quarta-feira, 12 de julho de 2017

O LADO OBSCURO DE MARTINHO LUTERO, O PAI DO PROTESTANTISMO - Um homem que longe de ser um santo, era homicida e suicida.

Eis alguns dados do fundador do "protestantismo" e da igreja Luterana  Martinho Lutero e o seu fim trágico depois de muitas noitadas e bebedeiras com seus amigos:

Martinho Lutero nasceu em Eislebem, na Saxônia (Alemanha) em 10 de novembro, de 1483, e pôs fim a sua própria vida em 1546, cerca de 25 anos após a sua revolta contra a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo. 

Sua mãe, Margarida foi muito religiosa, porém, muito superticiosa e dada à prática de bruxarias e encantamentos, o que influiu muito no comportamento do filho. O jovem Lutero, após seus estudos de humanidades nas escolas locais de Mansfeld, foi estudar filosofia e direito na Universidade de Erfurt, onde se formou em 1505.

Em junho deste ano entrou para o Convento dos Agostinianos, (não por vocação, mas para não ser preso condenado à morte por homicídio).
Ele mesmo falou várias vezes desse medo de ser morto, motivo que determinou a sua entrada para a vida religiosa.

LUTERO E A EX-FREIRA CATARINA BORA 

Às vésperas da Páscoa de 1523 Catarina e outras onze irmãs escaparam do convento escondidas na carruagem de um mercador chamado Leonard Koppe. Três delas voltaram para seus lares e as outras nove foram levadas a Wittenberg, onde o próprio Lutero esperava encontrar casas, marido e emprego para elas. Com o passar do tempo todas já haviam se estabelecido e encontrado um marido, menos uma – Catarina de Bora. Ela havia se apaixonado por um jovem, mas os pais dele se recusaram a deixar que o casamento acontecesse por causa de seu passado como ex-freira. Ela ficou desolada. Lutero propôs que ela se casasse com outra pessoa, mas ela recusou o homem sugerido. Ela não estava sendo difícil, apesar de Lutero pensar assim.

Matrimônio de Catarina com Lutero





Quando um amigo de Lutero veio lhe fazer uma visita, Catarina sinalizou para ele que Lutero seria o tipo de marido que ela aceitaria – apesar da diferença de idade entre eles, que era de quase dezesseis anos e apesar de Lutero dizer que não se casaria. Quando Lutero escutou as palavras de Catarina, não as encarou com seriedade, mas contou aos pais dele num dia em que foi visitá-los. Ao invés de rir, o pai de Lutero começou a pensar sobre o fato. Lutero já não era tão jovem, e seu pai ainda tinha esperanças de realizar o sonho de ser avô! Aquilo tudo que começou como uma piada, foi ficando cada vez mais sério para Lutero. Casando-se com Catarina, Lutero lhe daria o status de que precisava, daria testemunho da fé que cria mesmo contra a vontade do papa, e daria alegria e conforto ao seu velho pai. Então no dia 13 de junho de 1525, o ex-monge Martinho Lutero casou com a ex-freira Catarina de Bora. E teve com ela seis filhos.


LUTERO HOMICIDA 

O Dr. Dietrich Emme, em seu livro: "Martinho Lutero-sua juventude e seus anos de estudo entre 1483 e 1505", Bonn, 1983, afirma que Lutero entrou no Convento só para não ser preso e submetido à justiça criminal, cujo o resultado teria sido, provavelmente pena de morte, por ter assassinado seu colega de estudos Jerônimo Buntz. Daí o seu "medo da morte" ao qual referia frequentemente. Então um amigo aconselhou-o a entrar para o Convento dos Eremitas de Santo Agostinho, que então gozava do direito civil de asilo , que o colocava ao abrigo da justiça. Foi aí que se tornou monge e padre agostiniano. Lutero matou seu colega de escola por inveja. Por ele ter tido boas notas nos exames e ele não. 
Talvez seja daí que surgiu nele um grande medo da morte ao qual se referia constantemente. Com medo das penas que lhe seriam aplicadas e da prisão foi se refugiar no convento dos Eremitas de Santo Agostinho. Lutero se tornou monge e depois padre agostiniano. Vivia uma vida de conturbamento e perturbação, cheia de contradições.
Lutero parecia ter se convertido. Mas não! -  Estava sempre perturbado e contraditório, ele se declara réu confesso em uma prédica em 1529:


"Eu fui monge, e queria seriamente ser piedoso. Ao invés eu me afundava sempre mais; eu era um trapaceiro e homicida!" (WAW. 20, 50, 18).

Em um discurso transcrito por Veit Dietrich, afirma:


"Eu me me tornei monge por um desígnio especial de Deus, a fim de não me prendessem; o que teria sido muito fácil. Mas não puderam porque a Ordem se ocupava de mim". (isto é, estava asilado no Convento). (WATR 1, 134, 32).

Portanto Lutero foi réu de um homicídio que cometeu quando era estudante em Erfurt. Segundo seus biógrafos, o motivo seria despeito, pois, o seu colega havia obtido melhor nota nos exames.

AS TESES DE LUTERO E A CONDENAÇÃO PAPAL



Martinho Lutero e seus partidários são excomungados pela bula papal Decet romanum pontificem em 3 de janeiro de 1521. Ainda assim, não tendo sido condenado à pena de morte, ele continuaria a defender sua doutrina diante da Dieta de Worms. WikiCommons
O Papa Leão X chegou a classificar Lutero como um "alemão bêbado que escrevera as teses", e afirmou que quando estivesse sóbrio mudaria de opinião. Em 1518, ele pediu ao professor de teologia Silvestro Mazzolini que investigasse o assunto. O “protestante” foi então denunciado por se opor de maneira implícita à autoridade do Sumo Pontífice. Declarou Lutero um herege e escreveu uma refutação acadêmica. Nela, mantinha a autoridade papal sobre a Igreja e condenava as teorias de Lutero como um desvio, uma apostasia. Foi a réplica de Lutero que deu início à controvérsia.
Lutero participou da convenção dos agostinianos em Heidelberg, onde apresentou uma tese sobre a escravidão do homem ao pecado e à graça divina. No decurso da controvérsia sobre as indulgências, o debate se elevou ao ponto de suscitar a dúvida do poder absoluto e da autoridade do Papa. 
O argumento era de que as doutrinas de "tesouraria da Igreja" e "tesouraria dos merecimentos" serviam para reforçar a doutrina e a venda das indulgências. O papa ordenou que Lutero viajasse para Roma, coisa que, por razões políticas, nunca ocorreu, pois Lutero bem sabia que indo para Roma poderia ser preso e condenado pela Inquisição. 

O papa tentou alcançar uma solução pacífica para o conflito e contou com o auxílio de Frederico o Sábio, um protetor de Lutero. Uma conferência com o representante papal Karl von Miltitz em Altenburg, em janeiro de 1519, levou Lutero a optar pelo silêncio.

Lutero negava o direito divino do solidéu papal e da autoridade de possuir as chaves do Céu que, segundo ele, haviam sido outorgadas apenas ao próprio Apóstolo Pedro. 
Não parecia haver esperanças de entendimento. Os escritos de Lutero, graças à recente invenção da imprensa, circulavam amplamente, alcançando França, Inglaterra e Itália. Estudantes dirigiam-se a Wittenberg apenas para escutar Lutero.

As controvérsias geradas por seus textos levaram Lutero a desenvolver suas doutrinas mais a fundo. O Sermão sobre o Sacramento Abençoado do Verdadeiro e Santo Corpo de Cristo, e suas Irmandades.

O conceito luterano de igreja foi desenvolvido no sermão Sobre o Papado de Roma, uma resposta ao ataque do franciscano Augustin von Alveld, em Leipzig, em junho de 1520. O seu Sermão das Boas Obras, publicado na primavera de 1520, era contrário à doutrina católica das “boas obras” e dos atos como meio de perdão. As obras do crente são verdadeiramente boas se ordenadas por Deus.

Os debates de Leipzig, em 1519, fizeram com que Lutero travasse contato com humanistas como Melanchthon, Reuchlin e Erasmo de Roterdã. O nobre Franz von Sickingen e Silvestre de Schauenburg queriam manter Lutero sob sua proteção em seus castelos, pois não julgavam seguro permanecer em uma Saxônia sob proscrição papal.

Em agosto de 1520, Lutero escreveu À Nobreza Cristã da Nação Alemã em que recomendava ao laicato, como um sacerdote espiritual, que fizesse a reforma requisitada por Deus e abandonada pelo Papa e seu clero. Pela primeira vez Lutero referiu-se ao Papa como o Anticristo.

A 15 de junho de 1520, o Papa advertiu Lutero com a bula Exsurge Domine, que o ameaçava com a excomunhão caso não repudiasse 41 pontos de sua doutrina.

Em outubro de 1520, Lutero enviou ao Papa seu escrito A Liberdade de um Cristão, em que diz: "Eu não me submeto a leis ao interpretar a palavra de Deus". 

Ele afixou suas 95 teses (como forma de protesto) na porta da igreja do castelo de Wittemberg. Após a descrição das 95 teses havia um convite aberto para debatê-las. Mas, o que nos chama atenção é o fato de ele mesmo contradizer todas elas. Daí surgiu o nome de "protestantes" ou "protestantismo" os seguidores de Lutero e posteriormente aqueles que viriam ser hoje os vários ramos derivados da reforma luterana.    

Martinho Lutero foi excomungado pela Igreja Católica, no reinado de de LEÃO X, sob a denúncia que ele discordava da autoridade do Papa de forma implícita, num processo que se iniciou com a investigação, em 1518, do professor de teologia Silvestro Mazzolini, que classificou Lutero como herege. Vamos ler a Bula:



“DECET ROMANUM PONTIFICEM”

(aos 3 de janeiro do Ano do Senhor 1521)


Bula de excomunhão de Martinho Lutero

I. Pelo poder que lhe foi conferido por Deus, o Romano Pontífice foi designado para administrar penas espirituais e temporais, segundo corresponda respectivamente a cada caso. O propósito disso é a repressão dos maliciosos desígnios de homens extraviados, que foram tão seduzidos pelo seu degradado impulso de fins perversos que esqueceram o temor de Deus, puseram de lado com desprezo decretos canônicos e mandamentos apostólicos, ousaram formular novos e falsos dogmas e introduziram o mal do cisma na Santa Igreja de Deus ― ou apoiaram, ajudaram e aderiram a tais cismáticos, os quais fazem comércio rasgando a túnica do nosso Redentor e a unidade da verdadeira fé.

Portanto, compete ao Pontífice, por temor de que a barca de Pedro pareça navegar sem piloto ou remador, tomar severas medidas contra tais homens e seus sequazes e, mediante o aumento de medidas punitivas e outros oportunos remédios, fazer com que esses mesmos homens prepotentes, dedicados como são a fins perversos, juntamente com os seus apoiadores, não enganem a multidão dos simples com as suas mentiras e mecanismos enganadores, nem os arrastem juntos na adesão ao seu erro e à sua própria ruína, contaminando-os com o que equivale a uma contagiosa doença.

Corresponde também ao Pontífice, depois de ter condenado os cismáticos, para evitar uma ainda maior perdição e confusão deles, mostrar e declarar pública e abertamente a todos os fiéis cristãos como são tremendas as censuras e penas às quais tal culpa pode levar, para que, por meio de tal declaração pública, aqueles possam, com contrição e remorso, voltar a si, fazendo retratação irrestrita das conversações proibidas, da amizade e, sobretudo, da obediência a tais réprobos excomungados, de maneira que possam evitar os castigos divinos e qualquer grau de participação nas condenações deles.


II. Fomos informados de que, após essa precedente missiva ter sido exposta em público e ter transcorrido o intervalo ou intervalos nela prescritos ― e, com a presente, notificamos solenemente a todos os fiéis cristãos que esses intervalos transcorreram e estão transcorridos ―, muitos daqueles que tinham seguido os erros de Martinho Lutero tomaram conhecimento da nossa missiva e das suas advertências e injunções; o Espírito de um salutar conselho levou-os de novo a si, confessaram eles os seus erros e abjuraram a heresia conforme nossa instância e, voltando à verdadeira fé católica, obtiveram a bênção de absolvição que os mensageiros estavam autorizados a conceder; e, em diversos estados e localidades da Alemanha, os livros e escritos do mencionado Martinho foram publicamente queimados, como tínhamos mandado.

Nada obstante ― e dizer isto nos dá grave dor e perplexidade ―, o próprio Martinho, o escravo de uma mente depravada, teve desprezo em revogar e renegar os seus erros no intervalo prescrito e em nos enviar uma única palavra de tal revogação, como por Nós paternalmente solicitado, ou em vir pessoalmente até Nós; ao invés, como uma pedra de tropeço, não temeu escrever e pregar coisas piores que antes contra Nós, esta Santa Sé e a fé católica, e levar outros a fazerem o mesmo.

Agora é solenemente declarado herege; e assim também os demais, qualquer que seja a sua autoridade e grau, que não tiveram cuidado algum com a sua própria salvação, mas publicamente e perante os olhos de todos os homens se tornam sequazes da perniciosa e herética seita de Martinho; e aqueles que deram a ele aberta e publicamente ajuda, conselho e favor, encorajando-o na sua desobediência e obstinação, ou dificultando a publicação da nossa citada missiva. Tais homens incorreram nas penas estabelecidas naquela missiva e devem ser tratados legitimamente como hereges e evitados por todos os fiéis cristãos, como diz o Apóstolo [Epístola a Tito 3,10-11].


III. O nosso objetivo é que esses homens sejam legitimamente considerados na mesma esteira de Martinho e dos demais réprobos hereges e excomungados, e que, na hipótese de terem aderido com a mesma obstinação ao pecado do referido Martinho, compartilhem também das suas penas e seu próprio nome, trazendo em todos os lugares o título de “luteranos” e as penas que isso acarreta.

As nossas instruções precedentes eram bem claras e eficazmente divulgadas, e, ao se observarem de forma estrita os nossos presentes decretos e declarações, não faltará nenhuma prova, aviso ou citação. Os nossos seguintes decretos são emitidos contra Martinho e os demais que o seguem na obstinação do seu propósito depravado e execrável, assim como contra aqueles que o defendem e protegem com escolta militar e não temem apoiá-lo com recursos próprios ou de qualquer outra forma, e têm a pretensão de lhe oferecer e custear ajuda, conselho e favor. Os seus nomes, sobrenomes e graus ― por mais elevada e fulgurante que seja a sua dignidade ― desejamos que se considerem incluídos nestes decretos com o mesmo efeito que se estivessem elencados individualmente e listados na sua publicação, a qual há de ser promovida com uma energia à altura da força do seu conteúdo.

Sobre todos estes, decretamos as sentenças de excomunhão, de anátema, de nossa perpétua condenação e interdito, de privação de dignidades, honras e propriedades sobre eles e seus descendentes, de declarada inidoneidade para os próprios bens, de confisco dos seus bens e de traição; nestas e nas demais sentenças, censuras e penas que são infligidas pelo direito canônico aos hereges e que estão estabelecidas na nossa missiva supracitada, decretamos terem incidido todos esses homens para sua condenação.


IV. Acrescentamos à nossa presente declaração, pela nossa autoridade apostólica, que os estados, territórios, campos, cidades e lugares em que esses homens temporariamente viveram ou que tiveram a ocasião de visitar, juntamente com as suas posses ― cidades a possuir catedrais e sedes metropolitanas, mosteiros e outras casas religiosas e lugares sagrados, privilegiados ou não privilegiados ―, todos e cada um são colocados sob o nosso interdito eclesiástico; enquanto durar esse interdito, nenhuma pretensão de indulgência apostólica deve valer para permitir a celebração da missa e dos demais ofícios divinos (com exceção dos casos permitidos pela lei e, também ali, por assim dizer, a portas fechadas e excluídos aqueles sob excomunhão e interdito).

Prescrevemos e ordenamos que os homens em questão sejam em toda a parte denunciados publicamente como excomungados, réprobos, condenados, interditados, privados de bens e incapazes de possuí-los. Sejam eles rigorosamente evitados por todos os fiéis cristãos.


V. Queremos tornar conhecido de todos o mesquinho comércio que Martinho, os seus sequazes e os demais rebeldes estabeleceram, pela sua temeridade obstinada e sem vergonha, sobre Deus e sua Igreja. Queremos proteger o rebanho de um animal infeccioso, para que a sua infecção não se espalhe para as ovelhas saudáveis. Por isso, damos o seguinte mandado a todos os patriarcas, arcebispos, bispos, prelados de igrejas patriarcais, metropolitanas, catedrais e colegiadas, e religiosos de todas as ordens ― inclusive as mendicantes ― privilegiadas ou não privilegiadas, onde quer que se encontrem: que, em virtude do seu voto de obediência e sob pena de sentença de excomunhão, se assim for exigido para a execução destes decretos, anunciem publicamente e façam anunciar por meio de outros nas suas igrejas que esse mesmo Martinho e a sua facção são excomungados, réprobos, condenados, hereges, endurecidos, interditados, privados de bens e incapazes de possuí-los, e dessa forma elencados na execução destes decretos. Três dias serão concedidos: pronunciamos advertência canônica e concedemos um dia de pré-aviso sobre a primeira advertência, outro na segunda, mas, no terceiro, execução peremptória e definitiva da nossa ordem. Isso terá lugar no domingo ou em algum outro dia de festa, quando uma grande multidão se reúne para o culto. Seja alçado o estandarte da cruz, soem os sinos, acendam-se as velas e, após algum tempo, sejam apagadas, lançadas ao chão e pisadas, e pedras sejam lançadas três vezes, e observem-se as demais cerimônias de costume. Os fiéis cristãos, todos e cada um, sejam intimados estritamente a evitar esses homens.

Quiséramos uma outra vez contrastar o referido Martinho e os demais hereges que mencionamos, e, ainda, os seus adeptos, sequazes e partidários: desde já, mandamos a todo e cada um dos patriarcas, arcebispos e todos os demais prelados, em virtude do seu voto de obediência, que, sendo eles precisamente encarregados de dissipar cismas com a autoridade de São Jerônimo, devem, na atual crise, como lhes obriga o seu ofício, erguer uma muralha de defesa para o seu povo cristão. Estes não devem calar-se, como cães mudos que não podem latir [Isaías 56,10], mas incessantemente clamar e levantar a voz da pregação, fazendo com que seja anunciada a palavra de Deus e a verdade da fé católica contra os artigos condenados e heréticos citados acima.


VI. A todos os reitores de igrejas paroquiais, aos reitores de todas as ordens, mesmo as mendicantes, privilegiadas ou não privilegiadas, em virtude do voto de obediência, designados que são pelo Senhor para ser como as nuvens, que espalham chuvas espirituais sobre o povo de Deus, mandamos, nos mesmos termos, que não tenham medo de dar a maior publicidade à condenação dos artigos acima mencionados, como lhes obriga o seu ofício. Está escrito que o amor perfeito expulsa o medo. Que cada um de vós assuma o encargo desse meritório dever com completa devoção; mostrai-vos tão escrupulosos na sua execução, tão zelosos e solícitos em palavras e atos que, por meio dos vossos trabalhos, com o auxílio da divina graça, venha a esperada colheita e, pela vossa devoção, vós não somente ganheis aquela coroa de glória que é a recompensa devida a todos os que promovem a defesa da fé, mas também obtenhais de Nós e da Santa Sé o elogio irrestrito que a vossa diligência merece.


VII. No entanto, uma vez que seria difícil entregar a presente missiva, com as suas declarações e avisos, a Martinho em pessoa e aos outros declarados excomungados, por causa da força da sua facção, a nossa vontade é que a afixação pública desta missiva nas portas de duas catedrais ― ambas metropolitanas, ou uma catedral e uma metropolitana dentre as igrejas da Alemanha ―, por meio de um mensageiro nosso naqueles lugares, tenha uma força vinculante tal que Martinho e os demais que mencionamos devem mostrar-se condenados em todos os pontos peremptoriamente, como se a missiva tivesse sido levada ao seu conhecimento e apresentada a eles pessoalmente.


VIII. Também seria difícil transmitir esta missiva em cada lugar onde a sua publicação pudesse ser necessária. Daí a nossa vontade e decreto legítimo de que cópias suas, seladas por prelado eclesiástico ou por um dos nossos mensageiros anteriormente referidos, e autenticadas pela mão de notário público, tenham a mesma autoridade da proposição e exibição do próprio original.


IX. Nada obste a nossa vontade em constituições apostólicas, em decretos, na nossa já referida missiva precedente ou em quaisquer outros pronunciamentos em contrário.


X. Ninguém em absoluto pode infringir esta nossa decisão escrita, declaração, preceito, injunção, designação, vontade, decreto ou temerariamente contrariá-los. Se alguém se atrever a tentar tal coisa, saiba que incorrerá na ira de Deus Todo-Poderoso e dos Bem-Aventurados Apóstolos Pedro e Paulo.

Dado em Roma, junto de São Pedro, em 3 de janeiro de 1521, no oitavo ano do nosso pontificado.


S. S. PAPA LEÃO X


Ao contrário que muitos pensam, pelo menos de início, ele não era contrário à supremasia papal e nem ao poder das indulgências. Mas aos abusos que os clérigos faziam sobre a mesma. Na tese "51" escreveu:


"Deve-se ensinar aos cristãos que o papa estaria disposto, como é seu dever, a dar o dinheiro àqueles muitos de quem alguns pregadores de indulgências extorquem ardilosamente o dinheiro, mesmo que para isso fosse necessário vender a Basílica de São Pedro". 

Na tese "17 "  , Lutero afirma a crença nas indulgências:

"Seja excomungado e amaldiçoado quem falar contra a verdade das indulgências apostólicas".    
   
Lutero ao convidar o povo para discutir sobre as indulgências procurava uma cultura de mudanças na fé de forma progressiva. Em um dos seus debates públicos (1519) ficava explícito a sua intenção de não aceitar nada do que fosse contra o que planejava. 

Foi Lutero quem teve a ousadia de retirar da Bíblia os 07 livros chamados Deuterocanônicos:

* Tobias

* Judite
* Sabedoria
* Eclesiástico
* Baruc
* 1 Macabeus
* 2 Macabeus
(além de trechos de Ester e Daniel - Ester 10,4-16,24; Daniel 3,24-90; 13-14).

Principalmente o livro de Macabeus cujo fala sobre o purgatório e a oração pelas almas dos falecidos. Para isso tal ele argumentou que nem mesmo os judeus aceitavam tais livros. Mas, esses livros foram acrescentados e usados pelos Apóstolos e pelos santos padres início da Igreja, compondo assim a Bíblia que conhecemos como Septuaginta. São Jerônimo quando traduziu a Bíblia  para o Latim, que a chamamos de "A Vulgata" conservou esses mesmos livros. 

Lutero pensou em fazer o mesmo com a Carta de São Tiago (no NT), cuja ele chamava de "carta de palha"; porque a mesma diz que a fé sem o uso das obras é morta. (ERL LXIII, 115). (Lutero aceitava que somente as Escrituras diziam a verdade, rejeitou a tradição apostólica e defendeu o livre exame da Bíblia.) 
O mesmo aconteceria com o livro do Apocalipse, cujo Lutero dizia que ele não era nem profético, nem apostólico.

Lutero também dava suas convicções a respeito de Nosso Senhor. Para ele Jesus Cristo era um adúltero, pois, tinha cometido adultério com a mulher samaritana e com outras descritas no Evangelho. Assim escreveu:

"Cristo não só tomou sobre si uma condição humana geral, mas submeteu-se ao diabo e concorda com o diabo de alguma forma. Ele não assumiu só as culpas, como afirma a fé católica, mas também a disposição ao pecado".
(BEER: 30 GIORNI ANO XVII, FEV. 1992, PAG.55 - ENTREVISTA DE LUTERO? DELÍRIO MANIQUEÍSTA)

E Lutero conclui:

"Cristo adúltero. Cometeu adultério pela primeira vez com a mulher da fonte (poço de Jacó), de quem nos fala São João.  Não se murmuraram em torno dele; o que fez então com ela? Depois com Madalena, depois com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente, assim o Cristo piedoso também teve que fornicar, antes de morrer.

Influenciado pelo gnosticismo e pelas idéias maniqueístas e herméticas Lutero exprimia-se opondo-se e confundindo Cristo e Deus. Deus e o diabo tem a mesma natureza e a dupla natureza de Cristo. Diz ele:

"Deve-se conceder uma hora de divindade ao diabo e eu devo atribuir a diabolicidade de Deus" 
(BEER: 30 GIORNI, ANO XVII, FEV. 1992, PAG. 52-55 - ENTREVISTA MARTIM LUTERO? DELÍRIO MANIQUEÍSTA)  

Em outra citação revela a inversão de significados tão comuns na cabeça dele: 

"Então não se sabe quem é Deus e quem é o diabo. Chega-se a inquerer-se se o diabo não será Deus".
(BRETANO, FUNCK-BRETANO, MARTIM LUTERO, P. 98, CASA EDITORA VECCHI, 1956, 2ª. EDIÇÃO)

Lutero obsecado com o seu contato com o diabo fez essas estranhas afirmações:

"Conheço o diabo a fundo de pensamento e aspecto tendo comido em sua companhia mais de uma pipa de sal".
 (BRETANO, 93).

(Daí se explica porque os protestantes gostam tanto de falar no diabo, porque desde o início na cabeça de Lutero o diabo estava mais ao seu lado do que Deus.)

Ele afirma:
"O diabo dormiu ao meu lado, em minha cama, mais vezes do que minha mulher".

Vê-se claramente que Lutero estava sobre forte influência do gnosticismo. Influenciado por ideias diabólicas, resolve atacar o coração da Igreja Católica. Seu próximo passo seria difamar a santa Missa no qual ele diz:

"Quando a Missa for revirada, acho que nós temos que revirar o papado! Porque é sobre a Missa, como sobre uma rocha que o papado se apoia totalmente. Com seus mosteiros,  seus bispados, seus clérigos, seus altares, seus mistérios e sua doutrina. Tudo isso desabará, quando desabar sua missa sacrílega e abominável". 
(PÉRE BARRILELLE, AVANT DE MOURIR, APUD LEX GRAND: LA NOUVELLE MESSE ET LA FOI - DANIEL RAFFARD DE BRIENE - 1983)

Lutero ainda desqualificou a Missa difamando-a dizia:

"Esse abominável Cânon (da missa), que uma coletânea de lacunas lodosas... fez-se da missa um sacrifício, acrescentaram-se os ofertórios. A missa não é um sacrifício ou ação de um sacrificado; olhemo-la como sacramento, ou testamento. Chamemo-la de bênção, Eucaristia, ou Ceia do Senhor, ou memória do Senhor".
(LUTHER , SERMON DU IER DIMANCHE DEL'AVENT, APUD LEX ORAND; LA NOUVELLE MESSE ET LA FOI, DANIEL RAFFARD DE BIENNE-1983).

Ora, a Santa Missa é a atualização do sacrifício perpétuo de Jesus por nós na Cruz. Memorial da paixão, morte e ressurreição de Jesus, no qual Jesus se faz o Altar, Sacerdote e Cordeiro da Nova Aliança. Onde a Ceia, a Na Eucaristia Jesus Cristo  se faz alimento para o seu povo sendo o alimento, sustento e remédio da alma e do corpo. Como nos ensina a Santa Madre Igreja. 
Lutero retira da Missa a eficácia do Memorial da paixão, morte e ressurreição de Cristo.     

A tática para sua nova missa é. 

"Para se chegar segura e felizmente ao objetivo é preciso conservar algumas cerimônias da antiga missa, para os fracos que poderiam se escandalizar com as mudanças demasiadamente bruscas".

E qual era a verdadeira intenção de Lutero?
Lutero queria ser tratado como um papa com os mesmos direitos papais. Diz Lutero:

"Quem não crê como eu é destinado ao inferno, minha doutrina é a doutrina de Deus. Meu juízo é o juízo de Deus".
(WEIMAN,  X, 2. ABT., 107) 

(Aqui está mais do que claro que Lutero além de de ambicioso, era invejoso. O mesmo sentimento que o levou ao crime de homicídio.)  

E para isso pregava a intolerância ao papado.

"Sim eu digo: todas as casas de tolerância que entretanto Deus condenou severamente, todos os homicídios, mortes, roubos e adultérios são os menos prejudiciais que a abominação da missa papista"
(WERKE. T. XV, 773-774)        
    
Para conseguir dar continuidade à suas "reformas" Lutero deu apoio integral aos judeus daquela região na esperança que eles se convertessem às suas crenças, mas, anos se passaram e os judeus não se converteram. 
Cheio de ódio escreveu um tratado sobre os judeus em janeiro de 1543, chamado "sobre os judeus e suas mentiras". Nele, Lutero instiga sua raiva,  seu ódio e seu anticientismo. Eis um trecho desse tratado:        
     
"(...) finalmente no meu tempo foram expulsos de Ratisbona. Magdeburgo e de muitos outros lugares..." 
"Um judeu, um coração judaico, são tão duros como madeira, a pedra, o ferro, como o próprio diabo. Em suma são filhos do demônio: Os judeus ão pequenos demônios destinados ao inferno".
"Queime suas sinagogas, negue a eles o que disse anteriormente. Force-os a trabalhar e trate-os com toda severidade. São inúteis devemos tratá-los como cachorros loucos, para não sermos parceiros em suas blasfêmias e vícios. E para que não recebamos a ira de Deus sobre nós. Estou fazendo a minha parte".
"Resumindo, caros príncipes e nobres que tem judeus em seus domínios, se meu conselho não serve, encontrai outra solução melhor para que vós e nós possamos nos ver livres desta insuportável carga - os judeus".
(LUTHER'S WORK'S, PELIKAN, VOL. XX. PP. 2230)

(*Pode ser que esse tratado de Lutero deu razão pela qual Adolf Hitler tirou inspiração para que fosse mortos milhões de judeus durante a segunda guerra mundial. Lutero e Hitler, ambos eram alemães. Hitler seguiu direitinho os passos de Lutero.)      

No final de sua vida, Lutero parece estar muito angustiado com o nível que o seu protestantismo se tornou e afirma:

"Este não aceitará o batismo, aquele nega o sacramento, o outro põe um mundo de diferenças entre este e o último dia. Alguns ensinam que Cristo não é Deus, outros ensinam isto e outras coisas, existem seitas e credos como existem cabeças. Nenhum aldeão tão rude como quem tem sonhos e fantasias que crêem haver sido inspirados pelo Espírito Santo e ser um profeta".
(DE WETTE, III, 61, DITO EM O'HARE, LOS ECHOS DE LUTERO, 208)

Nesta citação Lutero mostra sua insatisfação com as idéias que sua "reforma" causou, inclusive havendo divisões e opiniões de credo dentro de sua própria igreja. Agora não existe "as verdades" de Lutero mas, muitas verdades que ele mesmo abominava e não podia fazer nada porque ele foi  o causador da divisão. Um campo de idéias contra essas mesmas verdades de que ele tanto defendia. Ora, se o próprio pai do protestantismo já dizia isto, o que diríamos nós católicos?  

O que diria Lutero hoje se estivesse vivo para ver a balbúrdia que suas crenças e sua "reforma" fez ao ver tantos ramos do protestantismo com seus pregadores e suas falsas doutrinas? O que diria ele ao ver tantos se engolindo, tão ambiciosos quanto ele foi,  a venda de promessas de prosperidade, as falsas curas,  curas e ensinamentos estranhos e contrários aos seus propósitos? 

Mal sabia ele que sua reforma espalharia mais divisão ainda ao surgir uma seita aqui, outra acolá e muito fanatismo. Lutero não só foi o pai do protestantismo, como foi o pai da divisão pois já no seu tempo seus sucessores não chegaram a um acordo definitivo de suas idéias que julgavam  suas "verdades".      

Durante sua vida de  revoltas, Lutero foi um homem desequilibrado emocionalmente, com o coração cheio de ódio , revoltou-se, não só contra a Igreja mas contra Deus, viciado em álcool e mulheres. Como vamos ler a seguir alguns de seus pensamentos que ele mesmo escreveu:


LUTERO ÉBRIO E ÍMPIO - ele confessa: "Eu aqui me encontro insensato, e endurecido, ocioso e borracho de manhã à noite...em suma, eu que devia ter fervor de espírito, tenho fervor da carne, da lascívia, da preguiça e da sonolência". No entanto chamava o papa de "asno".      

SOBRE A ORAÇÃO DIZIA - "Eu posso rezar mas posso amaldiçoar. Em lugar de dizer "santificado seja o vosso Nome" direi: "maldito seja o nome dos papistas..." que o papado seja maldito, condenado e exterminado. Na verdade é assim que rezo sem descanso. O coração de Lutero estava cheio de ódio e rancor contra a Igreja porque ela não defendia suas insanas idéias.
Lutero tinha ódio do papa mas queria ser como ele. No entanto, o que lhe afastou da Igreja não foi porque queria reformar o cristianismo como se pensa, mas, sobretudo fazer uma "igreja" moldada aos seus desejos mundanos pois era promíscuo e fornicador. 

SOBRE OS MANDAMENTOS DE DEUS DIZIA - "Todo o Decálogo (os 10 Mandamentos), deve ser apagado de nossos olhos, de nossa alma e de nosoutros tão perseguidos pelo diabo... Deves beber com mais abundância e cometer algum pecado por ódio e para molestar ao demônio..."  (Veja que Lutero diz, em outras palavras, que deve-se ignorar os 10 Mandamentos da Lei de Deus, contrariando todo o Capítulo V de São Mateus ao qual Jesus orienta que se observe toda a Lei. Porque assim sem a prática os Mandamentos podia pecar para insultar o demônio). Somente uma mente doentia como foi a de Martinho Lutero podia ter de tal maneira uma mente tão pecaminosa e blasfemadora.
Lutero, não só afirmava que as boas obras de nada valia para a salvação, como também as amaldiçoava, por isso, queria retirar da sua bíblia a Carta de Tiago que fala que a fé sem o uso das boas obras é morta.

MAS SOBRE O PECADO DIZIA - "sê pecador e peca fortemente, mas crê com mais força e alegra-te com Cristo vencedor do pecado e da morte..durante a vida devemos pecar!" (aqui Lutero contradiz a própria Bíblia que nos ensina que devemos fazer de tudo para evitar o pecado  que pede: "Sede santos como vosso Pai do Céu é Santo!"  (1Pd 1, 15-16.22-23)
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SOBRE A CASTIDADE DIZIA -  "é uma invenção maldita"... "do mesmo modo que não posso deixar de ser homem, assim não posso viver sem mulher". Lutero incentivou os monges, sacerdotes e religiosas a saírem de seus conventos e se casarem.   

SOBRE A VIRGEM MARIA - a caneta me recusa a escrever as blasfêmias que proferiu contra sua pureza. A tal ponto de me fazer envergonhar-me em reescrevê-las.

E hoje tantos outros que seguindo os mesmos ensinamentos desse que foi o maior inimigo de Cristo e da sua Igreja, tem a ousadia de ofender e  blasfemar contra a Nossa Senhora. Não sabendo eles que se a um homem normal não é aceito que se fale mal de sua mãe, quem dirá Jesus o Filho de Deus àqueles que ofendem sua Mãe Santíssima. 

SOBRE O PRÓPRIO JESUS CRISTO - afirma que "cometeu adultério com a samaritana no poço de Jacó e com Madalena a mulher pecadora que Ele mesmo perdoou!"

SOBRE DEUS ELES DIZ - "Certamente Deus é muito grande e poderoso, bem misericordioso..., mas é um estúpido; e tirano."

SEU ÚLTIMO SERMÃO - Aconteceu em Wittenberg, em maio/1546, foi um furioso ataque contra o Papa, o Sacrifício da Missa e o culto à Nossa Senhora. Daí podemos concluir de onde os protestantes e todos os seus ramos como evangélicos, pentecostais, neo-pentecostais têm de Nossa Senhora. Por que enquanto Nossa Senhora pede que façamos tudo o que ele (Jesus Cristo) seu Filho nos disser, Lutero manda fazer o contrário.   






LUTERO SUICIDA 

Lutero tinha um temperamento mórbido e neurótico. Depois de sua revolta contra a Igreja, sua neurose atingiu os limites mais extremos.
Estudos especializados lhe atribuem um "neurose de angústia gravíssima" do tipo que leva ao suicídio.

Seu suicídio é afirmado tanto por "católicos" quanto por "protestantes"; Eis o depoimento do seu criado, Ambrósio Kudtfeld que depois se tornou médico:

"Martinho Lutero na noite que antecedeu sua morte se deixou vencer pela sua habitual intemperança, e com tal excesso, que fomos obrigado a carregá-lo totalmente embriagado, e a colocá-lo em seu leito. Depois nos retiramos ao nossos aposentos sem pressentir nada de desagradável. Pela manhã voltamos ao nosso patrão ajudá-lo a se vestir, como era de costume. Mas, que dor! Vimos e nosso Patrão, Martinho, pendurado em seu leito e estrangulado miseravelmente. Tinha a boca e a parte do rosto escura, o pescoço roxo e deformado. Diante de tão horrendo espetáculo, fomos tomados de grande terror. Corremos sem demora aos príncipes, seus convidados de véspera, para anunciar-lhes o execrável fim de Lutero. Eles ficaram aterrorizados como nós. E logo se empenharam com mil promessas e juramentos, que observássemos, sobre aquele acontecimento, eterno silêncio, e que colocássemos o cadáver de Lutero em seu leito, e anunciasse ao povo que o "mestre Lutero" tinha improvisamente abandonado esta vida". (ou seja, em outras palavras, tinha se suicidado)

Este relato do suicídio de Lutero foi publicado em Anversa no ano de 1606, pelo sensato Sedúlius. Dois médicos comprovaram o suicídio pelo seu doméstico Kudfeld:  o médico, Dr. Cester e Dr. Lucas Fortnagel. As informações deste último foram publicadas pelo escritor: J. Maritain, em seu livro: "Os Três Reformadores".  Nesse livro o autor ainda oferece uma impressionante lista de amigos e companheiros de Lutero que se suicidaram também.

Lutero nunca foi um Reformador de verdade. Se assim fosse, lutaria ao lado dela, dentro dela para que as coisas mudassem.  Está mais do que claro que o que sentia era algo muito mais pessoal,  pois dotado de um espírito conturbado, doente psicologicamente, e viciado em bebida, só o que fazia era se encher de ódio e levar uma vida de promiscuidade, algo que a Igreja de Nosso Senhor nunca o deixaria fazê-lo. Levava um vida desregrada longe de ser um religioso, e o celibato para ele era considerado uma maldição em vez de bênção.

 A sua revolta contra a Igreja Católica não foi só contra as Normas da Igreja, foi também contra Cristo e sua Palavra, porque ofendia a sua promiscuidade e a sua doente consciência. Lutero queria criar regras para si mesmo, algo que não constasse na Bíblia e nas regras que a Igreja época aplicava. Desprezava a doutrina da Igreja porque ela ia contra as suas insanas atitudes.


Tanto que retirou 07 livros do cânon apostólico, considerando apenas o cânon judaico, querendo voltar às práticas do Judaísmo combatidas pelo primeiro Concílio de Jerusalém onde São Pedro ainda estava presente. Desprezou até a própria Ordem Agostiniana que o acolheu. Desprezou a doutrina do purgatório, e da intercessão dos santos, bem como a oração pelos falecidos porque certamente na sua mente doentia acervava-se da condenação eterna, muito embora é Deus quem decide se uma pessoa vai para o inferno ou não. Desprezou o próprio Cristo ao afirmar que ele era adúltero, um pecador como qualquer homem.  
O que ele conseguiu foi seu fim trágico pois sua consciência doía pela morte do colega nunca se achou repouso sua alma, e sabia que devia explicações à Justiça divina.
Lutero é mais um dos casos de manipulação da história onde tenta-se uma campanha de descrédito à Santa Madre Igreja. A única coisa que ele conseguiu é fazer com que a Igreja Católica saísse ainda mais fortalecida, o tiro saiu pela culatra. 

É esse falso reformador e depois dele tantos outros, os que se dizem  "crentes" seguem,   perseguem a verdadeira Igreja de Cristo, a Igreja Católica, e negando a fé e as verdades da Igreja, no entanto, afirmam seguir Jesus Cristo. Coitados! - porque longe de ser um santo, Lutero foi um mau exemplo de  líder que  qualquer religião extirparia da História!  
No entanto guardemos as palavras de Jesus: 

"Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus!

Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim.

Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós".

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