segunda-feira, 14 de novembro de 2016

O MAIS NOVO MILAGRE DE LOURDES CONFIRMADO CIENTIFICAMENTE E APROVADO TEOLOGICAMENTE - Mulher conta como recebeu um milagre por intercessão de Nossa Senhora de Lourdes

     
Desde  as aparições de Nossa Senhora de Lourdes à menina Bernadette Soubirous, em Lourdes, na França, em 1858, que Deus por intermédio da Virgem Santíssima vem concedendo aos que visitam o santuário e sobretudo a gruta das aparições milagres extraordinários. Mostra a presença maternal de Nossa Senhora que desde então atende às súplicas dos seus filhos e filhas que ali recorrem com diversas enfermidades para se banharem nas águas milagrosas da gruta. 
       Nunca em diversos lugares do mundo houve tantos milagres como em Lourdes. São vários testemunhos de curas, milagres comprovadamente atestados pela medicina.
         
         Ao contrário das outras instituições a Igreja Católica só atesta um milagre depois de esgotadas todas as explicações científicas. Depois que os médicos juntamente com uma junta investigadora da Igreja recebe da ciência a palavra final sobre a cura que a medicina não pode explicar como ocorreu. Isso pode levar anos.

    Completa-se portanto o número de 69 milagres comprovados pela Igreja e cientificamente atestados, realizados por intermédio de Nossa Senhora de Lourdes. Foi o milagre que a Italiana Danila Castelli, esposa de um médico ginecologista recebeu quando ela tinha 43 anos. O milagre ocorreu no dia 04 de maio de 1989. Ao banhar-se nas piscinas de do Santuário de Lourdes seu corpo enfraquecido sentiu-se um inexplicável alívio. Diz Danila:

         
(Foto de Danila Castelli)

"Eu não aguentava mais. Meu esposo me disse: 'arrume as malas'. Quando você sabe que está para morrer, pensa as coisas mais estranhas. 'Deve ser uma viagem romântica', pensei." 
        "Eu não podia ficar de pé. Ele me disse: "Vamos à Lourdes". Conta Danila. 
         A cura foi reconhecida pelo bispo de Pávia, (Itália). Giovanni Giudici, e também foi certificada pela Comissão Científica Internacional em Paris.

        A Declaração chegou depois da avaliação médica e teológica para certificar a certeza da senhora Castelli. Viveu como mulher e mãe de família por 34 anos. Em 1980 começou a ter crises de hipertensão, desmaios e crises neuro-comportamentais" - contou o médico Di Franciscis, presidente da Comissão em Loures.

           "Nas piscinas eu me curei. Eu apenas queria que o Senhor me levasse, que fosse o fim. Eu já não suportava mais, nem os outro. O sacerdote me disse: 'Se você vai pedir a morte, lembre que irá com todos os seus pecados. Porque eu não te a absolvo se você fizer esse pedido'. Todos devemos sempre pedir a vida'. Me envergonhei, porque havia pessoas em estado pior do que o meu. Então pedi a vida, pelo menos um pouco mais, para que pudesse dedicar aos meus filhos". Conta a senhora Danila Castelli.

            No ano de 1982, a senhora Castelli iniciou os procedimentos cirúrgicos para que pudesse retirar parte do útero e do pâncreas. Em 1983, o diagnóstico severo, e males físicos haviam atingido várias partes do seu corpo. Depois de sete anos as operações e tratamentos à espera de organizar uma viagem aos Estados Unidos, o esposo decidiu levá-la até Lourdes.
              
             Seu esposo é um médico italiano que também foi tocado pelo milagre. Ela, desde pequena teve desejo de visitar Lourdes, mas, seu esposo mesmo convertido não concordava achando absurda a viagem por causa da doença. 
            'O banho não foi rápido. Meu marido veio chamado por uma voz a me ver. Esse dia em maio, de 1989, ela recebeu o segundo milagre: a fé do marido que lhe disse: 'Sei que tudo já passou, você tinha razão'. O terceiro milagre foi o perdão. "Você tem razão, eu o perdoo". 
            A família passava por problemas de enfermidade, mas estava abalada por uma disputa judicial contra alguns médicos. O perdão foi parte do milagre. Finalmente depois de uma  enfermidade longa e dolorosa, quando ela regressou ao hotel e percebeu que tinha sido curada.
            
             Poucos meses depois ela regressou a Lourdes para falar conosco", contou o Dr. Di Franciscis. O reconhecimento do milagre durou décadas. No ano de 2010 a comissão Médico-científica de Lourdes decretou por unanimidade a cura definitiva e duradoura no tempo. Assim se constatava que os males que por mais de 21 anos afligiam aquela senhora tinham desaparecido sem explicação científica. Um ano depois, outra comissão internacional a avaliou novamente e o diagnóstico foi o mesmo, foi confirmada a cura.


             Depois o Bispo de Pavia criou outra comissão diocesana para estudar a cura. Foi constatado o inexplicável. "O bispo reconheceu a cura prodigiosa como 'sinal' da cura realizada por Jesus nos Evangelhos" - afirmou o Dr. Di Franciscis.   
               
              "Antes seu amava Jesus junto dele pela cruz, agora Ele me pedia para amá-lo curada. Retirada da morte para começar a caminhar... senti-me livre para dizer sim ou não. Ainda peco. O milagre me deixou normal como uma criatura com suas misérias e debilidades. Jesus não trai seus amigos" - conta Castelli. "Estou feliz por comunicar esta alegria , quando venho a Lourdes sinto a alegria de comunicar Deus". Acrescentou.

               Em Lourdes aos pés dos Pirineus, uma Jovem apareceu a uma adolescente chamada Bernadette Soubirous. Bernadette tinha seus 14 anos. As aparições duraram cinco meses entre fevereiro e junho de 1858. Em uma das aparições ela se apresentou como a Imaculada Conceição. Convidando a todos a penitência e a conversão. Também pediu que fosse construído ali um santuário.     

(fonte: www.nossoprotetor.com.br - blog "Eu e Deus", anunciando a boa nova!)
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Bernadete era pobre em tudo: social, intelectual e até fisicamente falando. A história de sua família começa com as dificuldades de seu pai em sustentá-la. Em um acidente no moinho, o pai de Bernadete, perde a visão de um dos olhos e já não é capaz de produzir farinha de boa qualidade. Não bastando isso, a crescente industrialização aprimora o processo de produção de farinha, tornando o instrumento da família Soubirous obsoleto e insuficiente. Por fim, uma seca de dois anos faz com que o trigo diminua e insta Francisco Soubirous a vender o seu trabalho braçal para girar os moinhos de outrem. O preço de seu trabalho chega a valer menos que o de um animal, que, por possuir mais músculos, consegue girar o engenho com mais força. Episódios trágicos seguem-se, um após o outro, e chegam a desabrigar a família, que se vê obrigada a morar favor na casa de um parente. Eles vão, então, para um pequeno espaço, apelidado de "cárcere" (" le cachot", em francês).
Ali, vivendo todas as dificuldades de uma vida humilde, Bernadete contrai uma cólera – doença epidêmica, à época – e, talvez vítima dos desajustados métodos para o tratamento da doença, acaba contraindo uma asma, que não a abandonará até a sua morte.
Bernadete também era analfabeta. Um ano antes das aparições, vivendo na casa de sua ama-seca, esta tentou ensinar-lhe o Catecismo, mas teve muitas dificuldades, pois Bernadete só sabia falar o dialeto. Constantemente maltratada por sua ama, ela voltou para a casa de seus pais.
E foi saindo dali, em fevereiro de 1858, que a Virgem Santíssima lhe apareceu. Estando ela em casa, no cachot, a lenha acaba. Então, ela, sua irmã mais nova e uma amiga vão buscar um pouco de lenha. Chegando perto do córrego, as duas meninas atravessam-no, mas Bernadete, temendo entrar na água fria, por causa de sua asma, fica. Ao tirar as suas meias, para atravessar o riacho, ela percebe uma rajada de vento sobrenatural e, quando olha para a gruta, do outro lado, vê uma jovem, vestida de branco, com uma faixa azul, um rosário e duas rosas douradas nos pés. Instintivamente ela se ajoelha e tenta fazer o sinal da cruz, mas seu braço está como que morto. A Virgem, então, faz o sinal da cruz. Ela imita-a e põe-se a rezar o Terço, "desfiando ela mesma as contas. Esta gruta tornou-se, assim, a sede de uma admirável escola de oração, onde Maria ensina a todos a contemplar com um fervoroso amor o rosto de Cristo".
   Papa Bento XVI, comentando o relato dessa primeira aparição em Lourdes, ressalta o fato de Nossa Senhora saudar Bernadete com o sinal da cruz:
"É significativo que, na primeira aparição a Bernadete, Maria inicie o seu encontro com o sinal da Cruz. Mais do que um simples sinal, é uma iniciação aos mistérios da fé que Bernadete recebe de Maria. O sinal da Cruz é de alguma forma a síntese da nossa fé, porque nos diz quanto Deus nos amou; diz-nos que, no mundo, há um amor mais forte do que a morte, mais forte do que as nossas fraquezas e os nossos pecados. A força do amor é maior do que o mal que nos ameaça. É este mistério da universalidade do amor de Deus pelos homens que Maria veio revelar aqui, em Lourdes. Ela convida todos os homens de boa vontade, todos aqueles que sofrem no coração ou no corpo, a levantar os olhos para a Cruz de Jesus a fim de encontrar nela a fonte da vida, a fonte da salvação."
De fato, Bernadete sai daquele primeiro encontro revigorada, tal foi o amor no qual esteve imersa durante a visita da Santíssima Virgem. Justo ela, " la friolera", não sentia fria a água do riacho; ela, a mais fraca de todas, conseguia carregar os feixes de lenha para casa, sem ofegar e sem dificuldades. E ardia nela o desejo de rever a Senhora.
É interessante: a mensagem de Lourdes dá ênfase à pobreza, mas também fala da oração. Durante várias aparições, nada aconteceu entre Nossa Senhora e Bernadete senão, pura e simplesmente, oração. Enquanto ela se detinha de joelhos, em oração, abstraída de tudo o que estava ao redor, os médicos examinavam o seu pulso; e ele estava absolutamente normal. Até velas colocaram, queimando a pele de Bernadete, mas ela não reagia, compenetrada que estava diante da Virgem, rezando.
Em Lourdes, "Maria vem recordar-nos que a oração, intensa e humilde, confidente e perseverante, deve ter um lugar central na nossa vida cristã. A oração é indispensável para acolher a força de Cristo"[6]. Como diz Santa Teresa de Ávila, a oração é a porta do castelo de nossa alma. Trata-se de uma atitude indispensável a quem está disposto a amar generosamente ao Senhor.
A terceira mensagem de Lourdes é a penitência. Na oitava aparição, Bernadete, que sempre parecia tão tranquila, ficou triste, sombria. "Esse dia Aqueró tinha pronunciado uma palavra nova. ‘Penitência!’ E disse: ‘Rogai a Deus pela conversão dos pecadores!’ Logo lhe pedira que ‘se ajoelhasse e beijasse o solo como penitência pelos pecadores’."
Nesse ponto, todas as aparições marianas encaixam-se. Todas, sem exceção, pedem à humanidade que faça penitência, que se mortifique. Infelizmente, nem sempre esse pedido de Nossa Senhora é levado a sério. Muitas pessoas – chamadas "aparicionistas" – costumam colecionar informações sobre aparições, preocupam-se exageradamente com previsões do futuro, mas se esquecem de fazer penitência. As mesmas "Martas", agitadas, que ficam procurando novidades, que são capazes de ir ao outro lado do mundo para procurar a previsão de Maria Santíssima para a próxima semana, deveriam fazer um exame de consciência: Estamos realmente praticando mortificações? As realidades antevistas por Nossa Senhora para o futuro são sempre condicionais: acontecerão, se não se fizer penitência. Então, estamos realmente empenhados em acolher as palavras da Virgem Maria? Penitenciar-se pela conversão dos pecadores é, de fato, muito mais eficaz do que se preocupar orgulhosamente com as realidades futuras, como que em uma "vontade de poder sobre o tempo, sobre a história e (...) sobre os homens".
Na terceira aparição a Santa Bernadete, Nossa Senhora fará uma promessa importantíssima, cujo conteúdo deve ser levado muito a sério por todos os católicos: " Non proumeti pas deb hé urousa en este mounde, mès en aoute – Não prometo fazer-lhe feliz neste mundo, mas no outro".
Essas palavras ajudam a desfazer em nós qualquer ilusão de felicidade ou conforto neste mundo. E insuflam-nos um ânimo para verdadeiramente fazermos penitência. Afinal, não é possível amar neste mundo, com a nossa carne manchada pelo pecado, sem passar pela senda da mortificação. Há uma lei dentro de nós que diz: "foge da dor, busca o prazer". E os cristãos precisam lutar contra essa lei, se querem amar generosamente. Quem quer amar de verdade não pode fazer o juramento de não sofrer. Se formos parar para pensar, as pessoas que realmente nos amam são aquelas que sofreram por nós. Isso acontece porque o amor é uma aliança de sangue, que diz: "Eu derramo o meu sangue, mas não desisto de você". Na Igreja, que é a comunhão dos santos, os efeitos de nossa penitência atingem membros que até nos podem ser desconhecidos. O sofrimento dos santos pode salvar a vida eterna de muitas pessoas.
Na nona aparição, Nossa Senhora manda Bernadete escavar o chão e ali, na gruta de Massabielle, surge uma fonte de água. Trata-se de um convite aos fiéis para renovarem o seu batismo e, ao mesmo tempo, de uma oportunidade para comprovar a veracidade das aparições: são muitíssimos os milagres operados por Deus nas águas de Lourdes, milagres rigorosamente avaliados e amplamente respaldados pela ciência. Em um desses eventos extraordinários, uma mulher tuberculosa, com os pulmões completamente prejudicados, esquelética, já no último grau da doença, tendo passado por vários hospitais especializados, encontrou sua última esperança em Lourdes: ela foi miraculosamente curada, depois de ser imersa na água fria da gruta de Massabielle.
O primeiro milagre da gruta aconteceu pouco depois da décima segunda aparição: uma mulher, de nome Catherine Latapie, que teve "um ombro deslocado, o punho quebrado e os dedos retorcidos" por conta de um acidente, decide ir à fonte, às 3h da madrugada, em busca da cura. Após imergir o braço na água, o membro fica curado e ela vai para casa, para dar à luz o seu filho – que, no futuro, se tornaria padre.
Outro ponto foco da mensagem de Lourdes foi a Imaculada Concepção da Virgem Maria. O Papa que reinava à época das aparições, o beato Pio IX, tinha um método de evangelização bastante ousado: diante da resistência anticlerical vindo principalmente de uma França afetada pela Revolução de 1789, ele decide, com coragem, proclamar os dogmas da Imaculada Conceição e da infalibilidade papal. Na condução de uma Igreja internamente desunida e externamente atacada por todos os lados, o Santo Padre escolhe um remédio de bravura: ser exageradamente católico, reforçar ainda mais a fé cristã, dando ênfase a Nossa Senhora e ao Papa.
De fato, o dogma da Imaculada Conceição de Maria – segundo o qual "a beatíssima Virgem Maria, no primeiro instante de sua conceição, (...) foi preservada imune de toda mancha da culpa original" – foi proclamado no ano de 1854, quatro anos antes de a Virgem aparecer na cidade de Lourdes. Tal proximidade entre os dois acontecimentos fez com que São Pio X dissesse: "Apenas Pio IX definira de fé católica que desde a origem Maria foi isenta de pecado, a própria Virgem começava a operar maravilhas em Lourdes".
No entanto, a pequena Bernadete, que não sabia nem que a "bela Senhora" que tinha visto na gruta era a Virgem Maria, muito menos sabia que o dogma da Imaculada Conceição havia sido proclamado por Pio IX.
Então, no dia 25 de março de 1858, festa da Anunciação, Nossa Senhora apareceu-lhe e disse: "Que soy era Immaculada Councepciou – Eu sou a Imaculada Conceição". Bernadete, que nunca tinha ouvido aquela expressão, saiu da gruta, repetindo para si mesma aquela frase, para contá-la ao padre, que tinha pedido uma comprovação da veracidade das aparições. O sacerdote ficou perplexo, pois conhecia aquela menina, que não tinha feito a primeira Comunhão e, portanto, não sabia o que era a Imaculada Conceição. A partir desse momento, o crédito das aparições aumentou: a Santíssima Virgem acabava de confirmar o método pastoral de Pio IX. Contra os lobos que devoram o rebanho, a solução não é uma conversa tímida e covarde, mas uma paulada na moleira.
Ao mesmo tempo, a realidade da Imaculada Conceição é algo que nos poderia deixar um pouco perplexos. Por que, de tantos títulos, Nossa Senhora decide manifestar-se como "imaculada", "sem pecados"? Não seria isso desestimulante para nós, tão cheios de pecados e defeitos? Na verdade, não. Maria aparece com toda a sua pureza e santidade para dar ao homem uma notícia: é possível ser santo e amar a Deus perfeitamente, com amor sobrenatural! Os santos "de sétima morada" confiaram na graça de Deus e viveram assim, de forma extraordinária. Além disso, explicava o Papa Bento XVI, em visita a Lourdes:
"Este privilégio concedido a Maria, que A distingue da nossa condição comum, não A afasta antes, pelo contrário, aproxima de nós. Enquanto o pecado divide e nos afasta uns dos outros, a pureza de Maria torna-A infinitamente próxima dos nossos corações, atenta a cada um de nós e solícita do nosso verdadeiro bem. Podeis constatá-lo tanto aqui em Lourdes como em todos os santuários marianos: multidões imensas acorrem aos pés de Maria para Lhe confiar aquilo que cada um tem de mais íntimo, aquilo que cada um tem particularmente a peito. (...) Diante de Maria, precisamente em virtude da sua pureza, o homem não hesita em mostrar-se na sua debilidade, em manifestar as suas interrogações e as suas dúvidas, em formular as suas esperanças e os seus desejos mais secretos. O amor materno da Virgem Maria desarma toda a forma de orgulho; torna o homem capaz de se olhar como é, e inspira-lhe o desejo de se converter para dar glória a Deus."
Quando as aparições terminaram, a família Soubirous conseguiu melhorar um pouco de vida, mas apenas através do seu trabalho. Repugnava-lhe pensar em ganhar dinheiro à custa da fama das aparições.
Bernadete, que então vivia uma vida de doação aos mais pobres, entrou, com 22 anos, no convento de Nevers, onde passou o resto de sua vida. Tratada com severidade pela mestra de noviças – madre Thérèse Vauzou –, Bernadete viveu, com amor, o recolhimento e a humilhação. Vítima de uma tuberculose, nasceu para o Céu com 35 anos. Trinta anos após a sua morte, exumaram o seu corpo e ele estava incorrupto. O seu crucifixo estava corroído, o terço, oxidado – ou seja, havia umidade –, mas, ela mesma estava intacta. Após a enterrarem e exumarem de novo, o seu corpo continuou intacto. Finalmente, hoje o seu corpo está exposto na igreja de Saint Gildard, em Nevers.
Bernadete Soubirous é a grande pobre de Deus, escolhida para uma vida de profunda humildade. Não se pode ser santo sem ser humilde, sem se recordar pequeno e miserável diante do Senhor. Por isso, a grandeza de Lourdes está justamente na escolha dos pobres.
"Não prometo fazer-lhe feliz neste mundo, mas no outro". Com os olhos voltados para o alto, imitemos esta grande serva de Deus e busquemos amá-Lo com cada vez mais generosidade. A vida de Bernadete pode não ter sido rodeada de grandes glórias, mas como não invejá-la, agora, que ela goza da verdadeira vida, no Céu?       

(Fonte: Site do Padre Paulo Ricardo "CHRISTO NIHIL PRAEPONERE")   

O RECADO DOS MILAGRES       

Lendo esta bonita matéria podemos tirar a seguinte mensagem para refletirmos mais intimamente: Qual é o recado que os milagres não dão?

Nos Evangelhos encontramos muitos milagres realizados por Jesus. Todas as vezes que Jesus curou e expulsou demônios foi não só só para manifestar seu poder mas, para que as pessoas cressem que ele era o Filho de Deus. Isso aconteceu desde seu nascimento até sua entrega na cruz, e continua acontecendo ainda hoje.
   
Jesus faz um milagre, ou permite que ele aconteça seja por intermédio  de Nossa Senhora ou pela intercessão de algum santo para que através deles possamos crescer ainda mais a nossa fé. 
Ao lermos o testemunho desta senhora que conseguiu não só a cura física, mas ainda mais a graça da conversão, inclusive, a de seu esposo que numa última tentativa levou-a até Lourdes para que através de Nossa Senhora lhe fosse possível o restabelecimento da saúde.
Aquela mulher sem nenhuma expectativa desejava morrer porque não suportava mais os sofrimentos. Nas palavras dela, a mesma chegou a um profundo desespero físico e espiritual e pode perceber que ali também estavam pessoas com problemas maiores do que o dela. Percebam o drama...

Amados, muitas vezes nós nos queixamos de muitos problemas sem perceber ao nosso redor quanta gente sem expectativa, sem oportunidade, doentes, jogados nas sarjetas, moribundas e contaminadas pelo pecado do orgulho e  da vaidade não somos capazes de estender a mão ou simplesmente oferecer uma palavra amiga, porque estamos ocupados demais com nossa vida e com nossas mazelas. 

Esse é o recado de Lourdes. Nossa Senhora faz um convite a não só nos banharmos da água milagrosa, mas percebermos que devemos buscar a Água Viva que é seu Filho Jesus. O que Bernadette teve de extraordinário em seu caminho foi mesmo em frente às chacotas e perseguições, ela teve uma confiança total e sua fé e obediência aos planos de Deus levou-a a cavar com as próprias mãos a terra de onde saiu esta água milagrosa.

Deus quer e deseja que seus filhos volvam o olhar e o coração para as coisas do alto, que o busquem com amor e sinceridade. Jesus disse: "Vinde a mim vós que estais cansados e fatigados que eu vos aliviarei, pois, meu julgo é suave e o meu fardo é leve!" - Muitas vezes nós estamos em busca somente do exterior, do conforto momentâneo desta vida e nos esquecemos de que somos carne e espírito e que necessitamos cada vez mais do amor de Deus.  

As vezes reclamamos demais, murmuramos demais com pequenos problemas. Nos esquecemos até de Deus e só lembramos de sua existência quando estamos no cume de nossos sofrimentos e dificuldades. Será que não falta aí um gesto de reconhecimento de nossa parte. É preciso buscar a Deus todos os dias de nossa vida e sermos agradecidos a ele por cada dia que recebemos. 

Quando nós depositamos nossa confiança no amor de Deus sentimos o braço do Pai que nos acolhe. O que impede de percebermos esse amor de Deus em nossa vida é o pecado, é a ingratidão é a falta de amor.
Nossa Senhora não disse à Bernadette: "Agora porque me viste seus problemas vão acabar". Pelo contrário, ela disse: " Não posso prometer-te felicidade neste mundo, mas prometo-te que no céu serás feliz". Deus não engana ninguém, esse mundo é um calvário cada um deve carregar a sua cruz com amor até o fim. Mas quando estamos com Deus, fiéis a ele, passamos em cima de tudo, superamos a queda e seguimos em frente. Jesus disse: "Quem quiser me seguir, renuncie-se a sim mesmo; tome sua cruz de cada dia e depois me siga!" 

Outra lição que o milagre de Lourdes nos dá?

As pessoas compram e vendem milagres. As seitas estão cheios de falsos milagres e falsas curas. A Igreja de Jesus é mesma a mais de 2000 anos e não damos conta de que Jesus está com ela todos os dias. O milagre dos milagres a Eucaristia. Nós vamos atrás de outros milagres e esquecemos que o maior milagre Jesus realizou por nós que é a Eucaristia. Jesus presente e ressuscitado. Nós nem paramos para agradecer a Jesus por ele ter nos devolvido a vida eterna que perdemos um dia. Não paramos apara agradecer pela salvação que ele nos deu, pelos sacramentos que nos fortalece e nos conduzem a esta vida eterna. Somos cegos espiritualmente. 

Aquela senhora desejava morrer, acabrunhada pelo peso de seus sofrimentos, no entanto o milagre só aconteceu porque o sacerdote mostrou-lhe que Deus não queria a sua morte, mas queria sua vida e isso que ela devia pedir. A vezes falta-nos confiança, lançar-se nos braços do Pai. Crer somente não basta, porque até o diabo crê. É preciso confiar e depender de Deus em nossa vida. Quando você crê, confia e depende de Deus com certeza Deus não deixa de dar uma resposta cedo ou tarde de acordo com sua vontade. 

Não é preciso muitas palavras, para Deus basta abrir o coração. Nossa Senhora sendo serva fiel, confiava, amava e dependia de Deus em tudo. Com isso ela nos ensina que se quisermos ser felizes devemos ser servos humildes.

Não é a água de Lourdes que cura, é Jesus. Aquela água representa o próprio Cristo a Água Viva que liberta, cura e salva. Nossa Senhora como nossa Mãe, quer e deseja que seus filhos busquem antes essa Água Viva que é Jesus. Se aquela mulher não confiasse e não dependesse de Deus o milagre não teria acontecido. Por isso o sacerdote disse: "Se pedires a morte, seu não posso absolver-te dos pecados, o levarás consigo!" - Foi uma exortação. Muitas vezes as pessoas vão atrás dos milagres físicos, mas esquece que antes de tudo é necessário esvaziar-se o coração diante de Deus, é preciso buscar o perdão não só das ofensas, mas do próprio ser. Perdoar-se a si mesmo, perdoar aos outros. Buscar vida nova. Assim age a misericórdia de Deus para quem busca o perdão. E aquela mulher reviveu. Pois é Jesus quem disse: "Aquele que crê em mim, ainda que estiver morto, viverá!" - Ela creu. Talvez era sua última opção mediante os sofrimentos, estava morta pra vida interiormente e espiritualmente, mas ao ser tocada pelo milagre ela teve a chance de ver que quem crer em Deus pode muito mais.  

No Evangelho vemos que Jesus utilizava de sinais para as curas: a água, a lama, os pães e os peixes, etc. Nossa Senhora utilizou desse sinal da água. Água que representa o batismo, a vida e também o próprio Jesus Cristo. Por isso o que acontece em Lourdes não foi uma invenção de Nossa Senhora. Ela utilizou da água assim, como Jesus fazia como sacramental para mostrar aos homens que Jesus seu filho deseja que cada um busque-o. Jesus é Água Viva quem bebe desta água tem a vida eterna.
E no final o recado da Mãe Santíssima: Oração e penitência. Não fiquemos só nos milagres mas busquemos viver nossa vida ligados ao seu Filho pela Oração e pela penitência pela conversão dos pecadores. Assim fez Bernadette por toda sua vida.           

                                      
                    
          

sábado, 27 de agosto de 2016

OS CRISTÃOS DEVEM GUARDAR O SÁBADO OU DOMINGO?

        Porque nós cristãos não guardamos o sábado e sim, o domingo?

     




Certamente você católico já viu que algumas seitas protestantes que guardam o dia de sábado como o dia da santificação. 

Mas a pergunta é: nós cristãos devemos guardar o sábado como o "dia do Senhor" ou o devemos guardar o domingo como o "dia do Senhor"? 

A Igreja Católica Apostólica Romana, ensina que o "Dia do Senhor" é o domingo. No no art. 1, diz: Ouvir (ou participar) da Missa inteira nos domingos e dia santos de guarda. Por que a Igreja estabeleceu este dia? 
Porque ela tem todo fundamento bíblico para isto. 

As seitas que guardam o sábado são aquelas que ainda seguem as Leis do Antigo Testamento e acusam a Igreja Católica de estar errada por guardar o domigo como do dia do Senhor

Para justificarem dizem que isto foi invenção da Igreja Católica na época do Império Romano, quando  a  Igreja Católica foi declarada a  como religião oficial. E que esse dia era para substituir a festa do deus romano que era festejado do domingo. Pura mentira daqueles que são acusadores da Igreja. 

Porque já nos primeiros anos do cristianismo a Igreja sempre estabeleceu e guardava o domingo como o "Dia do Senhor.

A Igreja Católica é a mesma Igreja de Jesus, fundada por ele. Ela segue criteriosamente toda a tradição deixada pelos Apóstolos desde o início.

Vamos esclarecer a verdade para que não haja nenhuma dúvida sobre porque nós cristãos católicos guardamos o domingo:

As seitas que guardam o sábado são as chamadas "seitas judaizantes". Ou seja, estas seitas estão dentro do cristianismo, mas, seguem a Lei de Moisés. Eles dizem: "Foi a Igreja Católica que inventou isso... que se deve guardar o domingo!"

Sim, em parte é verdade. Foi ela mesma. Não da forma como eles acham que foi. Não foram os Apóstolos, nem Pedro, nem os bispos, nem os santos padres que inventaram que o domingo seria estabelecido como dia de santificação. Foi o próprio Cristo em pessoa. Ele sendo o Cabeça da Igreja instituiu o domingo como o dia de santificação. Assim está determinado e alicerçado na Sagrada Escritura, que: desde o Antigo Testamento o "guardar o sábado" seria substituído pelo domingo. 

Quem inventou a ideia de guardar o sábado dentro do cristianismo  foram as igrejas protestantes, principalmente as adventistas. Essas seitas foram as principais acusadoras da Igreja, promovendo-lhe falsas acusações e as demais copiaram e assim até nos dias de hoje. 

A Igreja Católica é a mesma Igreja primitiva conserva toda doutrina e os costumes dos Apóstolos. Quem disse que a Igreja foi inventada no Império Romano, que o papado foi invenção de Roma no tempo de Constantino o Imperador, estão cegos espiritualmente e historicamente. Essa é mais um falsa acusação dos protestantes. Em Mt16, 18; Jesus  disse para Pedro: "E sobre esta pedra (Pedro) edificarei a minha Igreja". Jesus fala claramente que à partir de Pedro seria construída uma Igreja Ministerial e espiritual. E que essa Igreja teria uma hierarquia que partiria de Pedro.    

O nome "Romana" foi acrescentado sim, quando a Igreja Católica transferiu sua sede de Jerusalém para Constantinopla e por fim, para Roma. 

Até se tornar uma religião oficial do Império Romano ela tinha que existir antes. A única diferença é que ela deixou um pouco de ser perseguida. Os bispos, o papa, os padres já existiam porque ela vem desde os tempos apostólicos, desde Jesus. Daí no nome: "Católica Apostólica". Católica porque é uma só em todo mundo, e Apostólica porque sucede dos Apóstolos, e Romana porque sua Sede principal está  em Roma. Se ela tivesse sido inventada em Roma, como os protestantes a acusam, então seria chamada de: "Igreja Romana Católica" e o nome "Apostólica" ficaria de fora porque naturalmente não viria dos Apóstolos e sim, de Constantino imperador romano.  

Para quem não acredita, ou tem dúvida, vamos ler na Bíblia. No início do Livro Apocalipse está escrito às sete igrejas do Oriente, delas, as duas que perseveraram na fé foi Esmirna e Filadéldia. Essas duas foram até elogiada pelo próprio Senhor Jesus. O autor do Apocalipse quando se refere ao termo "Igrejas", não está se referindo às denominações cristãs que existem hoje. Por quê?
É obvio! As denominações cristãs surgiram 1500 anos depois com a Reforma protestante. Então, logicamente em Apocalipse Jesus se referiu a uma só Igreja como um todo. Essas comunidades formavam uma só Igreja. Quem é essa Igreja se não existiam outra? É Igreja Católica. Aliás, a palavra católica quer dizer "uma só em todo mundo", como Jesus manda lá em Mt28, 19 "Ide por todo mundo e pregai o evangelho".

A Igreja de Esmirna, tinha seu bispo. Era Policarpo (69-155 d.C), São Policarpo como o chamamos hoje. Ele assim escreveu:

"A Igreja de Deus que peregrina em Esmirna, a Igreja de Deus que peregrina em Filomenion e à todas as Paróquias da Santa Igreja em todo mundo".

Logicamente quando São Policarpo escreveu a introdução de sua carta a Igreja ainda era muito perseguida. Logicamente  vê-se que a Igreja Católica não poderia ser invenção romana como os protestantes acusam, mas sim, ela é a mesma Igreja fundada por Jesus Cristo em Pedro. Hoje sob o governo do sucessor de Pedro. Ininterruptamente sem quebra do papado, até chegar hoje no Santo Padre o Papa Francisco.  

Ela já era perseguida pelos seguidores das seitas judaizantes. Como acontece hoje. Mas quem são essas seitas judaizantes? São aquelas que dizem seguir o Cristo mas, seguem a Antiga Aliança, a lei de moisés. Dizem ser judeus mas não são.

Em Ap2, 9 - na carta à comunidade de Esmirna Jesus disse: "Conheço a tua tribulação e a tua pobreza, mas és rico e és caluniado por aqueles que se dizem judeus e não são; mas são a sinagoga de satanás". Palavras fortes de Jesus.

Todos aqueles que perseguem a Igreja Católica, são chamados por Jesus "sinagoga de satanás".
Esses que dizem ser judeus e não são; as seitas não judaicas ou judaizantes, inclusive as de hoje. 

A Lei Antiga era somente para o povo de Israel, os judeus. Em Dt 8, 4 - diz que que ela não serve para nenhuma outra pessoa fora do judaísmo.

Logicamente as seitas que seguem o judaísmo estão enganando a si mesmas. Não estão seguindo Jesus porque seguem as leis antigas, embora afirmem o contrário. 

Rm10, 4 diz: "O fim da Lei (de Moisés) é Jesus Cristo". Jesus mudou toda a Lei. 
Essas seitas acusam a Igreja dizendo que a Igreja mudou os Mandamentos. Ora! quem mudou os Mandamentos? Quem instituiu uma Nova Aliança? Foi Jesus, não foi Pedro, os apóstolos, o papa e os bispos.  
A Lei de Moisés, inclusive a guarda do sábado durou até a Morte de Cristo na Cruz.

No Calvário Jesus consumou toda Lei antiga, e começou uma Nova Lei. (Cf. Jo19, 30):
E tendo tomando do vinagre, disse: "Tudo está consumado". Consumado quer dizer, "terminado, realizado"

Para as seitas, Jesus não mudou os Mandamentos, o que mudou foi a Lei cerimonial, o resto continua do mesmo jeito. Não! são mentirosos. Estão completamente enganados.

Jesus mudou toda a Lei. Incluindo todos os Mandamentos e os preceitos também. E como sinal, o véu do Templo foi rasgado. (Mc15, 38) Significa que Jesus naquele momento na Cruz separou a Lei,  é a Nova Aliança no Sangue de Jesus. É o que vale agora, nada mais.

Ef2, 15 diz: "Anulando em seu corpo a Lei dos Mandamentos expresso em ordenanças". Acabou! a Lei de Moisés não serve para nós cristãos. Jesus a findou no Calvário. Jesus veio e cumpriu todos os Mandamentos conforme Deus tinha ordenado. O termo cumprir na Bíblia, significa "terminar". E por isso Jesus nos deu um Mandamento novo. Jo13, 14: "Eu vos dou um novo Mandamento, que vos ameis uns aos outros como eu vos amei!"
Ap21, 5 diz: "Jesus renova todas as coisas".     

Pelo Sangue de Jesus Cristo, temos uma Nova Aliança, um novo Mandamento. 

No Novo Testamento O domingo é o dia do Senhor.
Todos os Apóstolos e os primeiros cristãos guardavam o domingo, santificavam o domingo. Para provar a verdade vamos ver na Bíblia:

Os guardiões do sábado perseguiam a Igreja por causa disso. 
Jesus disse em Jo5, 17 "Meu Pai trabalha todo dia e eu também trabalho". 
Em Mt 12, 2 - os fariseus condenaram Jesus porque Jesus e os Apóstolos não guardavam o sábado; mas eles eram de coração duro e não entenderam que Jesus, o Filho de Deus, que é o Senhor do sábado estava no meio deles. E ao mesmo tempo essa passagem é uma prefiguração do que Jesus faria na Nova Aliança. Jesus estava mostrando o que ele queria que a sua Igreja fizesse depois de sua morte e ressurreição. Disseram eles:

"Olha que teus discípulos estão fazendo o que não lhes é permitido no dia de sábado". Qual foi a resposta de Jesus?
"O sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado. Portanto o Filho do homem é o Senhor também do sábado." (Mc 2, 27-28) - palavras fortes de Jesus, não é? 

Se Jesus é o Senhor do sábado, eles poderiam fazer o que quisessem no sábado que não estavam descumprindo a Lei de Moisés. Na verdade, em outras palavras entendemos as palavras Jesus assim: "Quem é maior: a lei de Moisés ou a Lei de Jesus?"

Moisés foi um grande profeta, mas era um simples homem. Jesus é Deus, filho de Deus e maior que toda a Lei, ele é o Senhor de tudo.

Como é que as seitas afrontam Jesus guardando o sábado?  

COMO ERA FEITA A SANTIFICAÇÃO DO SÁBADO NA ANTIGA ALIANÇA

Era feita com sangue de animais, um bezerro ou um cordeiro. Os sumo-sacerdotes do Antigo Testamento sacrificavam os animais e com o sangue desses animais aspergiam o povo em sinal de purificação dos pecados.

Segundo a Bíblia, Deus se cansou disso, isso não adiantava nada. Não tinha efeito algum para Deus. Porque nem o homem, nem criatura alguma pode salvar a sim próprio da culpa do pecado. Era preciso muito mais que o sangue de animais para salvar a humanidade. Na Bíblia está escrito que "todos pecaram e estavam privados (impedidos) da glória de Deus!"    

Foi por isso que Jesus veio e aboliu essa Lei. Porque Deus já estava cansado de ver sangue de animais sendo derramado em vão e da fumaça dos sacrifícios.


Na Nova Aliança Jesus é o Cordeiro de Deus, justo e imaculado. Que se derramou em sacrifício e seu sangue derramado na Cruz nos salvou.

A Nova Aliança foi feita, selada, no Sangue de Jesus

Como os primeiros cristãos guardavam o domingo?
Em Ap1, 10 São João diz: "No dia do Senhor, fui movido em espírito" em outras Bíblias está "no domingo fui movido arrebatado em êxtase". Na tradução da Bíblia, chamada de Vulgata, de São Jerônimo, em latim se lê a mesma passagem: "Dominica die". Dia de domingo.

Então domingo é o dia do Senhor. A coisas principais, as aparições de Jesus, as cerimônias importantes, tudo acontecia no domingo. 

A guarda do sábado como disse, era feita com o sangue de animais.

Só pode guardar o sábado se fizer aspersão pelo pecado com sangue de animais porque uma coisa está ligada a outra. 

IICr2, 4 e Ez4, 5-17; ICr23, 9 - em todos estes no Antigo Testamento, a guarda do sábado está associada ao sacrifício de animais. Ao holocausto de animais pela expiação pelo pecado.

Veja uma coisa interessante dessas seitas judaizantes:

Como é que elas guardam o sábado sem fazer o sacrifício de animais? A Lei é clara: não basta só guardar o sábado, isto é, tem que cumprir toda lei, inclusive com o ritual do sacrifício.

Não pode haver separação dessas duas coisas e quem o fizer está sob maldição. Mostra claramente que o argumento usado pelos dos protestantes para dizerem que a Lei que foi mudada por Jesus no Calvário, foi apenas a lei cerimonial e portanto, prevalece as normas antigas e falsa.  

São Paulo é claro, ele diz que essa anulação é para toda a Lei: 

Gl3, 10 "Todos quantos pois são das obras da lei estão debaixo de maldição, porque está escrito: Maldito aquele que não permanece em todas as coisas escritas no livro da lei para praticá-las"

Ou seja, se você guarda o sábado é obvio que vai ter que fazer sacrifícios de animais, o sangue de Jesus a Nova liança não lhe serve, porque quem guarda o sábado deve cumprir toda a lei ou será maldito. 

Fica a pergunta:

Alguém já viu alguma dessas seitas fazerem sacrifícios de animais no sábado?
Alguém já viu o Edir Macedo e seus "pastores" fazerem algum sacrifício no falso templo de Salomão? Não né? Guardam o sábado incompletamente. A Palavra de Deus diz que são malditos.   

Outra tática usada pelas seitas para justificar o guardamento do sábado é dizer que Jesus cumpria toda lei.

O termo cumprir na Bíblia significa realizar uma tarefa para alguém. Por exemplo:

Se uma pessoa realiza uma tarefa de pagar uma conta no banco, para você, logicamente ela já cumpriu o que você tinha que fazer, então você não precisa ir pagar a conta novamente, pois, a tarefa já foi realizada por quem você confiou. Jesus, tendo cumprido a Lei, pagou essa dívida do pecado, que tínhamos com Deus de uma vez por todas. Ele cumpriu todas as leis e profecias. O que ele fez vale pela eternidade. Isto é ele cumpriu as Escrituras. 

Em Ef2, 15; diz claramente: Jesus cumpriu toda a Lei por nós. Nós cristãos não estamos sob a Lei de Moisés e sim, sob a Lei de Cristo, na Nova Aliança.

Vamos ler na Bíblia como os Apóstolos guardavam o domingo como o "dia do Senhor", principalmente a Assembléia de reunião eucarística era realizado no domingo. Sim naquela época a Santa Missa não era chamada assim. Somente mais tarde com a reformulação da Liturgia é que o termo "Missa" foi utilizado para significar a reunião da Assembléia para celebrar a Eucaristia. Também chamado no livro dos Atos dos Apóstolos de "Fração do pão"

Havia assembléia todos os dias como acontece hoje na Igreja. Não mudou nada. A Igreja primitiva sendo a mesma hoje não mudou seus costumes eles permanecem intactos, o que houve foi uma reformulação d modo como se celebra a Eucaristia para ganhar um sentido ainda maior.

At20, 7 - "No primeiro dia da semana cada um de parte em casa conforme sua prosperidade e vai juntando para que faça coletas quando eu for". 

Tudo era feito no domingo. Inclusive as coletas para as obras de caridade e manutenção do culto.

Porque na Nova Aliança o dia da santificação era o domingo e não o sábado?
Porque no AT, o sábado era memorial da criação. No NT o dia de domingo é o memorial da Nova Criação em Jesus.

Na Nova Aliança o domingo é o memorial da Salvação. Da ressurreição de Jesus. Em Jesus se fez uma nova criação. A Bíblia diz que antes todos, pelo pecado estavam privados da glória de Deus. Ninguém entrava no Céu. Quando Jesus morreu na Cruz, pelo seu sacrifício, pela Nova Aliança no seu sangue todos nós nos tornamos Filhos de Deus e herdeiros da graça, do Céu. Essa regeneração da criatura humana quem fez foi o Espírito Santo. 
Nos momentos que o Espírito Santo se manifestou foi no domingo.

Jesus tendo ressuscitado apareceu num domingo à tarde aos Apóstolos, soprou sobre eles e disse: "Recebei o Espírito Santo..." Jo20, 22 - Se lermos um pouco antes nos verso 19 desse mesmo capítulo o texto diz: "Ao cair da tarde daquele primeiro dia da semana..." (domingo) que Jesus apareceu. 
Quando Jesus ressuscitou foi no domingo, na madrugada do primeiro dia da semana. Mc16, 9. 

Jesus estabeleceu o domingo como o "dia do Senhor", como seu dia. Como podem as seitas guardarem o sábado e ainda dizerem que são seguidores de Jesus? 

É obvio que eles falam de Jesus  mas não  praticam suas leis completamente.
Todas elas de modo geral estão apegadas ao Antigo Testamento esquecendo-se que nós não pertencemos a Antiga Aliança.

Inácio, (80-90 d.C) dizia: "Por isso os que criaram na antiga ordem das coisas, vieram a novidade da esperança; não guardando o sábado mas vivendo segundo o domingo em que amanheceu a nossa vida".

Portanto quem estiver na Lei antiga está negando o próprio Cristo. Negam o calvário e a Salvação dada por Jesus. 

A descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes foi num domingo. Pentecostes vem do termo penta, que quer dizer cinquenta. Se refere à "festa das semanas" onde os judeus celebravam em agradecimento pela colheita. Foi nesse dia que o Espírito Santo desceu sobre os apóstolos no cenáculo.  Achava-se ali, segundo narra Atos2, muitas pessoas, de todos os lugares para a realização da festa das semanas. Então Pentecostes para nós cristãos não significa a festa das semanas mas o dia da descida do Espírito Santo. O livro dos Atos dos Apóstolos não fala que Pentecostes aconteceu num domingo. Então como sabemos que foi esse dia? 
Em Levítico 23, 15-16 diz que o dia de Pentecostes é um dia depois do sábado. Ou seja, o domingo.  

Quem guarda o sábado está debaixo da Lei antiga, nega a Nova Aliança feita no Sangue de Jesus. 
Estas seitas que guardam o sábado usam o nome de Deus para proibir alimentos. Outra prática  dos que dizem ser judeus e não são.

Em Deuteronômio 12 Deus proíbe certos alimentos para o povo Israel. Mas em Deuteronômio 14 Deus diz que o estrangeiro pode comê-los. 
Alimentos com sangue, etc. Um exemplo disso são os Testemunhas de Jeová, que proíbem alimentos e até outras coisas que não têm nada haver na Bíblia. São coisas de seitas judaizantes, fazem parte do grupo dos que dizem ser judeus e não são.

Em Atos 15; no primeiro concílio, a Igreja liberou aos cristãos comer qualquer tipo de alimento. Pois, tudo que Deus fez é puro. Jesus já disse antes que o que torna o homem impuro não é o que entra nele e sim o que sai. É o pecado que entra no homem que o torna impuro. O simples ato de comer alguma coisa não muda em nada o espírito da pessoa, se esta pratica a lei mas seu coração está cheio de maldade.    

O grande problema das seitas é querer obedecer leis que Jesus não mandou fazer. Todas as normas, mandamentos e preceitos da Igreja Católica passa primeiro por um profundo estudo bíblico.

E depois, os bispos reúnem em concílios e assembleias e declaram como verdade de fé, ou norma canônica. Eles não inventam nada que está fora ou em desacordo com a Bíblia.

Gl 2,21; mostra uma coisa grave de quem guarda o sábado. Eles se justificam pelo Antigo Testamento, mas veja o que diz o texto: "Não menosprezo a graça de Deus; mas, em verdade, se a justiça se obtém pela lei, Cristo morreu em vão. Quem obedece as leis de Moisés não crê na Salvação de Cristo. Para essas pessoas Jesus morreu em vão. Não são mais cristãos

Para os que creem: Cristo nos resgatou da maldição. (Gl3, 13)

Segundo o autor, o cristão não pode seguir a lei antiga, se ele crê e a observa como prática da justiça, ele nega a Nova Aliança. E por isso nega a própria salvação. E guardar o sábado é uma prática da Lei de Moisés. 

Quem guarda o sábado sem fazer o sacrifício de animais está sob maldição (Gl3, 10).

O sábado está para o sangue de animais como o domingo está para o Sangue de Cristo. A guarda do sábado era feita para expiação dos pecados com sangue de animais - Antiga Aliança.
Na Nova Aliança, é Jesus que pelo seu sangue nos lavou de todo pecado.
A santificação do domingo está na expiação e santificação pelo sangue de Cristo nosso único Salvador.

Como então os protestantes podem guardar o sábado? Como podem dizer que seguem a Jesus Cristo e negam o seu dia de santificação vem como seu sacrifício na Cruz?

Em Hb9, 19; quando Moisés terminou de proclamar todos os Mandamentos da Lei a todo o povo, levou o sangue de novilhos e de cabritos, também água, lã vermelha e ramo de hissopo e aspergiu o próprio livro da Lei e o povo. 

Na Nova Aliança Jesus é o Cordeiro de Deus, tendo ele mesmo derramado seu sangue, aspergiu todo o povo da Nova Lei, livrando-nos da maldição do pecado e da morte eterna, estabelecendo conosco uma Nova Aliança. Pois Jesus é o sacerdote, o altar e o Cordeiro puro, santo e imaculado.
Jesus pode tudo, ele é Deus, o Filho de Deus e assim o fez. 

Jesus estabeleceu uma nova Lei. Selado com seu sangue. Em Apoc5, 1-10 diz que Jesus é o único que pode abrir os selos. Porque ele é o Leão da tribo de Judá, aquele que trouxe a salvação com seu sangue a todos os povos, e dele fez um novo reino de sacerdotes. Cristo fez tudo novo. Uma nova nação.

A Igreja desde os primórdios guardou o domingo como o dia do Senhor. Na Epístola de Barnabé - nos anos 70-120 d.C: "Portanto nós guardamos o oitavo dia para celebrar".

Didaqué: (entre 70-110 d.C) diz: "Reunidos a cada domingo para partir o pão de graças". Como a Eucaristia celebrada por São Paulo. (At26, 7)

No Antigo Testamento vemos que Deus já tinha prometido acabar com a guarda do sábado.

Os2,11 - ou 2, 13 - Deus diz claramente "acabarei com a guarda do sábado" - Is1, 11-14 - Deus promete que vai acabar com a guarda do sábado. "De nada serve trazer oferendas, tanto horror da fumaça do sacrifício, as luas novas, os sábados". No versículo quatorze o profesta diz que Deus "abomina" e está cansado essas coisas. O profeta usa de lingagem simbólica quando diz que Deus está "cansado" daquelas práticas. Deus não cansa nunca, mas o que ele quis dizer é que: Deus não aceita mais essa lei porque, ela de nada adianta, o homem não pode salvar  a sim mesmo. O que Deus queria de verdade que era um coração puro cheio de amor e de boas ações, sem interesse próprio;  eles não faziam isso (Is1, 15-20).
Mt 6, 1-18. Jesus ao instruir os seus discípulos chamam os fariseus de hipócritas, porque eles faziam cumprir a lei não por causa de Deus, mas para se passar de bonzinhos e piedosos. Para serem elogiados por aqueles que viam. Hipocrisia. 

Você sabia? Uma das heresias que as seitas ensinam é que para se salvar basta aceitar Jesus, e crê para ter a vida eterna, sem a prática das boas obras. Mentira das seitas. Jesus é claro, quando no versículo 1, ele diz: "Guardai-vos de fazer as boas obras diante dos homens, para serem vistos por eles. Do contrário, não tereis a recompensa junto de vosso pai do Céu."  Vejam que Jesus desmente o que as seitas afirmam. De que recompensa Jesus está falando? Jesus está falando da vida eterna. Então a Salvação depende das nossas obras. Jesus já nos deu a Salvação quando morreu na Cruz. Ela está garantida. Mas ela tem uma condição. É preciso buscá-la. Como? Mt12, 50 - Jesus responde: "Todo aquele que faz a vontade do pai que está nos céus..."  
Em Tg12, 14-24. O homem não é justificado pela fé somente, mas, pela fé e pelas obras. Uma coisa não se separa da outra. Não só as obras materiais, mas também as espirituais. Fé, trabalho e Oração.         

Continuando... Quem inventou a guarda do sábado entre as seitas judaizantes foi um dos fundadores da Igreja Adventista. Uma mulher chamada Elen G. White.

Essa mulher se intitulava ser o próprio Jesus. Vejam que ousadia. Foi ela quem também inventou que Jesus voltaria à partir de 1800 e Jesus não voltou. Depois, todos viram que era mentira, uma farsa. Só Jesus é a verdade. 

Essa mulher pegou uma passagem de Hb1, 1-2, onde diz que no AT Deus falava pelos profetas,  hoje fala através de seu Filho Jesus, ela substituiu o no final onde está escrito "Filho" pelo seu nome.

Assim ela diz em seu livro, substituindo o que diz em Hebreus: "Como Deus falou no AT testamento pelos profetas, hoje fala través de Elen White". Se intitulando ser ela mesma o próprio Cristo. Heresia e blasfêmia.

Então meus amigos, caros leitores. Se nós queremos ser cristãos de verdade não podemos seguir a Lei antiga. devemos seguir a Jesus que nos deixou o dia de domingo como  sendo o seu dia. Devemos guardar o domingo como estabeleceu Jesus e não o sábado.

Somente Jesus é a verdade. A Igreja de Jesus é uma só, quando saímos dela corremos o risco de nos perder, porque fora da Igreja única e verdadeira não há salvação.
Jesus quer que sejamos cristãos verdadeiros. Não aqueles tipos de cristãos que vão à igreja em busca de milagres. Mas que praticam com seriedade o Evangelho.

"Que crê em mim terá a vida Eterna, diz Jesus". (Jo11, 25); Jesus é o caminho, a verdade e a vida. Como ele mesmo disse, sem Jesus nada podemos fazer. Isso implica que estar desligado do seu Corpo místico que é a Igreja para seguir as seitas é correr o risco de perder a salvação. Quando Jesus disse que sem ele nada podemos fazer, sem ele e sua Igreja porque Jesus é o cabeça da Igreja. Sem Jesus e sua Igreja nada podemos fazer. Não existe salvação. Foi para isso que Jesus a fundou. Para que enquanto peregrinos neste mundo possamos, com ele, na sua Igreja chegar à plenitude do Céu. Ao encontro definitivo com Deus.

Antes de seguir essas seitas, pense duas vezes. Pense no que você vai perder. 
Dirá, ah! mas lá se faz muitos milagres, pregam muito bem de Jesus. Sim, é verdade. O diabo também faz milagres. O diabo nunca fala mal de Jesus. E todas as vezes que tentou Jesus citou os salmos. O diabo conhece bem a bíblia, melhor que qualquer um de nós. Por isso não se engane.
Hoje o que mais vemos são as seitas se propagarem talvez isso acontece pela culpa de católicos relaxados, aproveitadores que tratam a Deus como um comerciante e Jesus como milagreiro. 
Tome cuidado, porque Jesus mesmo disse que, aquele que quiser tudo neste mundo vai ter. Mas, perderá no Céu a sua alma. (Mc8, 36) 

Você católico que está pensando em deixar a verdadeira Igreja de Cristo para seguir as seitas. Pense bem! 

Saiba que você estará indo para sinagoga de satanás. Sim. Jesus como Deus já sabia que um dia isto ia acontecer. A palavra de Deus é atual e está se cumprindo. Somente quem perseverar até o fim será salvo.

Os Apóstolos várias vezes escreveram que os falsos pastores que surgiriam. 

No livro do Apocalipse é Jesus mesmo que chama aquelas igrejas que não viviam o evangelho, e hoje se dirige as futuras seitas de sinagoga se satanás. Por quê?

São eles que não santificam o domingo, que exploram a fé das pessoas cobrando dízimos e trízimos, comprando fazenda, vendendo falsas prosperidades. São eles que difamam a Igreja, o santo Padre e os santos da Igreja. São eles que acusam a Igreja de idolatria, que blasfemam contra a Virgem Maria e dizem que ela é uma mulher qualquer. São eles que vendem milagres e prosperidade. São eles que adoram o deus dinheiro e dizem que servem a Jesus mas não cumprem suas leis.

Saiba você, que essas seitas surgiram de um profundo egoísmo. Seus fundadores não estavam interessados em mudança. Cada um tinha um interesse particular. Sabemos que houve um tempo negro na história da Igreja. Mas, se esses reformadores estivessem interessados em reformar realmente a Igreja, lutariam ao lado dela unidos ao seu Corpo para que ela fosse melhor. No entanto separaram-se do único Corpo de Cristo, cada qual para satisfazer a si mesmos deixando o Coração de Jesus ainda mais machucado

Lutero, nunca pensou em ser padre de verdade, entrou no convento porque por inveja tinha cometido assassinato contra seu companheiro de classe, para escapar da justiça buscou abrigo e proteção da Igreja. 

Henrique VIII, rei da Inglaterra, porque vivia em adultério e queria divorciar para casar novamente, o Papa negou, porque o casamento católico é indissolúvel por ordem de Jesus. Então ele se revoltou e fundou uma seita onde ele mesmo seria o chefe e poderia fazer o que bem entender.

Outros ainda por causa o iluminismo, (pessoas influentes que pregavam que o uso da razão devia era superior ao emprego da fé), esses eram contra a Igreja e achavam que a Igreja era contra o progresso e defendiam o livre exame da Bíblia, que é proibido fazer.  

E assim tantos outros. Hoje o que acontece? Um "pastor" discorda com sua igreja mãe e cria outra para si, para atender suas necessidades. Não tem união, cada um vive para si conforme o que lhes manda na cabeça. Se dentro de uma Igreja a palavra de Deus significa uma coisa, em outra é interpretada de outra forma, segundo o desejo de cada fundador. 
Para piorar a situação fazem das suas igrejas uma casa de comércio, cada uma com um nome diferente, vendendo ilusões. São as sinagogas de satanás. São igrejas onde a caridade é a do dinheiro, que fala mais alto. Quem der mais tem mais prestígio com Deus. 

Meus caros irmãos em Cristo, Jesus disse uma coisa muito importante:
"Aquele que põe a mão no arado e olha para trás, não é apto para o Reino de Deus!" (Lc9, 62)
Se você, católico, pensa que deixando a verdadeira Igreja de Jesus, estará fazendo uma boa troca, saiba que não será digno do reino de Deus. Porque Jesus disse assim:
"Quem vos ouve (se referindo à Igreja na pessoa dos apóstolos), a mim ouve. Quem vos rejeita, rejeita a mim e aquele que me enviou."  Lc 10, 16.    

            
CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA 
O que ele ensina sobre o domingo? 


D.40 DOMINGO
D.40.1 Celebração dominical centro da vida da Igreja
§2177 A celebração dominical do Dia e da Eucaristia do Senhor está no coração da vida da Igreja. "O domingo, dia em que por tradição apostólica se celebra o Mistério Pascal, deve ser guardado em toda a Igreja como dia de festa de preceito por excelência."
"Devem ser guardados igualmente o dia do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo, da Epifania, da Ascensão e do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, de Santa Maria, Mãe de Deus, de sua Imaculada Conceição e Assunção, de São José, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e, por fim, de Todos os Santos."
D.40.2 Defesa do domingo como dia de festa
§2187 Santificar os domingos e dias de festa exige um esforço o comum. Cada cristão deve evitar impor sem necessidades a outrem o que o impediria de guardar o dia do Senhor. Quando os costumes (esporte, restaurantes etc.) e as necessidades sociais (serviços públicos etc.) exigem de alguns um trabalho dominical, cada um assuma a responsabilidade de encontrar um tempo suficiente de lazer. Os fiéis cuidarão, com temperança e caridade, de evitar os excessos e violências causadas às vezes pelas diversões de massa. Apesar das limitações econômicas, os poderes públicos cuidarão de assegurar aos cidadãos um tempo destinado ao repouso e ao culto divino. Os patrões têm uma obrigação análoga com respeito a seus empregados.
§2188 Dentro do respeito à liberdade religiosa e ao bem comum de todos, os cristãos precisam envidar esforços no sentido de que os domingos e dias de festa da Igreja sejam feriados legais. A todos têm de dar um exemplo público de oração, de respeito e de alegria e defender suas tradições como uma contribuição preciosa para a vida espiritual da sociedade humana. Se a legislação do país ou outras razões obrigarem a trabalhar no domingo, que, apesar disso este dia seja vivido como o dia de nossa libertação, que nos faz participar desta "reunião de festa", desta "assembléia dos primogênitos cujos nomes estão inscritos nos céus" (Hb 12,22-23)
D.40.3 Descanso dominical
§2185 Durante o domingo e os outros dias de festa de preceito, os fiéis se absterão de se entregar aos trabalhos ou atividades que impedem o culto devido a Deus, a alegria própria ao dia do Senhor, a prática das obras de misericórdia e o descanso conveniente do espírito e do corpo. As necessidades familiares ou uma grande utilidade social são motivos legítimos para dispensa do preceito do repouso dominical. Os fiéis cuidarão para que dispensas legítimas não acabem introduzindo hábitos prejudiciais à religião, à vida familiar e à saúde.
O amor da verdade busca o santo ócio, a necessidade do amor acolhe o trabalho justo.
§2186 Os cristãos que dispõem de lazer devem lembrar-se de seus irmãos que têm as mesmas necessidades e os mesmos direito mas não podem repousar por causa da pobreza e da miséria. O domingo é tradicionalmente consagrado pela piedade cristã às boas obras e aos humildes serviços de que carecem os doentes, os enfermos, os idosos. Os cristãos santificarão ainda o domingo dispensando à sua família e aos parentes o tempo e a atenção que dificilmente podem dispensar nos outros dias da semana. O domingo é um tempo de reflexão, de silêncio, de cultura e de meditação, que favorecem o crescimento da vida interior cristã.
§2193 "No domingo e nos outros dias de festa de preceito, os fiéis se absterão das atividades e negócios que impeçam o culto a ser prestado a Deus, a alegria própria do dia do Senhor e o devido descanso da mente e do corpo."
D.40.4 Domingo primeiro dia da semana
§1166 "Devido à tradição apostólica que tem origem no próprio dia da ressurreição de Cristo, a Igreja celebra o mistério pascal a cada oitavo dia, no dia chamado com razão o dia do Senhor ou domingo. " O dia da ressurreição de Cristo é ao mesmo tempo "o primeiro dia da semana", memorial do primeiro dia da criação, e o "oitavo dia", em que Cristo, depois de seu "repouso" do grande sábado, inaugura o dia "que O Senhor fez", o "dia que não conhece ocaso". A "Ceia do Senhor" é seu centro, pois é aqui que toda a comunidade dos fiéis se encontra com o Senhor ressuscitado, que Os convida a seu banquete:
O dia do Senhor, o dia da ressurreição, o dia dos cristãos, é o nosso dia. E por isso que ele se chama dia do Senhor: pois foi nesse dia que o Senhor subiu vitorioso para junto do Pai. Se os pagãos o denominam dia do sol, também nós o confessamos de bom grado: pois hoje levantou-se a luz do mundo, hoje apareceu o sol de justiça cujos raios trazem a salvação.
§1167 O domingo é o dia por excelência da assembléia litúrgica, em que os fiéis se reúnem "para, ouvindo a Palavra de Deus e participando da Eucaristia, lembrarem-se da paixão, ressurreição e glória do Senhor Jesus, e darem graças a Deus que os 'regenerou para a viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo de entre os mortos"
Quando meditamos, ó Cristo, as maravilhas que foram operadas neste dia de domingo de vossa santa ressurreição, dizemos: Bendito é o dia do domingo, pois foi nele que se deu o começo da criação (...) a salvação do mundo (...) a renovação do gênero humano.(...) E nele que o céu e a terra rejubilaram e que o universo inteiro foi repleto de luz. Bendito é o dia do domingo, pois nele foram abertas as portas do paraíso para que Adão e todos os banidos entrem nele sem medo.
§2174 Jesus ressuscitou dentre os mortos "no primeiro dia da semana" (Mc 16,2). Enquanto "primeiro dia", o dia da Ressurreição de Cristo lembra a primeira criação. Enquanto "oitavo dia", que segue ao sábado, significa a nova criação inaugurada com a Ressurreição de Cristo. Para os cristãos, ele se tomou o primeiro de todos os dias, a primeira de todas as festas, o dia do Senhor ("Hé kyriaké hemera", "dies dominica "), o "domingo":
Reunimo-nos todos no dia do sol, porque é o primeiro dia (após sábado dos judeus, mas também o primeiro dia) em que Deus extraindo a matéria das trevas, criou o mundo e, nesse mesmo dia Jesus Cristo, nosso Salvador, ressuscitou dentre os mortos.
D.40.5 Domingo cumprimento do sábado
§2175 O domingo se distingue expressamente do sábado, ao qual sucede cronologicamente, a cada semana, e cuja prescrição espiritual substitui, para os cristãos. Leva à plenitude, na Páscoa de Cristo, a verdade espiritual do sábado judeu e anuncia o repouso eterno do homem em Deus. Pois o culto da lei preparava o mistério de Cristo e o que nele se praticava prefigurava, de alguma forma, algum aspecto de Cristo:
Aqueles que viviam segundo a ordem antiga das coisas voltaram-se para a nova esperança não mais observando o sábado, mas sim o dia do Senhor, no qual a nossa vida é abençoada por Ele e por sua morte.
§2176 A celebração do domingo observa a prescrição moral naturalmente inscrita no coração do homem de "prestar a Deus um culto exterior, visível, público e regular sob o signo de seu beneficio universal para com os homens". O culto dominical cumpre o preceito moral da Antiga Aliança, cujo ritmo e espírito retoma ao celebrar cada semana o Criador e o Redentor de seu povo.
D.40.6 Domingo dia que permite cultivar a vida familiar cultural social e religiosa
§2184 Como Deus "descansou no sétimo dia, depois de toda a obra que fizera" (Gn 2,2), a vida humana é ritmada pelo trabalho e pelo repouso. A instituição do dia do Senhor contribui para que todos desfrutem do tempo de repouso e de lazer suficiente que lhes permita cultivar sua vida familiar, cultural, social e religiosa.
§2194 A instituição do domingo contribui para que "todos tenham tempo de repouso e de lazer suficiente para lhes permitir cultivar sua vida familiar, cultural, social e religiosa.
D.40.7 Domingo dia principal da celebração eucarística
§1193 O domingo, "dia do Senhor", é o dia principal da celebração da Eucaristia por ser o dia da ressurreição. É o dia da assembléia litúrgica por excelência, o dia da família cristã, o dia da alegria e do descanso do trabalho. O domingo é "o fundamento e o núcleo do ano litúrgico".
D.40.8 Domingo dia da ressurreição de Jesus
§1343 Era sobretudo "no primeiro dia da semana", isto é, no domingo, o dia da Ressurreição de Jesus, que os cristãos se reuniam "para partir o pão" (At 20,7). Desde aqueles tempos até os nossos dias, a celebração da Eucaristia perpetuou-se, de sorte que hoje a encontramos em toda parte na Igreja, com a mesma estrutura fundamental. Ela continua sendo o centro da vida da Igreja.
D.40.9 Obrigação de participar da liturgia dominical
§1389 A Igreja obriga os fiéis "a participar da divina liturgia aos domingos e nos dias festivos" e a receber a Eucaristia pelo menos uma vez ao ano, se possível no tempo pascal, preparados pelo sacramento da reconciliação. Mas recomenda vivamente aos fiéis que recebam a santa Eucaristia nos domingos e dias festivos, ou ainda com maior freqüência, e até todos os dias.
§2042 O primeiro mandamento da Igreja ("Participar da missa inteira nos domingos e outras festas de guarda e abster-se de ocupações de trabalho") ordena aos fiéis que santifiquem o dia em que se comemora a ressurreição do Senhor e as festas litúrgicas em honra dos mistérios do Senhor, da santíssima Virgem Maria e dos santos, em primeiro lugar participando da celebração eucarística, em que se reúne a comunidade cristã, e se abstendo de trabalhos e negócios que possam impedir tal santificação desses dias.
O segundo mandamento ("Confessar-se ao menos uma vez por ano") assegura a preparação para a Eucaristia pela recepção do sacramento da Reconciliação, que continua a obra de conversão e perdão do Batismo.
O terceiro mandamento ("Receber o sacramento da Eucaristia ao menos pela Páscoa da ressurreição") garante um mínimo na recepção do Corpo e do Sangue do Senhor em ligação com as festas pascais, origem e centro da Liturgia Cristã.
§2043 O quarto mandamento ("Jejuar e abster-se de carne, conforme manda a Santa Mãe Igreja") determina os tempos de ascese e penitência que nos preparam para as festas litúrgicas; contribuem para nos fazer adquirir o domínio sobre nossos instintos e a liberdade de coração.
O quinto mandamento ("Ajudar a Igreja em suas necessidades") recorda aos fiéis que devem ir ao encontro das necessidades materiais da Igreja, cada um conforme as próprias possibilidades.
§2180 O mandamento da Igreja determina e especifica a lei do Senhor: "Aos domingos e nos outros dias de festa de preceito, os fiéis têm a obrigação de participar da missa". "Satisfaz ao preceito de participar da missa quem assiste à missa celebrada segundo o rito católico no próprio dia de festa ou à tarde do dia anterior.2183
D.40.10 Santificação do domingo pela oração
§2698 A Tradição da Igreja propõe aos fiéis ritmos de oração destinados a nutrir a oração continua. Alguns são cotidianos: a oração da manhã e da tarde, antes e depois das refeições, a Liturgia das Horas. O domingo, centrado na Eucaristia, é santificado principalmente pela oração. O ciclo do ano litúrgico e suas grandes festas são os ritmos fundamentais da vida de oração dos cristãos.
D.40.11 Significação do domingo
§1163 "A santa mãe Igreja julga seu dever celebrar com piedosa recordação, em certos dias fixos no decurso do ano, a obra salvífica de seu divino esposo. Em cada semana, no dia que ela passou a chamar 'dia do Senhor', recorda a ressurreição do Senhor, celebrando-a uma vez por ano, juntamente com sua sagrada paixão, na solenidade máxima da Páscoa. E desdobra todo o mistério de Cristo durante o ciclo do ano (...) Recordando assim os mistérios da Redenção, franqueia aos fiéis as riquezas das virtudes e dos méritos de seu Senhor, de maneira a torná-los como que presentes o tempo todo, para que os fiéis entrem em contato com eles e sejam repletos da graça da salvação."
§2190 O sábado, que representava o término da primeira criação, é substituído pelo domingo, que lembra a criação nova, inaugurada com a Ressurreição de Cristo.