A Diocese de San Cristóbal - uma das mais antigas do país - liderou os pedidos ao Vaticano para reconhecer oficialmente a liturgia nas línguas maia.
O pedido recebeu atenção em
outubro, quando o Papa Francisco deu o sinal verde para que a celebração da
missa semanal e alguns rituais-chave do catolicismo, como a confissão e o
batismo, possam ser feitos nas duas línguas indígenas.
O bispo auxiliar de San Cristóbal, o reverendo Enrique Díaz, diz que conseguir o reconhecimento de Roma foi um processo longo e complicado.
"Isto é a aceitação não
só de uma simples tradução, mas de um estudo meticuloso que captura o sentido
das palavras da liturgia e da Bíblia", diz, enquanto se houve o clero
cantar hinos religiosos em tzotzil dentro da Igreja.
O bispo dá parte do crédito ao
Papa Francisco, que o ajudou a conseguir a autorização.
"Sem dúvida o Papa
Francisco trouxe consigo uma nova abordagem", diz, argumentando que o fato
de o pontífice ser argentino influenciou sua atitude em relação à América
Latina. "Ele é mais próximo de nós tanto em termos de pensamento
latino-americano como sobre os povos indígenas."
A corrente de erros e coisas
nocivas à verdadeira fé e tradição católica parece não ter mais fim por parte
do Vaticano. Não passa uma semana que não apareça um escândalo vindo da alta
cúpula de Roma.
Fica bem clara a ideia de que
desejam mesmo destruir a Igreja como a conhecemos e nesta semana não foi
diferente. O chamado rito maia, que consiste numa série de elementos pagãos
foram autorizados para as igrejas mexicanas que tem fieis dados a esses ritos.
Cabe lembrar, que estes fieis
são católicos normais, batizados, e, portanto, eles é que deveriam se adaptar à
Igreja e seguir suas tradições e ensinamentos. Mas na ânsia de agradar ao mundo
e destruir a tradição da Igreja, o Vaticano tenta adaptar a Igreja à estas
comunidades, trazendo para dentro da Santa Missa ritos pagãos.
Nunca se viu na história da
Igreja um fato semelhante. Ao contrário; a Igreja prega os ensinamentos de
Nosso Senhor Jesus Cristo e se mantem fiel às tradições e chama todos a
conversão. Todo ensinamento e ritos que não fossem católicos não poderiam fazer
parte da Igreja. Mas não é o que se vê no momento.
O grande sonho de Lutero era
destruir a Santa Missa, pois assim, destruiria toda a Igreja. Não o conseguiu,
pois, sua guerra foi pelo lado de fora, com suas seitas; entretanto, agora tem
quem começa a destruição por dentro. Inovando o que não é necessário e trazendo
o paganismo para dentro da Santa Missa, que aliás, perde sua configuração e deixa,
portanto, de ser a Santa Missa.
Danças e rituais pagãos na
Santa Missa
O rito maia aprovado inclui a
incorporação de danças rituais em momentos específicos da celebração, no
ofertório, na oração dos fiéis e na ação de graças. Outra aberração é que as
mulheres assumirão o ministério de incensar o altar e outros elementos da
liturgia, o que sempre foi tradicionalmente reservado ao padre. Leigos tidos
como de boa conduta, também poderão fazer orações em certos momentos.
Temos que ver que todos esses
ritos e danças, vem de deuses do paganismo, muito comum entre os povos dessas
regiões. O Vaticano esquece o que São Paulo disse: "todos os deuses pagãos
são demônios". Ora, fica claro então que trazendo esses ritos para dentro
da igreja se está misturando o sagrado com o profano e demoníaco.
Qualquer pessoa de bom senso
percebe imediatamente que isto já não é Missa, mas sim uma misturada de
abominações, destruindo assim totalmente a Santa Missa onde for realizada desta
maneira.
Além de grandes males que
estão fazendo à Santa Missa, estão levando as pessoas ao pecado. Pois em vez de
perceberem o erro das práticas pagãs, agora acreditam que está tudo certo, e que,
portanto, as podem praticar ainda mais.
Por outro lado, o Vaticano que
promove e aprova tremendas aberrações, faz verdadeira perseguição à Santa Missa
Tradicional, conhecida como Missa Tridentina ou Missa Romana, que sem dúvidas é
a verdadeira Missa católica, pois vem desde os apóstolos e foi promulgada para
sempre por São Pio V logo após o Concílio de Trento. Esta Santa Missa, foi
frequentada por todos os santos e rezada pelos papas e padres que foram
igualmente santos. Veio sendo a Missa de todos desde o início da Igreja até
1969, quando Paulo VI, baseado nas mudanças do Vaticano II, e desejando agradar
aos evangélicos, inventou a Missa novo ordus, que é a missa que temos
atualmente em todas as igrejas. Entretanto, a Missa Tradicional não foi
abolida, mas sim permitida em caráter extraordinário, sendo rezada em capelas,
pequenas igrejas e até em catedrais em certas ocasiões.
No momento, à por parte do
Vaticano, há uma verdadeira corrida contra a Santa Missa Tradicional. Em
algumas catedrais já foram abolidas e em breve nem as capelas escaparão da
proibição. Há um verdadeiro medo por parte de autoridades progressistas do
Vaticano, pois a Santa Missa Tradicional leva os fiéis a verdadeira prática do
catolicismo, além de que dá muitas graças a quem frequenta. E isto não
interessa nem um pouco a quem quer destruir a Igreja e transforma-la numa
grande ONG, verdadeira mistura com todas as falsas religiões. Tudo isso vem
ocorrendo já há vários anos com total anuência do papa e seus seguidos
progressistas. (Redação: "Vida e Fé Católica")
Apesar de o ser a linguagem da
Igreja no México, gerações de catequizadores e missionários católicos
traduziram a Bíblia para o tzotzil e para o tzeltal, outra língua indígena
bastante popular na região.
O bispo auxiliar de San
Cristóbal, o reverendo Enrique Díaz, diz que conseguir o reconhecimento de Roma
foi um processo longo e complicado.
"Isto é a aceitação não
só de uma simples tradução, mas de um estudo meticuloso que captura o sentido
das palavras da liturgia e da Bíblia", diz, enquanto se houve o clero
cantar hinos religiosos em tzotzil dentro da Igreja.
O bispo dá parte do crédito ao
papa Francisco, que o ajudou a conseguir a autorização.