também dos Santos e com eles se tornam fiéis ao amor de Deus e sua Palavra.
O devoto não pratica idolatria nem heresia quando de forma consciente demonstra sua fé e o que sente em função de sua crença. Pois, o principal propósito deste é servir a Deus. 
Nesse sentido também se encaixa as boas obras. Pois todo cristão é chamado a fazer boas obras, no entanto é preciso estar atento quanto ao orgulho e ao egoísmo religioso que faz o cristão desvirtuar sua fé e querer tirar proveito das coisas boas que faz.

Quando isso acontece é porque existe uma mentalidade do maligno por detrás, que faz a pessoa passar de devoto para a praticante da falsa caridade esquecendo-se dos compromissos cristãos e sobrepondo os compromissos mundanos. 
O verdadeiro devoto não pode se desviar do caminho, pois, ele é uma pessoa consagrada que tem um propósito de vida, seguir a Jesus seja imitando-o através do Evangelho ou através da vida e da virtude dos santos. Nesse sentido a pessoa não está em busca de prestígio, nem exige nada em troca porque o cristão verdadeiro sabe que o amor não tem preço.

As falsas boas obras, assim como as verdadeiras boas obras estão interligadas na vida do cristão, do devoto. Jesus não quer que sejamos orgulhosos, nem quer que tiremos vantagens em cima a caridade que praticamos. E para isso, para evitar esse pecado é que o devoto conta com o amor de Deus e se experimentá-lo levará uma vida santa e pura diante de Deus. 

O Senhor Jesus então vem nos recomendar como nós devemos proceder.
1) Não esperar nada em troca pelo bem que fizermos.
2) O bem que fazemos só Deus e a pessoa beneficiária deve saber.
3) Devemos fazer a caridade gratuitamente porque ela é graça de Deus e não nossa. Deus nos deu tudo de graça e de graça devemos dar.
5) Rebaixar nosso orgulho faz bem em primeiro lugar a nós mesmos pois, é preciso que nós sejamos rebaixados e Cristo seja glorificado na vida de cada um.
6) Se Deus conhece nossos corações só ele precisa saber do que precisamos.
7) Jesus pede que vivemos não segundo a nós mas segundo as realidades de seu Evangelho.  

Em Mateus no Capítulo 5, além das Bem-aventuranças,  encontramos um capítulo quase todo Jesus ensina como deve ser a Oração e a prática das boas obras, bem como a verdadeira observância dos Mandamentos da Lei de Deus, que não podem ser cumpridos de outra maneira se são for de coração e não exteriormente como faziam os fariseus. Não há outro modo de cumprir as Bem-aventuranças se não observar os ensinamentos que vem depois.
Jesus diz que o Cristão é sal,  fermento e luz do mundo. O sal dá sabor, o fermento faz crescer e a luz ilumina as trevas. 
Significa que o cristão o devoto (católico praticante) sendo discípulo de Cristo deve fazer a diferença, como sal deve ter uma vida santa e promova a santidade e a paz. Como fermento ele faz crescer o reino de Deus com seus bons exemplos e através da observância da palavra de Deus mostra a todos que o caminho certo é Jesus. Ele está no mundo como uma luz que clareia os caminhos a partir dos seus exemplos e fé a sua luz brilhe diante dos homens para a glória de Deus. 

Não há outro caminho para a prática das Bem-aventuranças senão este, fazer como Cristo fez. Observar a Lei. Fazer o bem sem esperar nada em troca. Estabelecer um diálogo sincero e amigável com Deus sem querer aparecer diante das pessoas. Viver uma vida de simplicidade sorrindo e confiante na misericórdia do Senhor Deus. Por isso Jesus pede que nossas obras sejam verdadeiras sem esperar nada em troca onde o amor está em primeiro lugar e não nossos interesses de tirar vantagem da caridade que praticamos. É o amor de Deus que transforma e nós somos instrumentos desse amor. As boas obras partem do coração que toca, transforma e ajuda. 

Quantos irmãos(as) que deixam verdadeiros exemplos? Quantos que não aparecem e fazem grandes coisas em favor de uma sociedade melhor?
Quantos cristãos doam suas vidas a resgatar almas perdidas no mundo dos vícios e da violência? Quantos se doam inteiramente sem se preocupar com salários. Quantos que lutam pela paz e pela reconciliação das famílias sem mesmo saber seus nomes, mas que deixam verdadeiras marcas de verdadeiros cristãos. Para essas pessoas como disse Jesus, Deus pai as vê e elas sabem que a maior recompensa não está neste mundo mas no reino de Deus. 
Para essas pessoas não conta receber salários, nem notas em grandes jornais, mas, verdadeiramente a recompensa de Deus externada no muito obrigado, no "Deus lhe pague" das pessoas que a recebem. Essa é nossa missão de discípulos de Jesus. Pois ele não exigiu nenhuma condição para nos salvar. 

Por outro lado a falsa devoção é aquela que na qual o cristão faz mal o exercício da fé e sua interpretação. Por isso é que é muito perigoso querer exercer uma fé baseada apenas na interpretação particular da Bíblia sem querer o auxílio da Igreja. Pois, o cristão não pode caminhar sozinho e nem tomar decisões sozinho sem escutar ao seu redor as pessoas de fé, a palavra de Deus e da Igreja. 
Mas muito cuidado! 
Existem pessoas que frequentam a Igreja, vão a missa todos os dias, sabem muito bem da palavra de Deus e da Igreja, mas existe um erro grave nessas pessoas, se acham donos da igreja, da comunidade. Quando surge um grupo diferente, uma pastoral diferente, um novo trabalho espiritual na Paróquia ou demoram para aceitar ou impedem que outras pessoas possam estar participando. Isso é tão comum que encontramos em todas as comunidades cristãs. Pessoas que agem como verdadeiros "espíritos de porco", agem com um coração voltado ao centrismo, com uma cabeça e uma mentalidade conservadora demais ou então tem medo de perder seus "postos" como se a Igreja fosse uma empresa.

Nesse campo estão leigos e pessoas consagradas. Claro que todos somos humanos e portanto, somos falhos. Mas nessa hora devemos usar da humildade e dos conselhos de Cristo, "quem quiser ser o maior seja o servo de todos" disse Jesus. Ou ainda "até as prostitutas vos precederão no reino de Deus" disse Jesus em seu evangelho. Por que? Porque a tendência daqueles que estão dentro da igreja, ou estão para mostrarem uma imagem de boas pessoas, ou por satisfação pessoal. Mas estas pessoas não estão inseridas no Corpo Vivo de Cristo, isto é a sua Igreja viva.
Vale lembrar que o católico praticante não é aquele que reza mil terços por mês, mas é aquele que faz uma pequena oração, mas dentro desta oração está seu coração aberto aos irmãos, ao serviço da Igreja e da sociedade. 

Ao longo da história vemos a prepotência de pessoas que usaram da fé católica e da religião para justificar muitos erros. Como aconteceu no passado em que a inquisição impunha uma "falsa fé" e hoje o islamismo quer fazer o mesmo como se a fé fosse algo que se vende e se compra nos supermercados da vida.
Nós devemos aprender de Jesus que a fé deve partir de um coração aberto, arrependido e voltado ao seu amor e aos irmãos. "Esse é meu mandamento". disse Jesus. "Que vos ameis uns aos outros como eu vos amei!" E Jesus continua:
"Não existe maior amor senão aquele que dá a vida pelos seus amigos". Mais tarde a Igreja substituiu em algumas traduções a palavra "amigo" por "irmão", pois, na medida em que somos cristãos somos amigos-irmãos uns dos outros.
Quem é este amigo que deu a vida por nós? Em primeiro lugar Jesus. 

A fé do cristão é mostrar na sua devoção essa irmandade. Quantos cristãos que de certa forma dão a vida para salvar as pessoas?
Há muita gente que acha que Igreja é aquela construção no alto de uma colina, ou uma capela à beira da estrada, mas. Quantos que ouvem a palavra de Deus no culto, na Missa, nos meios de comunicação mas acham que só são cristãos e devotos dentro das quatro paredes do templo. E se esquecem que Igreja somos todos nós. Onde quer que esteja o cristão ali está a Igreja viva de Cristo. Em casa, na família, no trabalho, na escola, nos hospitais, na estação do metrô, dentro do ônibus e até fora do planeta, se houver ali um cristão ali está a Igreja e portanto está Jesus. E quando percebemos isso somos sinal da presença de Deus no mundo e devemos dar testemunho disso. Somos cristãos, somos batizados, somos discípulos de Jesus.

Não podemos ficar parados, inertes, dessensibilizados da situação que o mundo vive por nossa falta de fé e testemunho. Uma coisa que Jesus detesta no cristão é seu comodismo. Deus coloca em nossas mãos talentos para ser trabalhados, cada um de certa forma tem uma maneira de evangelizar de viver sua vida cristã. É o que são Paulo vem nos dizer "carismas do Espírito Santo". Sim, Somos diferentes, com diversos carismas, fazendo da Igreja uma só família. Isso é dom de Deus.              
Você e eu conhecemos bem a passagem do Evangelho sobre a Transfiguração de Jesus. Momento em que Jesus no monte Tabor deixa-se mostrar sua pessoa divina. Junto de Moisés e Elias. Tudo muito bom, esplendoroso, o Mestre está ali divinamente, uma visão antecipada da sua Ressurreição. Mas depois voltando à "terra" de pés no chão, o que queriam? Vamos fazer uma tenda uma para nós, outra para o Senhor, outra para Moisés e para Elias. Não vamos descer lá embaixo não. Pra quê enfrentar toda aquela gente, toda aquelas pessoas necessitadas, com fome, com sede... e não é assim que agimos diante de Jesus? Quantos de nós contemplamos Jesus sacramentado, e portanto, Jesus Ressuscitado, estamos felizes em nossos templos, mas não queremos nos comprometer com o mundo lá fora? Quantos tem sede de Deus e não somos capa de lavar a Água-Viva que é Jesus!?   

A grande diferença entre a verdadeira e a falsa devoção:

O PERIGO DAS SUPERSTIÇÕES

Corremos grande  risco de nos afastar da prática da verdadeira religião quando nossa fé passa ser baseada em crendices, superstições, misticismo, ocultismo e sincretismo religioso. O que isto significa?
Significa que o cristão, o católico deve ter uma fé madura, consciente baseada nos verdadeiros ensinamentos que recebemos da Santa Madre Igreja para que não caiamos no fanatismo e na apostasia, nem nos tornemos hereges.

Cada vez mais vemos pessoas que se afastam da Palavra de de Deus e da verdadeira fé para buscar outras fontes de fé que não levam a nada porque são coisas diabólicas que estão aí para confundir e destruir a fé dos verdadeiros cristãos. 
É o caso dos católicos que não participam da vida da Igreja, dos Sacramentos, não querem compromisso com a Igreja. Mas se Jesus deixou sua Igreja para nos auxiliar na fé, um cristão que vive afastado da Igreja já deixou de ser cristão. E aqui quero lembrar que os verdadeiros crentes não são os protestantes e o evangélicos, eles também são mas nós somos os verdadeiros crentes porque pertencemos a verdadeira Igreja de Jesus, a Igreja Católica fundada por Jesus Cristo para ser nossa mãe e guia neste mundo. 
E muitos cristãos católicos que já não são mais católicos são esses os maiores responsáveis pelo avanço do paganismo e do fanatismo religioso. São eles  que se tornam braço direito de satanás fazendo com que muitos se desviem da verdadeira Fé.

O falso cristão é um novo "Judas" porque trai o Senhor Jesus e arrastam milhares com ele à perdição. Pois, mais que as palavras os exemplos arrastam.

O falso cristão ou falso devoto, é aquele que está ligado a toda espécie de imundícies pagãs. E é fácil identificar quem é o verdeiro e quem é o falso cristão:


  1. Quando usamos de amuletos, patuás, correntes da sorte, figuinhas, benzimentos, ferraduras da sorte.
  2. Quando acreditamos em simpatias, horóscopos, adivinhações pelo zodíaco ou cartomancia, medalhas pra da sorte.
  3. Quando usamos objetos sagrados como velas, terços, medalhas, escapulários, crucifixo, imagens dos santos para dar boa sorte.
  4. Quando queremos fazer a Deus um negociante com uso de promessas, muitas vezes promessas que não podemos cumprir.
  5. Quando usamos das imagens dos santos para fazer simpatias do ocultismo.
  6. Quando lemos livros de adivinhações e usamos coisas e bebidas oferecidas aos ídolos pagãos.
  7. Quando tiramos sorte com a Palavra de Deus.
  8. Quando fazemos uso de objetos, bebidas e coisas benzidas em centros de candomblé ou centros espíritas que seguem a doutrina do Kardecismo.
  9. Quando acreditamos em correntes do bem, banho e sessões de descarrego, novenas que não são permitidas pela Igreja, tais como a das 13 almas. Corrente da felicidade, corrente da prosperidade, etc...
  10. Quando usamos camisetas com slogan e desenhos do ocultismo, satanismo,espiritismo.
  11. Quando frequentamos templos e participamos de cultos de bruxaria.
  12. Quando nos aliamos ou participamos da maçonaria.
  13. Quando fazemos uso de determinadas roupas pra dar sorte ou oferecemos oferendas aos deuses pagãos como Iemanjá.
  14. Quando participamos de cultos orientais e cultuamos ídolos como de buda, e deuses africanos. 
  15. Quando usamos fitinhas no braço para dar sorte ou rezamos para ganhar no jogo de azar sabendo que o jogar é errado. 
  16. Quando fazemos uso de drogas.
  17. Quando se pratica o aborto.  

E assim poderia listar um monte de coisas com as quais os falsos cristãos praticam e participam. Esses muitas vezes professam ser católicos mas há muito já não são nem cristãos. 
O mesmo acontece com a Bíblia ela não deve ser um livro para ser adorno de estante, nem um livro para tirar sorte, mas deve ser o livro de cabeceira e de orientação do cristão. Jesus disse que é bem-aventurado aquele que ouve a palavra de Deus e a põe e prática. Por isso a Bíblia não é simplesmente um livro para ser lido, mas para ser ouvido. Pois Deus nos fala e nos orienta através dela. 
Outro exemplo de falsa devoção é quando dizemos que acreditamos em Deus e em Jesus, mas não vivemos nada que o Evangelho nos pede. Quando não aceitamos nem a Palavra de Deus e nem da sua Igreja.   

Nós católicos devemos entender que as imagens e objetos sagrados não tem poder algum senão servir para nos ajudar a buscar uma verdadeira vida cristã baseada na vida dos santos cujas imagens elas representam ou no cumprimento da Palavra de Deus. As imagens são apenas retratos, não tem poder algum senão nos lembrar quem foi Jesus, Maria e os santos e com isso imitar suas virtudes. Não podemos parar na imagem mas ir além do que ela representa. Nós católicos temos que parar de achar que as imagens são como a Lâmpada de Aladim, onde se esfrega e sai um gênio que vai conceder e realizar nossos desejos. Não é assim, a imagem serve para você lembrar que se você quiser ser santo deve fazer o que Jesus pediu. Deve ser um cristão de verdade. Abandonar as práticas pagãs e seguir verdadeiramente Jesus Cristo.

Não podemos ajoelhar diante das imagens, imagem é um símbolo um retrato. Ajoelhar diante de Deus e Jesus Sacramentado somente. Diante das imagens apenas inclinamos a cabeça em sinal de respeito ao sinal sagrado que ela representa.
Não podemos achar que as imagens de Maria, de Jesus e dos santos tem algum poder, porque elas nos ajudam a recordar a memória dos santos. Quando entendemos isso estamos livres das acusações dos protestantes que adoram tirar casquinha de nós e nos acusar de idólatras.

A devoção aos santos não estão dirigidas as estátuas, mas a pessoa diretamente no Céu que elas representam. Podemos rezar diante de uma imagem, mas não podemos rezar à imagem, ela não nos ouvirá, é de gesso, barro, madeira, metal e não possui vida nem poder.
As vezes Deus utiliza das imagens para manifestar seu poder, como canal, (como é o caso da imagem de Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora de Guadalupe) mas mesmo assim, é apenas uma imagem. Com elas ou sem elas nossa fé deve ser diretamente a Deus. 
Cremos que existe uma comunhão dos santos como professamos no Creio, cremos que há uma junção entre a Igreja triunfante (O Céu) e a Igreja peregrina (nós batizados) e por isso todas as coisas estão interligadas pois é a única Igreja de Cristo. E as imagens representam isso que todos fazemos parte do reino de Deus.

Por isso a palavra devoção vai muito mais além, ela significa que você é um consagrado às coisas de Deus e por isso deve viver uma vida cristã de verdade comprometido com aquilo que segue. Não adianta dizer, sou devoto deste ou daquele santo, de Jesus e Maria. Mas quando pergunta: Você procura seguir as virtudes dos santos, de Maria e procura viver de acordo com o Evangelho? Se for sim você é um verdadeiro devoto. Se a resposta é não, eu só busco a intercessão dos santos e vou à missa de vez em quando em ocasiões especiais, então você não é um verdadeiro católico, nem devoto nem cristão.

O SINCRETISMO RELIGIOSO - Que ele tem a ver com a falsa devoção?  

O sincretismo religioso é quando a fé sofre influências de outras crenças pagãs com a religião católica.
No passado quando a América foi colonizada os portugueses e os espanhóis trouxeram com eles o catolicismo, através dos padres missionários vieram ao Continente com a tarefa de catequizar os escravos negros (no caso do Brasil) e os ameríndios (povos nativos de nossa terra). Os negros e os ameríndios tinham suas crenças, seus rituais, suas divindades, mas com a colonização e a socialização, por assim dizer desses povos, os senhores de terra e o governo local impôs-lhes que seguissem a religião católica. Muitos foram batizados a força e receberam nomes europeus. Para eles ser católico não era uma opção mas uma exigência.
Embora fosse um desejo da Igreja fazer com que esses povos vivessem realmente a fé católica isso não aconteceu. Mesmo com boas intenções os missionários tiveram muito trabalho em "catequizar" esses povos que resistiam muitas vezes com violência. Aqui no Brasil um frei jesuíta chamado José de Anchieta, que inclusive fundou um colégio e uma vila, hoje a atual capital de São Paulo teve um papel importante nessa tarefa de catequizar os ameríndios, mas depois da expulsão dos jesuítas foram sucessivas tentativas e muitos fracassos. 
Com os escravos trazidos da África não foi diferente porém de uma maneira menos violenta os negros encontram um jeito de disfarçar suas crenças e ritos religiosos africanos.   
Pois bem. Esses povos procurando manterem vivas suas crenças e suas culturas introduziram figuras e divindades aos cultos católicos, assim quando os seus donos procuravam ver o que acontecia, principalmente entre os escravos eles pensavam estavam praticando a religião católica, mas na verdade eles estavam cultuando as divindades pagãs de suas crenças.
Assim no caso dos africanos as divindades africanas eram trocados pelos santos católicos, uma maneira de disfarçar suas crenças para não serem punidos. É o que eles chamam de Orixás, ou seja, seus deuses. Por exemplo: Oxalá é um deus africano que eles associaram a Jesus Cristo. Iansã associaram a Santa Bárbara. Yemanjá associaram a Nossa Senhora da Conceição. Esse sincretismo é mais forte na Bahia e no Rio de Janeiro onde a escravidão era mais forte. É por isso que nos terreiros e nas casas de umbanda e candomblé e outras seitas existem muitas imagens de santos católicos, mas essas pessoas não são católicos e aquelas imagens usadas nesses locais não pertencem mais ao meio católico. Outro fato semelhante aconteceu com o espiritismo criado por Alan Kardec que é adotado também nesses terreiros talvez pela aproximação do culto aos espíritos crença muito forte entre os africanos. O fato é que isso não serve de base para nós e nem podemos misturar uma coisa com a outra.
Nós respeitamos as crenças mas, e quem a elas pertencem, não podemos como católicos verdadeiramente instruídos praticar o paganismo.

O sincretismo religioso aconteceu em todo Brasil com menos particularidade no Sul onde foi colonizado por europeus como os italianos e alemães, por exemplo, escravidão era menos explorada.   

Em tese para o católico de mente clara nada tem a ver uma coisa com a outra. Mas temos que tomar cuidado pois mesmo hoje diante do que sabemos ainda não sabemos direito lidar com esse sincretismo religioso e misturamos muitos rituais e crenças que não tem nada a ver com os ensinamentos da Igreja Católica. 
Por causa da Constituição que permite liberdade de culto, a Igreja é tolerante, isto é convive com esse sincretismo e não interfere na crença dos povos. 
Não nos cabe criticar, condenar ou fazer uso de preconceitos contra as crenças desses povos. O fato de sermos católicos e termos consciência de nossa fé, não nos dá o direito de agir com ações de extremismo às outras culturas e profissões religiosas. Por isso que a Constituição Federal Brasileira vem para garantir que a liberdade de culto religioso seja respeitada. O que nos cabe então? Cabe a cada um de nós católicos termos ciência para discernir o que é certo ou errado dentro de nossa fé. Se houver dúvidas os sacerdotes em nossas paróquias estão aí para nos orientar e ajudar-nos a como viver melhor a nossa Fé católica.   
Nós católicos instruídos pela fé que temos não podemos de forma alguma misturar essas duas coisas. Como disse há de se respeitar as demais crenças, porém a prática da fé é individual dentro de cada instituição religiosa, o que não pode acontecer é o católico ficar como folha solta onde o vento leva onde quer. 

O PERIGO DAS SEITAS E O QUE ESTÁ POR TRÁS DELAS?

Há hoje uma cultura religiosa onde certas instituições que se dizem cristãs tiram enormes vantagens com o lucro de oferecer curas miraculosas e promessas de prosperidade financeiras. Por causa do grande contraste em que se encontra as classes sociais no Brasil as pessoas deixam a prática da Fé Católica para buscarem alternativas que essas seitas costumam a oferecer. Enquanto seus líderes desfilam de carros de luxo, aviões comprados com o dinheiro da exploração da fé, e fazendas com grande rebanhos bovinos, os menos favorecidos seguidores destas seitas passam fome, necessidade, andam de ônibus, vivem em áreas suburbanas sem saneamento básico, vivem a miséria de forma mais ampla possível. Estas seitas não contribuem com a salvação das pessoas, não estão preocupadas em salvar as almas dos pecadores como é seu propósito. Mas estão ligadas a uma grande e perigosa instituição satânica chamada NOVA ORDEM MUNDIAL, - "Nova Ordem Mundial" o perigo que ameaça o Cristianismo -  esse movimento visa englobar todos os credos religiosos com o propósito de derrubar o catolicismo numa espécie de "guerra fria" onde o fim dessas pessoas ou dessa "ordem" é o capitalismo, lucro para financiar governos e muitas vezes o tráfico de drogas. E já nesse caminho estão muitos líderes de seitas "evangélicas" que aliados à maçonaria cada vez mais se espalham pelo mundo vendendo fé e prosperidade aos desesperançosos da vida que seguem estas seitas em busca de com isso ficarem ricas. Messe ramo estão diversos líderes: Silas Malafaia (da Igreja Assembléia de Deus); Edir Macedo (da IURD) etc... assista os vídeos onde os próprios líderes evangélicos denunciam o envolvimento desses líderes e o que o Padre Paulo Ricardo fala sobre a Nova Ordem Mundial: 









É importante observar que estas seitas varreram de suas pregações tudo quanto Jesus disse sobre a pobreza e o fato de que o foco do cristianismo é a ajuda mútua entre os povos cristãos e a partilha de bens bem como a anúncio do Cristo Crucificado e ressuscitado para nos salvar. Nem estão preocupados com o anúncio da salvação.
Se observarmos seus programas nas rádios e Tvs em cada 30 minutos de programação 80% do tempo é para pedir contribuições. A pergunta é:Para onde vai tanto dinheiro? E porque há um enorme contraste social entre a riqueza de seus líderes e a pobreza extrema da maioria de seus seguidores?
A resposta está clara, como as contribuições não são declaradas pela Receita Federal o dinheiro evaza divisas e vão para fora do Brasil em bancos estrangeiros e parte desse dinheiro vai para a 'ORDEM MUNDIAL" ou ficam aqui mas estão sendo usados para financiarem campanhas políticas, e bens particulares de seus líderes. Em seus templos tudo de primeira classe construídos para atrair mais e mais pessoas. E assim não se ouve mais nos seus templos religiosos uma mensagem de salvação, nem do Cristo padecente, que sofreu e ressuscitou, mas o que se houve é a mensagem da promessa de prosperidade e riqueza. O Evangelho usado em busca de arrecadações milionárias, típico do espírito maçônico e não do espírito cristão onde a Sagrada Escritura condena a riqueza e a ganância. Longe deles anunciar um Cristo verdadeiro da Bíblia que nasceu pobre, e morreu numa cruz em extremo abandono e despido de suas vestes.
Para eles o "Cristo" que pregam é o "Cristo" rei deste mundo que o diabo queria transformar um dia lá no deserto quando foi tentado. E não Jesus Cristo o Salvador que disse que disse que quem O seguir teria que abraçar a sua Cruz e mais, a carregá-la como Ele o fez. Esse Jesus da Bíblia não interessa pra eles, pois se assim fosse não poderiam arrecadar tanto, nem possuir enormes bens. Note o grande contraste entre esses líderes e seus seguidores: enquanto os filhos desses líderes cursam as melhores escolas particulares, melhores faculdades, suas crianças tem babás particulares, eles andam de carros de luxo, moram em bairros nobres cercados de segurança; os seus seguidores estudam em escolas públicas, muitos não tem a chance de cursar uma faculdade e suas crianças estão nas creches e muitos moram em favelas ou em bairros pobres sem estrutura básica. Enquanto seus líderes comem do bom e do melhor, tem os melhores planos de saúde, tudo isso financiado com o dinheiro arrecadado de seus templos, seus seguidores passam necessidade, usam o SUS e morrem nas filas dos hospitais públicos. Então onde está a verdadeira salvação que eles pregam? Ela não existe. O que resta é promessas e promessas, vendem Jesus um milagreiro que resolve tudo. Vendem o mesmo Jesus que Judas Iscariotes vendeu um dia. Não oferecem mais o Filho de Deus que veio para a Salvação, não pregam o Evangelho autêntico, porque se assim o fizesse teriam de ficar pobres.

Jesus mesmo disse uma vez: "Se queres ser perfeito, vende tudo que tem, pegue e reparta com os pobres, aí vem depois, e me siga!" ... Para ele isso é demais e daí a tristeza do Mestre que diz: "Como é difícil um rico entrar no reino do Céu!"  (Mt19, 21.23)
Para esses vem a palavra de Deus que diz: "Porque virá o dia ardente como a fornalha. E todos os soberbos, todos os que cometem o mal serão como a palha; este dia  que vai vir os queimará. Diz o Senhor dos exércitos  - e nada restará nem mesmo seus ramos! Mas, sobre vós que temes o seu nome, virá o sol da justiça que traz a salvação em seus raios. (Mal 3, 19-20)  
       
E você católico, você concorda com isso? Quer isso pra você? 
O verdadeiro devoto não é aquele que só reza e reza mas não faz nada para mudar suas atitudes. Um cristão omisso, escondido dentro do seu eu é aquele que já no Antigo Testamento o profeta viria dizer em nome do Senhor: "Esse povo me louva com os lábios, mas seu coração está longe de mim!" e o que Jesus viria mais tarde completar: "Bem-aventurado não é aquele que diz: Senhor, Senhor. Mas aquele que ouve minhas palavras e as põe em prática!"
Por em prática a palavra de Deus. Eis a tarefa do devoto. E como muitos católicos estão vulneráveis na busca de coisas fáceis. Vemos tantas guerras lá fora, mas esquecemos de travar uma guerra contra nosso próprio egoísmo. É preferível uma religião que busca "jeitinhos para vida deste mundo" do que aquela que é proposta por Jesus Cristo onde o verdadeiro cristão passará pelos passos de Cristo. Então perdemos todas as Bem-aventuranças dadas por Jesus. Porque não concordamos com a verdadeira causa do Evangelho e nem com o propósito que ele nos ensina. Construímos um muro entre nós e Deus, entre sua promessas e as promessas dessas seitas as quais nos remete à apostasia.     

O VERDADEIRO CULTO - o que fazer diante do sincretismo e dos falsos cultos?
   
Pois se cremos em um só Deus e veneramos os verdadeiros santos não podemos aceitar tais cultos a essas dividades. Digo isto porque sei que muitos católicos cometem heresia e idolatria ao frequentarem os terreiros de candomblé, em oferecerem oferendas a esses deuses sobretudo a Yemanjá na passagem de ano, bem como praticam rituais de magia, macumba e simpatias, etc. Coisas que não pertencem a fé católica.

Uma coisa é você usar roupas brancas como símbolo da paz. Isso é certo. Outra coisa errada é usar roupas brancas pra dar boa sorte e fazer oferendas aos deuses pagãos do candomblé ou dos centros espíritas kardecistas. Então nesse caso você já passou de lado faz tempo, nem é católico nem é cristão. Sendo que a Bíblia diz que existe um só Deus em três pessoas reveladas. O Pai, seu Filho Unigênito Jesus e o Espírito Santo, consolador e santificador de todos os crentes.

Por exemplo: Já ouvi pessoas dizerem:

"Ah! sou muito devoto de Nossa Senhora tal ." ou "Sou muito devoto de Santo fulano e santo ciclano!"

Se perguntar por quê, a maioria das respostas é porque o fulano fez uma promessa e alcançou uma graça, ou porque Nossa Senhora fez um milagre a seu favor. 
Mas se perguntasse:

Você reza o terço todos os dias? Você procura imitar a virtude, a vida deste ou daquele santo tal?, (porque eles são nossos modelos de fé), você vai à Missa frequentemente? aí a resposta seria diferente. Poucos diriam que sim. Então que devoção é essa meu caro amigo? Que vida de cristão é essa? Uma fé subjetiva que só lembra de Deus na hora do aperto ou segundo os interesses particulares.

Daí porque Deus deixa muitas vezes de responder nossas orações. E porque caímos em descrédito, o diabo toma conta e nos empurra para as seitas que oferecem aquilo que nós mesmos deixamos de buscar diante de Deus. E o pior quando oramos a Deus somos tão egoístas que esquecemos de agradecer, ou então pedimos algo para nossos próprios interesses.

Ou muitas vezes agimos como Tomé. Precisamos ver para crer. 

Somos um povo de crenças e culturas diversificadas, isso é bom para o turismo, mas não ajuda em nada a nossa fé. Essas influências pagãs contribuem para que muitos católicos caiam na apostasia e na heresia de modo a perder a salvação de suas almas.

A nossa fé deve mudar a partir do momento em que temos consciência de que devemos ser cristãos católicos livres dessa contaminação de influências dessas culturas. E como cristãos devemos seguir a Jesus e seu Evangelho.
Nossa fé deve ser uma fé lúcida e firme. Temos de zelar pela nossa fé como uma joa rara e sem preço.

Sabemos que existe uma só verdade que é Deus. E essa verdade nos foi revelada pelo seu Filho Jesus e somente essa Verdade nos libertará como a Bíblia mesmo afirma.  Caso contrário nosso fim será a perdição por voltar a crer e a cultuar deuses falsos.

Não adianta nada ir a missa aos domingos e durante a semana frequentarmos os centros de umbanda, candomblé e as sessões de espiritismo kardecista. Ailás o espiritismo e o cristianismo nada tem a ver. Pois o espiritismo prega a reencarnação e o cristianismo a ressurreição. O cristianismo ensina que o único elo de salvação entre os homens e Deus é Cristo, o espiritismo prega que esse elo passa pela comunicação com os espíritos e que eles possuem poderes para se comunicar através dos médiuns. O cristianismo diz que Jesus é o filho de Deus. O espiritismo prega que Jesus era um espírito evoluído ou seja um grande médium. 
Então, caro leitor, as consequências dessa aderência e dessa mistura é a pessoa se tornar um ateu ou um apóstata, ficando a mercê das influências malignas que essas seitas oferecem.

Também como não podemos ser cristãos e ao mesmo tempo acreditar em simpatias, zodíaco, cartomancia, adivinhações, e tudo quanto vem das seitas ocultistas orientais. Cristianismo com essas coisas não se misturam é água e óleo. 
As consequências dessa falsa devoção são enormes uma delas é perder a graça da salvação. Quem se deixa influenciar por estas coisas deixa de ser cristão, nega o seu Batismo, nega o Espírito Santo e por isso, Deus não poderá fazer nada por você no dia do juízo. 

Vamos pensar:
Como está minha fé?
O que eu preciso fazer para ser um verdadeiro católico? 
O que preciso fazer para me converter?
Como posso fazer para evitar as coisas que me afastam do caminho da salvação?
Tenho lido a Bíblia? Tenho frequentado a minha Igreja?
PENSE, REFLITA E SEJA UM BOM DEVOTO(A).