quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

A DIFERENÇA ENTRE ADIVINHAÇÃO E PROFETISMO

Na curiosidade em saber uma posição sobre o futuro, é muito comum vermos pessoas se recorrerem a adivinhadores, cartomancia e ao horóscopo. Existem muitos cristãos que ainda praticam ou procuram a adivinhação e até confundem adivinhação com profecia. Mas na verdade, as duas coisas são totalmente opostas. 

Diferente de fazer uma previsão científica, baseada em instrumentos que a Ciência nos tem a oferecer, a adivinhação é uma técnica de enganação e não condiz com a realidade. A pessoa que usa a adivinhação na verdade engana-se a si mesmo. Há pessoas que buscam na adivinhação as respostas para seus questionamentos; na verdade estão inseguras de si mesmas, frágeis na fé. E o que na verdade elas podem conseguir é enganar-se e se tornar mais vulneráveis aos golpes dos enganadores.     

A prática da adivinhação é muito antiga, vem de nações pagãs que usavam do método de consultar os astros, cartas, ossos humanos, pedras, búzios, leitura das mãos, consultas através de evocação dos espíritos e outras práticas supersticiosas para prever o futuro. Na verdade não há nenhum estudo científico que provam que eles estão certos.
O adivinhador (e não profeta) mais recente que conhecemos foi Nostra Damus, esse errou todas suas previsões, quando escreveu sobre o fim do mundo.

Até mesmo entre os israelitas, ou o povo hebreu, existia a prática da adivinhação, da bruxaria, etc. Pois, esse povo também conviveu com nações pagãs muito antigas, que cultuavam falsos deuses e praticavam a adivinhação como os mesopotâmicos, os egípcios etc.


Esses povos tiveram uma forte influência na cultura dos hebreus até o dia em que o Deus Javé se manifestou fazendo desse povo uma nação consagrada a Ele, proibindo todas as práticas pagãs.


Ao suscitar Moisés como seu líder, Deus proibiu que a prática da adivinhação fosse exercida, e mais, proibiu que os israelitas se recorresse a essas pessoas. Por quê?
Porque quem pratica essas coisas não está a serviço do Deus verdadeiro. A Bíblia nos ensina:

(Dt10, 12.20)."12-E agora ó Israel, o que pede a ti o Senhor, senão que o amando servi-o de todo teu coração e de toda a tua alma.*20- Temerás o Senhor e estarás unido a Ele e só pelo teu nome farás teu juramento".  
(Dt18, 9-14.21-22) "9-Quando tiveres entrado na terra que o Senhor teu Deus te dá, não porás a imitar as práticas abomináveis da gente daquela terra. 10-Não se ache no meio de ti quem passa pelo fogo, seu filho, sua filha, nem quem se dê à adivinhação, à astrologia, aos agouros, ao feiticismo,11- à magia, ao espiritismo, à adivinhação e invocação dos mortos. 12-Porque o Senhor teu Deus abomina aqueles que se dão a essas práticas, e é por causa dessas abominações que o Senhor teu Deus, expulsa de ti essas nações.13-Serás inteiramente do Senhor, teu Deus. 14- As nações que vais despojar ouvem os agoureiros e adivinhos; a ti porém, o Senhor teu Deus, não o permite.*21- Se disseres a ti mesmo: como posso distiguir a palavra que não vem do Senhor?22-Quando o profeta tiver falado em nome do Senhor, se o que ele disse não se realizar, é que essa palavra não veio do Senhor. O profeta falou presunçosamente. Não temais!  

Então, todos nós cristãos, sobretudo os Católicos, somos uma religião que foi fundada por Jesus Cristo, Jesus era judeu, ou israelita, seguia enquanto homem a Lei de Deus através de Moisés. E Jesus mesmo disse que não veio abolir tais leis e sim aperfeiçoá-las (Cf. Mt5, 17-18).     
Portanto, as práticas de que fala o texto de Deuteronômio acima, também é aplica a todos nós que seguimos a Jesus Cristo.
Deus quer preservar o seu povo dos malefícios dessas práticas. 
Além do mais, sabendo-se que crendo que existe um Deus único e verdadeiro, praticar tais coisas agride diretamente a Deus que tudo fez por nós.
Ninguém tem o direito de prever o futuro. A adivinhação é uma enganação. 

Mas você pode se perguntar: - Mas os profetas não eram adivinhadores? - A resposta é: Não! - os profetas não praticavam a adivinhação, eles eram homens que guiavam o povo de Deus e eram guiados por Deus, como os padres, pastores, catequistas, como os bispos, sucessores dos Apóstolos hoje fazem.


Mas, naquele tempo, os profetas agiam por ação direta de Deus ou por inspiração divina aos quais admoestavam o povo de Deus para que seguissem e fossem fiel a Javé. Os profetas eram homens que eram escolhidos a dedo por Deus para falar ao povo de Israel em seu nome, para denunciar as injustiças e cobrar do povo de Israel quando este faltava-lhes em cumprir os Mandamentos e as leis do Senhor.


Eles não adivinhavam, não liam cartas, não consultavam os mortos, não praticam bruxarias, não consultavam zodíaco, nem os  astros. Simplesmente eram homens santos escolhidos por Deus para ajudar o povo a trilhar seus caminhos. Está aí a grande diferença!


Leia estre trecho de Dt18, 15-20:


Moisés falou ao povo dizendo: 15. "O Senhor teu Deus fará surgir para ti, da tua nação e do meio de teus irmãos, um profeta como eu; a ele deveis escutar. 16. Foi exatamente o que pediste ao Senhor teu Deus, no monte Horeb, quando o povo estava reunido, dizendo: 'Não quero mais escutar a voz do Senhor meu Deus, nem ver este grande fogo, para não acabar morrendo'. 17. Então o Senhor me disse: 'Está bem o que disseram. 18. Farei surgir para eles, do meio de teus irmãos, um profeta semelhante a ti. Porei em sua boca minhas palavras e ele lhes comunicará tudo o que eu lhe mandar. 19. Eu mesmo pedirei contas a quem não escutar as minhas palavras que ele pronunciar em meu nome. 20. Mas o profeta que tiver a ousadia de dizer em meu nome alguma coisa que não lhe mandei ou se falar em nome de outros deuses, esse profeta deverá morrer'.
    
O profeta é alguém tirado do meio do povo para falar em nome de Deus. Ele tem autoridade de Deus. Mas não pode enganar as pessoas nem falar daquilo que não é da vontade de Deus. Jesus embora seja o Filho de Deus, era um profeta (enquanto homem); e tinha autoridade em suas palavras e tudo que ele falava provinha do alto. 


São Marcos (Mc1, 21-28); descreve que:


21. Jesus entrou na sinagoga e ensinava. 22. Todos se admiravam ao vê-lo falar.  23. E na sinagoga estava um homem possuído por um espírito mau. Ele gritando disse: 24. "Que queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste para nos destruir? Eu sei que tu és o santo de Deus!" - 25. Jesus porém o repreendeu dizendo: "Cala-te e sai dele!" - 26. Então o espírito mau o sacudiu, deu um grito e saiu. 27. Todos vendo aquilo ficaram admirados. E perguntavam: "O que será isto? um ensinamento novo dado com autoridade. Ele manda e os espíritos maus obedecem". 28. E a fama de Jesus logo se espalhou por toda a Galiléia. 
    
O verdadeiro profeta é alguém que tem autoridade de Deus.
Qualquer outro que não tem autoridade de Deus não pode realizar a obra de Deus. Quando se tem autoridade de Deus ninguém poderá resistir às palavras que ele profere, nem mesmo os espíritos maus, eles reconhecem que o profeta é de Deus. 
O falso profeta ao contrário copia o bom profeta, mas não tem autoridade. Sua intenção é desgarrar as ovelhas do aprisco. É um mercenário conforme Jesus mesmo disse. Ele não tem compromisso em guiar o povo de Deus, e sim, de enganar, e destruir a fé das pessoas. Tudo o que faz ou é para ganhar dinheiro às custas alheias, ou porque é contra a Igreja de Nosso Senhor. 
O que diferencia o verdadeiro do falso profeta é justamente a autoridade de Deus. E não os milagres. Milagres qualquer um pode fazer. Mas a autoridade de Deus,a unção e as palavras que sai da boca de Deus na voz do profeta é que faz a diferença.      
Mas há uma outra dúvida que talvez muitos possam não entender: 


Mateus fala em seus escritos de três homens que vieram do oriente para visitar Jesus recém-nascido, esses homens segundo Mateus, viram uma grande estrela, (talvez um cometa), e a seguiram até encontrar Jesus... ( Cf. Mt2, 1-12). Será que a Bíblia se contradiz? - a resposta é: Não! eis porque vou explicar:


Esses homens, que Mateus relata sendo três, vindos do Oriente não são propriamente adivinhadores, os estudos mais antigos dão conta que eram homens que praticavam a ciência de estudar os astros. Ou seja, na linguagem de hoje praticavam a astronomia. Certo é que naquele tempo em meio às crendices, muitas coisas eram feitas sob orientação dos astros, mas isso é a astrologia, (prever o futuro através dos astros); esses homens que Mateus chamam de sábios, ou Magos, eram pessoas de alta inteligência. Havia um costume antigo que dizia que quando aparecia uma estrela diferente no céu é porque alguém muito importante iria nascer, um aristocrata, um rei. Possivelmente esses homens eram também judeus que viviam fora da Palestina, de certo conheciam as profecias e ligaram uma coisa a outra.


 No tempo do rei Nabucodonosor muitos judeus foram perseguidos, os de maiores posses fugiram para as terras distantes, milhares foram mortos e os que sobraram, foram escravizados e levados para a Babilônia. Talvez esses "Magos" de que fala Mateus pertencesse ao grupo desses judeus que tinham certo conhecimento das profecias e esperavam a promessa do nascimento do Messias.


Mas, por trás desse relato, Mateus não está dando incentivo à astrologia, nem às previsões astrológicas, nem às adivinhações, e sim, querendo manifestar a realeza de da pessoa de Cristo, Jesus é Rei, ele é Deus, na sua divindade todos os reinos, todas as nações devem se curvar. O que São Paulo vai nos dizer depois que: "diante de Jesus se dobre todo joelho, no Céu, na Terra e nos infernos".


Foram-lhe oferecidos presentes de rei: Ouro, incenso e mirra - o que tinham de mais precioso. antes disso... visitaram o rei Herodes, achando que Cristo nasceria em Jerusalém, tiveram a confirmação da profecia de Miqueias que Cristo nasceria em Belém. Portanto, não foi só por causa da estrela que eles encontraram Jesus, mas foi também pelo auxílio das Escrituras Sagradas.


Os Magos não eram adivinhadores, se fossem, e se valesse adivinhar, saberiam com clareza onde estava Jesus. Apenas seguiram a estrela...uma estrela enviada por Deus como sinal...e sendo sábios, estudiosos sabiam que era chegado o tempo de nascer o Salvador. Seis meses de caminhada fizeram, segundo alguns estudiosos. Perdendo e reencontrando o caminho. O texto diz claramente que eram "magos" isto é homens estudiosos e intelectuais da época. Outros estudiosos no assunto afirmam que seriam homens de diferentes povos do Oriente: Índia, China e um deles no da África. Mas não podemos afirmar com clareza, prefiro ficar com a primeira explicação. O fato é que o sentido desta história mostra que pela Salvação dada por Deus través de Cristo, todas as nações a Ele recorrem e por Ele e n'Ele se encontram.


Portanto, a Escritura não se contradiz!     

Hoje em meio à tantas influências pagãs, temos que lembrar das palavras de Deus quando disse: "Vocês vão se relacionar com outras nações, outras culturas, outros povos que ainda não crêem em mim, mas não pões a praticar as coisas pagãs que eles praticam"... (Cf. Dt9, 14) É isso que Deus está dizendo para nós cristãos hoje, agora, para mim e ti. 

Não podemos acreditar em horóscopos, cartomancia, feitiçaria, bruxaria, leitura de mãos, superstições, búzios... e nem em qualquer outra prática de adivinhação, porque isso é proibido para nós.

O que acontece é que as pessoas estão deixando a Bíblia de lado e correndo atrás de falsos deuses. E isso ofende diretamente a Deus: Ofende ao Pai que nos criou, ao seu filho Jesus que nos salvou, e ao Espírito Santo que nos faz santos e nos quer iluminar. Para que vamos precisar buscar respostas longe de Deus?

Logo no mesmo capítulo, de Deut9, 21-22, Deus nos ensina a saber discernir entre o bom profeta e o mal profeta. Porque digo isto?
Porque até mesmo dentro da Igreja existem falsos líderes que aprovam estas práticas dizendo: "Não não tem importância consultar horóscopo, ler cartas, etc... pois isso até aumenta a auto-estima da pessoa, ela passa a ter pensamento positivo"... mas, e quando numa dessas adivinhações ela recebe a falsa notícia que vai morrer, ou que está sendo traída, ou então que passará por maus momentos? fará bem a ela? essa pessoa não vai entrar em depressão, até mesmo se desesperar e morrer ou cometer um suícidio?... É isso que Deus não quer. 

Então não podemos dar crédito a essas pessoas. E quem as apoia é mentiroso está enganando a si mesmo, a comunidade e a Deus. Essas pessoas que se dizem cristãs, nunca praticou a palavra de Deus de verdade, apenas leu, escutou no culto ou na Missa, mas não ouviu com o coração, não entendeu. Por isso, essas pessoas embora se dizem cristãs, agem em nome do diabo.
A você que leu esse artigo, pense direitinho. Queira amar a Deus e servi-lo com seu coração, você só tem a ganhar!


CHAVE DE LEITURA PARA MEDITAÇÃO:  
Sab13, 1-19:14
1Tm4,1           

sábado, 10 de dezembro de 2011

DEPENDÊNCIA AFETIVA E COMPULSIVIDADE AFETIVA

Nossa vida é feita de relações humanas, toda criatura necessita de convivência, de ajuda mútua para suprir suas necessidades. Desde os seres irracionais, até os seres racionais, ou seja, o ser humano. Ninguém nasceu para estar sozinho, se existe alguém sozinho, ou que se sinta estar sozinho é porque falta afetividade, muitas vezes possui problemas afetivos, que leva o indivíduo a não se relacionar com as outras pessoas. A Internet hoje resolve grande parte dos problemas, mas também pode deixar a pessoa isolada, cada vez mais afastada dos relacionamentos. É preciso que se mude a mentalidade dos jovens para que voltem a ter a experiência de uma boa amizade. A tendência de certas pessoas é se afastar cada vez mais do convívio entre a família e do convívio virtual. Isso é muito ruim para o ser humano. Desde muito tempo, na evolução do homem, este descobriu o valor da convivência, da ajuda mútua e da afetividade, afinal, o mundo só caminha através da cooperação. Mas o que acontece hoje é que os laços afetivos estão se rompendo cada vez mais cedo, proporcionando um desequilíbrio emocional grave, muitas vezes levando o indivíduo a se isolar em um canto, seja por falta de opção, seja por um problema maior, a depressão. OU até mesmo leva o ser humano a um desequilíbrio emocional grave, muitas vezes a cometer crimes ou suicídio, ou ainda, leva o indivíduo perdido e confuso ao mundo das drogas. 
   
O Dr. Eduardo Aquino, escritor e neurocientista, escreveu sobre a dependência afetiva:

"Que o psiquismo humano está cada vez mais doentio e caótico, isto é fato, facilmente constatável em comportamentos monstruosos e imagináveis de décadas atrás. A banalização da pedofilia, os crimes hediondos, as drogas sintéticas, a falência afetiva, uma série de fatos que se sucedem fazendo com que os problemas psiquiátricos e de drogadição tenham se tornado o maior problema de saúde mundial". 
"Mas algo tem me chamado atenção pela frequência cada vez maior e pelo forte impacto que pode causar na vida das pessoas que se envolvem nas situações que escreverei: "a dependência afetiva e o compulsividade afetiva!" ... Vamos entender esse quadro que muitas vezes é confundido com amor (aliás, infelizmente esse nobre sentimento tão transcendente, cuja representação é uma palavra tão simples e que tem sido usada de forma tão vulgarizada, quase chega a perder seu encanto, chegando a propor que ninguém antes dos 30 possa usar esse vocábulo). Ou ainda pode ser confundida  na não menos famosa e inebriante paixão, mas também não é o caso, pois aqui se trata de um processo e acompanha o mesmo mecanismo bioquímico cerebral e a mesma estrutura funcional do usuário de drogas. 
Sabemos que o cérebro possui uma área  que chamamos de "centro de recompensa", onde se requer a constante busca de prazer, bem-estar, alívio de ansiedade, de tal forma que podemos sentir satisfação, relaxamento, prazer, alegria, euforia. Tais sensações deveriam ser resultados das convivências naturais de nossas conquistas diárias, sejam sexuais, sejam as vitórias no trabalho, de nossos sonhos e desejos pessoais. 
Mas infelizmente, diante da preguiça de lutar para conquistar esse prazer e alegria natural, muitos preferem o caminho mais curto, errado e inglório, da bebida e das drogas que inicialmente dão uma falsa sensação de bem-estar, de alegria e relaxamento, mas, no médio prazo vão abrido a cratera do vício, da dependência, da depressão, do fracasso físico e social.
Em comum com esses drogaditos clássicos, os dependentes afetivos, movimentam essas áreas de recompensa através de seu parceiro afetivo, tornando-se dependente do mesmo, brigam ou terminam e caem em verdadeira abstinência. Caindo em depressões severas, apatia, sensação que não são capazes de continuar com suas vidas. Não toleram a situação de estarem sozinhos e é por isso que essas pessoas evitam ao máximo perder seus parceiros, cobrindo-os de presente, são subservientes, vivem colados um no outro, controlando sua vida., muitas vezes sendo ciumentos, às vezes camuflado, sendo excessivos, exigindo exclusividade, muitas vezes pegajosos em busca de seguranças e certezas. Por mais incrível que pareça, até substâncias químicas cerebrais envolvidas nesses processos compulsivos e de vício. (gaba, dopamina e serotonina), são as mesmas que alteram nos usuários de drogas e nos compulsivos (por compra, trabalho e comida). Esses quadros devem ser tratados, pois, em geral, podem ter depressão pós-ruptura afetiva (como se fosse uma depressão por luto), e prejudica seriamente a vida profissional, pessoal, afetiva e social das pessoas".


Hoje, percebemos que a maioria das crises de ciúmes, e outros tantos sentimentos aleatórios que levam às crises nas famílias, são causadas pela compulsividade afetiva. Na verdade, o ciúme doentio é uma compulsividade afetiva. Muitas vezes as pessoas não sabem lidar com os sentimentos, ou setem a necessidade de estar com o outro mesmo que forçadamente. Outras ainda sentem uma solidão tão grande mesmo tendo companhia. E as vezes esta carência afetiva leva a uma dependência psíquica doentia, capaz de elevar o mais profundo do ser humano aponto de se esvairar de raiva, ou de sentimento de vingança quando a vontade não é satisfeita. A carência afetiva pode se tornar uma doença quando passa de carência para compulsão. E aliado às drogas, pode até levar uma pessoa a cometer suicídio. Muitas vezes vemos pessoas se matando sem ter motivo aparente algum, mas que no fundo, faltou conhecimento do problema, faltou compreensão e tratamento. A compulsividade afetiva pode levar a pessoa a um surto psicótico ou a um quandro de depressão.
Por isso é sempre bom trabalharmos bem nosso lado afetivo, aponto de buscar viver bem, de sentir-se bem, de sentir-se amado e dando mais valor à vida. Controlar nossas emoções, nossos sentimentos, mas, ao mesmo tempo buscar uma convivência sadia. A começar em dar valor a tudo que é bom na vida. Os sentimentos bons não podem nos aprisionar, mas sim, libertar-nos para uma vida sadia e feliz. Por isso trabalhar esse lado emocional é buscar melhorar nossos relacionamentos, viver bem e com boas amizades. Evitar trocar uma boa amizade, os bons momentos em família, pela TV, o Computador, principalmente a Internet. Saber lidar com nossos pensamentos e buscar sempre a felicidade.